terça-feira, 13 de maio de 2008
O PAC na Bahia
Um grande acontecimento a visita do Presidente da República e do Ministro Geddel Vieira à Bahia. Mais do que lançar o PAC, promovendo o desenvolvimento econômico e social do Estado, serviu para mostrar que a Bahia não está órfã. Como observado por muitos baianos, a visita escancarou a ascedência que Geddel Vieira tem no Governo Federal.
Da Bahia ao Mato Grosso

Neste Brasil de dimensões continentais, as coincidências são muitas. Após uma extensa jornada na Bahia, onde conheci Lucio Vieira Lima, presidente do PMDB local, jamais poderia imaginar que, ao chegar em Cuiabá para conversar com Francisco Vuolo, o País pudesse ficar tão pequeno. É que os dois foram amigos de infância e, como em todo menino, a imaginação criativa deve ter corrido solta. Fico imaginando como seriam as brincadeiras, falando de futuro, de sonhos, do que ser quando crescer. Posso testemunhar que ambos se tornaram personalidades proeminentes, apaixonados pela sua profissão e, com certeza, grande brasileiros.

Neste fim de semana estive em Cuiabá com o vereador Francisco Vuolo. Uma grata surpresa positiva. Como poucos políticos deste país, o vereador fincou o pé no desenvolvimeno e progresso de sua gente. Um sonho que começou a ser acalentado pelo Senador Vicente Vuolo e que Francisco, seu filho, tratou de prosseguir. Hoje a ferrovia é o fortalecimento da enconomia, um fator atrativo de novas indústrias, geração de emprego, integração e, sobretudo, a certeza do crescimento de todo o Estado. Um sonho iniciado 30 anos atrás e que, hoje, se concretiza para o benefício de todos os matogrossenses.
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Paixão pela Bahia, Fé na Bahia
Saudade e Amor. Não sei mensurar o que sinto mais intensamente pela Bahia. Acho que me emocionei como Pedro Álvares Cabral, quando aportou por aqui. A generosidade e a exuberância, o gigantismo de sua natureza e a certeza de que boas oportunidades me esperavam. Isso foi em 1997 e acho que consegui corresponder. Quantas amizades e quantas realizações. Saudades e dever cumprido. Como foi bom, junto a outros amigos, montar a Artcom. Uma das grandes agências de propaganda em Salvador que ficava na cidade baixa e almejava altos sonhos. Na maioria realizados. Promovemos a FENAGRO, a festa que foi a precursora do Festival de Verão de Salvador, hoje uma das maiores festas da América Latina. Que bom ter, junto ao Paulinho Sfregga, colocado o bloco na rua. O "Qual é?" fez em Feira de Santana uma grande micareta com o Asa no comando. O "Qual é" também promoveu as grande festas de Salvador na época, para lançar o cartão de fidelidade para os associados, modelo seguido por todos até hoje. No circuito Barra-Ondina lançávamos um sucesso nacional: o grupo As Meninas, que após aquele carnaval bombou em todas as rádios e tvs do País. Falando em festa, fazíamos eventos do começo ao final do ano. Tanto é que inventamos o Rèveillon do Farol, hoje a segunda maior festa de Salvador. Mas todo bom baiano sabe que a Bahia não é só festa. É preciso suar muito para que grandes trabalhos sejam feitos. Na Artcom atendemos a Câmara de Dirigentes Logistas - CDL, Bahia Outlet Center, Bahia Praia Hotel, Artefacto, RTC Construtora, Yes Rent a Car, criamos o Festival de Inverno da Chapada Diamantina, onde muitos ilustres brasileiros puderam compravar a beleza do lugar. Entre eles Leila Pinheiro, Flavio Venturini, 14 Bis, Léo Gandelman, até hoje verdadeiros embaixadores daquela regiãodo Estado. Muitas saudades de fazer com o Dudo Uema, um excelente diretor de criação, todas estas campanhas que ajudaram a Bahia a ser maior e melhor ainda. Devo muito ao Estado, aqui aprendi o que é ser baiano e tenho certeza de que isso me acompanhará pelo resto da vida. Mais que um retorno, também é uma comprovação das histórias contadas pelo meu avô, Américo Moreira de Almeida, formado na Faculdade de Medicina da Bahia, a primeira do Brasil. De lá ele saiu para curar pessoas. Voltei para descobrir que pra ter saúde é preciso ser feliz. E aqui eu sou plenamente.
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