Após as cassações dos governadores da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB), e do Maranhão, Jackson Lago (PDT), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem para julgar processos que podem resultar nas cassações de outros oito governadores.
Dois deles se referem, inclusive, aos que substituíram os cassados nos cargos: José Maranhão (PMDB), que assumiu o governo da Paraíba, e Roseana Sarney (PMDB), que tomou posse no Maranhão.
Segundo a assessoria do TSE, os processos de Marcelo Miranda (PMDB), governador do Tocantins, e de Luiz Henrique da Silveira (PMDB), governador de Santa Catarina estão em fase mais adiantada e devem ser os próximos a serem julgados.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
para Lula uma nova era
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (4), ao longo de seu programa semanal de rádio “Café com o presidente”, que a descoberta de petróleo na área da camada pré-sal representa a segunda independência do Brasil e a chance de gerar recursos para serem aplicados, entre outros setores, na Educação.
Para Lula, o petróleo que ainda será extraído da região pode ajudar a mudar a cara do país. “O Brasil começa a construir uma nova era na história do petróleo. Tem a chance de se transformar num país com potencial extraordinário, e pode resolver parte dos problemas econômicos. Parte desse petróleo precisa ser colocada para resolver os problemas da educação, da pobreza. É quase a segunda independência do Brasil”.
Lula espera resultados que fortalecem o país. “Espero que a Petrobrás, que tem um conhecimento tecnológico extraordinário para tirar petróleo de grandes profundidades, consiga encontrar mais para que o Brasil seja cada vez mais forte, rico, e o povo tenha uma vida melhor”.
Para Lula, o petróleo que ainda será extraído da região pode ajudar a mudar a cara do país. “O Brasil começa a construir uma nova era na história do petróleo. Tem a chance de se transformar num país com potencial extraordinário, e pode resolver parte dos problemas econômicos. Parte desse petróleo precisa ser colocada para resolver os problemas da educação, da pobreza. É quase a segunda independência do Brasil”.
Lula espera resultados que fortalecem o país. “Espero que a Petrobrás, que tem um conhecimento tecnológico extraordinário para tirar petróleo de grandes profundidades, consiga encontrar mais para que o Brasil seja cada vez mais forte, rico, e o povo tenha uma vida melhor”.
frases
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"Eu, quando era deputado em Brasília, muitas vezes convoquei dirigentes da CUT, de centrais para se reunir com passagens do meu gabinete. Graças a Deus nunca levei nenhum filho meu para Europa."
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Comentando as novas regras fixadas pela Câmara sobre passagens aéreas
"A Justiça brasileira existe e se fez valer."
Protógenes Queiroz, delegado da PF
Sobre decisão do TRF de arquivar investigação contra o juiz De Sancits sobre a operação Satiagraha
"Eu, quando era deputado em Brasília, muitas vezes convoquei dirigentes da CUT, de centrais para se reunir com passagens do meu gabinete. Graças a Deus nunca levei nenhum filho meu para Europa."
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Comentando as novas regras fixadas pela Câmara sobre passagens aéreas
"A Justiça brasileira existe e se fez valer."
Protógenes Queiroz, delegado da PF
Sobre decisão do TRF de arquivar investigação contra o juiz De Sancits sobre a operação Satiagraha
domingo, 3 de maio de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
Senador Renan

O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) relatou, em Plenário, encontro que teve na quarta-feira (29) com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, para tratar do Projeto Serrote da Laje, segundo ele, "o maior investimento privado da história de Alagoas". O senador esteve acompanhado do prefeito do município alagoano de Arapiraca, Luciano Barbosa, e pelo empresário Carlos Bertoni, da mineradora Vale Verde.
De acordo com o senador, o Projeto Serrote da Laje, da mineradora Vale Verde, fez um mapeamento geológico do estado e confirmou a existência de jazidas expressivas de cobre e ferro. O projeto, que prevê investimentos de R$ 1 bilhão, deverá abranger pelo menos 15 municípios com uma mina a céu aberto e plantas de beneficiamento que devem processar mais de 40 mil toneladas/dia de minério e gerar mais de 2 mil empregos diretos.
O senador assinalou que a mineradora já investiu cerca de R$ 60 milhões no projeto, que necessita, para sua concretização, da construção de uma subestação de energia elétrica, rebaixando a linha de transmissão que vai da Hidrelétrica de Xingó até o município de Messias. Com isso, também deverá ser regularizado o fornecimento de energia para Arapiraca e outros municípios do agreste alagoano a partir de 2011, quando a subestação deverá estar concluída.
- O ministro conheceu detalhes do investimento e se comprometeu a dar atenção ao trâmite técnico normal deste projeto dentro do ministério - disse o senador, em discurso nesta quinta-feira (30).
Segundo Renan, o ministro Edison Lobão e se dispôs a visitar o estado de Alagoas na primeira quinzena de maio para ver de perto o que está sendo feito e anunciar os investimentos que o ministério vai fazer através da Eletrobrás no estado.
Renan voltou a se queixar dos seguidos atrasos no processo licitatório da duplicação da BR-101 em Alagoas. Ele disse que o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transporte (DNIT) cancelou pela quarta vez o edital de licitação para a obra. O senador lembrou que há meses tem cobrado uma solução, mas ressaltou que o diretor geral do DNIT, Luiz Antonio Pagot, parece estar mais preocupado com o calendário de outros estados do que com o de Alagoas.
- Do Rio Grande do Norte até Palmares, no sul de Pernambuco, as obras de duplicação da BR-101 seguem em ritmo acelerado. Em Alagoas, contudo, sequer o edital foi publicado. Conversei ontem [quarta-feira] com o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, e determinou a elaboração de uma nota técnica e anunciou que o edital será publicado no próximo dia 20 de maio.
O trecho da estrada a ser duplicado tem 247 quilômetros de extensão, de Sergipe a Pernambuco, e o custo da obra é de mais de R$ 700 milhões, informou Renan.
Da Redação / Agência Senado
Construção de hidrelétricas em Rondônia deve gerar 50 mil empregos, diz Raupp

construção das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio - ambas no trecho do Rio Madeira localizado em Rondônia - deve gerar cerca de 20 mil empregos diretos e 30 mil indiretos. Desse total, em torno de 70% deverão ser preenchidos por mão de obra da região. Foi o que declarou, em discurso nesta quinta-feira (30), o senador Valdir Raupp (PMDB-RO).
O parlamentar informou que, visando à construção dessas hidrelétricas, estão em andamento dois projetos de cooperação para a qualificação profissional de 18 mil trabalhadores. Essas parcerias incluem as construtoras Camargo Corrêa (integrante do consórcio responsável pela Usina de Jirau) e Odebrecht (do consórcio responsável pela Usina de Santo Antônio), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Serviço Social da Indústria (Sesi), entre outras instituições.
Mercado de trabalho
O senador também recordou que Rondônia foi um dos destaques do levantamento sobre o mercado de trabalho formal divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego no último dia 15. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) indicou que foram criados, em março passado, 1.299 empregos com carteira assinada no estado - desse total, 1.039 tiveram origem no setor de construção civil.
Raupp ressaltou ainda que, de acordo com os dados do Caged, Rondônia registrou um aumento de 3.957 empregos formais no primeiro trimestre do ano, o que representa uma expansão de 2,37% sobre o trimestre anterior. Segundo o Ministério do Trabalho, com os resultados dos primeiros três meses do ano, o estado apresentou o melhor desempenho da série histórica do Caged e da Região Norte.
Da Redação / Agência Senado
Sarney e Gilmar Mendes discutem 2º Pacto Republicano

Os projetos que tramitam no Senado para ajudar a desafogar o Judiciário brasileiro foram assunto de encontro, na manhã desta quinta-feira (30), entre o presidente desta Casa, José Sarney, e o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes. Gilmar pediu não só pressa na votação dessas matérias como a indicação dos dois nomes que o Senado indicará para integrar o comitê gestor do pacto, que já começa a trabalhar na próxima semana.
- São vários os projetos, entre eles um para uma nova Lei de Mandado de Segurança. Há também um aprovado na Câmara que permite ao STF convocar juízes auxiliares para que eles dinamizem os processos decorrentes de prerrogativa de foro. Pedi ao presidente Sarney que desse prioridade a esse projeto também no Senado. - afirmou o ministro antes, de deixar o prédio do Congresso.
Na entrevista concedida em frente ao gabinete da presidência do Senado, Gilmar foi indagado pelos jornalistas sobre o desentendimento que teve, no plenário daquela Corte, com o ministro Joaquim Barbosa. Ele respondeu que esse caso está ultrapassado e que o STF já se pronunciou sobre o assunto.
- Isso está devidamente disciplinado, regularizado, não acredito que haja outras consequências.
O ministro foi indagado por um jornalista sobre a existência de estudo para dar maior transparência aos gastos do Judiciário.
- O Judiciário é transparente. Tem colocado todos os dados à disposição dos senhores - respondeu o ministro.
Gilmar Mendes foi perguntado ainda sobre a CPI das Escutas Telefônicas Clandestinas, que encerra agora seus trabalhos na Câmara. Ele respondeu que o resultado dessa comissão de inquérito, haja ou não indiciamento de acusados, prestou um grande serviço ao Brasil.
- Iluminou esse quadro de abuso que vinha sendo perpetrado, desenvolvido, de forma sistemática.
Teresa Cardoso/ Agência Senado
Pedro Simon propõe medidas para aprimorar atividade política e o próprio Congresso
O senador Pedro Simon (PMDB-RS) apresentou em Plenário, nesta quinta-feira (30), sugestões que, em sua avaliação, poderiam contribuir para a melhoria da qualidade da atividade política no Brasil e do próprio Congresso Nacional.
Uma das primeiras mudanças necessárias, no entendimento do senador, seria a adoção do financiamento público das campanhas políticas. Segundo ele, o aparente "dispêndio inútil" de recursos públicos com as campanhas dos candidatos seria mais do que compensado pela retirada da participação financeira, por exemplo, de empreiteiras, que após as eleições "recobram fartamente as vultosas quantias investidas".
- Com que dinheiro o eleitor acha que é feita uma campanha atualmente? Será que uma empreiteira dá R$ 100 mil, R$ 200 mil, R$ 500 mil para um candidato porque ele é amigo ou porque está plantando para colher depois? - indagou.
Reclamando da impunidade reinante no país, o senador defendeu a não participação de candidatos com ficha suja nas eleições. Para que tal medida pudesse, contudo, ter aplicação prática, seria imprescindível que a Justiça realizasse o julgamento de candidatos sobre os quais houvesse qualquer acusação antes do final do prazo para inscrição no pleito.
Pedro Simon propôs ainda a implantação do voto distrital. Neste sistema, a metade das vagas para os parlamentos é distribuída pela regra proporcional e a outra metade, pelo sistema distrital. O eleitor tem dois votos para cada cargo: um para a lista proporcional (lista fechada) e outro para a disputa em seu distrito.
O senador também propôs que os trabalhos no Congresso sejam concentrados, com votações em todos os dias da semana, até que a pauta de cada mês seja esgotada. Na sua avaliação, isso iria reduzir os gastos com passagens aéreas, uma vez que cada parlamentar, em vez de ir e voltar de seu estado quatro vezes por mês, o faria apenas uma vez.
Simon reconheceu, no entanto, que tais modificações na práxis congressual somente se viabilizariam por força de pressões populares, uma vez que o corporativismo na Casa anularia quaisquer intenções moralizadoras internas.
- A gurizada [meninada, no linguajar gaúcho] de cara pintada na rua pode fazer essa campanha. E ela é mais fácil que a campanha das Diretas Já - disse o senador, lembrando que na época da campanha das Diretas havia grandes obstáculos a serem vencidos, como a resistência do próprio regime militar e o fato de as forças econômicas estarem do seu lado.
Em apartes os senadores Cristovam Buarque (PDT-DF), Arthur Virgílio (PSDB-AM) e Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) manifestaram seu apoio ao pronunciamento de Pedro Simon. Cristovam, apontando para a necessidade de ampliação das discussões entre senadores de temas importantes para o país, considerou uma tarefa intrincada a implementação na prática das inovações propostas por Simon.
Arthur Virgílio lamentou também o excessivo dispêndio de tempo pelos parlamentares em discussões de menor importância, em vez de concentrarem na busca de convergências fundamentais para a votação leis de interesse da população. Antônio Carlos Valadares considerou importante a colocação de limites e a fixação de parâmetros para privilégios que são concedidos não somente a deputados e senadores, mas também a servidores do Congresso.
Da Redação / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Uma das primeiras mudanças necessárias, no entendimento do senador, seria a adoção do financiamento público das campanhas políticas. Segundo ele, o aparente "dispêndio inútil" de recursos públicos com as campanhas dos candidatos seria mais do que compensado pela retirada da participação financeira, por exemplo, de empreiteiras, que após as eleições "recobram fartamente as vultosas quantias investidas".
- Com que dinheiro o eleitor acha que é feita uma campanha atualmente? Será que uma empreiteira dá R$ 100 mil, R$ 200 mil, R$ 500 mil para um candidato porque ele é amigo ou porque está plantando para colher depois? - indagou.
Reclamando da impunidade reinante no país, o senador defendeu a não participação de candidatos com ficha suja nas eleições. Para que tal medida pudesse, contudo, ter aplicação prática, seria imprescindível que a Justiça realizasse o julgamento de candidatos sobre os quais houvesse qualquer acusação antes do final do prazo para inscrição no pleito.
Pedro Simon propôs ainda a implantação do voto distrital. Neste sistema, a metade das vagas para os parlamentos é distribuída pela regra proporcional e a outra metade, pelo sistema distrital. O eleitor tem dois votos para cada cargo: um para a lista proporcional (lista fechada) e outro para a disputa em seu distrito.
O senador também propôs que os trabalhos no Congresso sejam concentrados, com votações em todos os dias da semana, até que a pauta de cada mês seja esgotada. Na sua avaliação, isso iria reduzir os gastos com passagens aéreas, uma vez que cada parlamentar, em vez de ir e voltar de seu estado quatro vezes por mês, o faria apenas uma vez.
Simon reconheceu, no entanto, que tais modificações na práxis congressual somente se viabilizariam por força de pressões populares, uma vez que o corporativismo na Casa anularia quaisquer intenções moralizadoras internas.
- A gurizada [meninada, no linguajar gaúcho] de cara pintada na rua pode fazer essa campanha. E ela é mais fácil que a campanha das Diretas Já - disse o senador, lembrando que na época da campanha das Diretas havia grandes obstáculos a serem vencidos, como a resistência do próprio regime militar e o fato de as forças econômicas estarem do seu lado.
Em apartes os senadores Cristovam Buarque (PDT-DF), Arthur Virgílio (PSDB-AM) e Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) manifestaram seu apoio ao pronunciamento de Pedro Simon. Cristovam, apontando para a necessidade de ampliação das discussões entre senadores de temas importantes para o país, considerou uma tarefa intrincada a implementação na prática das inovações propostas por Simon.
Arthur Virgílio lamentou também o excessivo dispêndio de tempo pelos parlamentares em discussões de menor importância, em vez de concentrarem na busca de convergências fundamentais para a votação leis de interesse da população. Antônio Carlos Valadares considerou importante a colocação de limites e a fixação de parâmetros para privilégios que são concedidos não somente a deputados e senadores, mas também a servidores do Congresso.
Da Redação / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
'Não se conhece democracia que sobreviva sem Congresso', diz Arthur Virgílio

Para o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM), o Congresso Nacional precisa dar respostas e se reinventar após a crise que atravessa, porque "não se conhece democracia que sobreviva sem Congresso". Em discurso nesta quinta-feira (30), ele se associou ao pronunciamento realizado anteriormente pelo senador Pedro Simon (PMDB-RS), que reiterou a necessidade de ações concretas que devolvam a credibilidade do Parlamento junto à opinião pública.
O senador acredita que a crise pela qual passa a instituição é um "momento de ruptura" e deve ser aproveitado para a construção de um Congresso mais forte. Isso, frisou, implica em que todos assumam as suas responsabilidades.
- Quem tiver responsabilidade, que a exerça plenamente e o faça da melhor maneira, seja na tribuna parlamentar, na tribuna da imprensa ou na tribuna da sociedade civil - disse o senador.
Arthur Virgílio frisou que o cidadão tem o direito de recusar o retorno de determinado político - aquele que julgue desnecessário, nocivo, ou lesivo ao processo democrático - à Câmara, ao Senado ou a qualquer posição na vida pública.
O Congresso, lembrou o senador, com todos os defeitos e qualidades que possui, representa a sociedade brasileira, é a média do que pensa o cidadão, e ambos, sociedade e Parlamento, precisam encontrar a melhor saída para a crise que o acomete e "deixa enferma a democracia brasileira".
Solidariedade
Arthur Virgílio registrou ainda sua preocupação com as enchentes que afetam as Regiões Norte e Nordeste do Brasil. Ele fez um apelo à sociedade e às autoridades brasileiras, que em sua opinião estão agindo "muito lentamente" para socorrer as vítimas, e pediu que se comece a pensar em um "SOS Amazônia ou SOS Nordeste", a exemplo do que ocorreu com Santa Catarina no início do ano.
O senador também cobrou agilidade na nomeação, pelos partidos com representação no Senado, dos parlamentares que participarão da comissão externa proposta por ele para verificar, in loco, os estragos causados pelas chuvas.
Arthur Virgílio comemorou ainda a revogação, pelo Supremo Tribunal Federal, da Lei de Imprensa, em sua opinião, "um dos últimos entulhos do autoritarismo".
Da Redação / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
mst e dilma
Sorocaba - Integrantes do movimento de sem-terra do Pontal do Paranapanema e região de Araçatuba, no oeste paulista, manifestaram hoje apoio à candidatura da ministra chefe da Casa Civil Dilma Rousseff à presidência da República. Em evento no município de Mirante para discutir o projeto do biodiesel na região, bancado pelo governo federal, o líder dissidente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-terra (MST), José Rainha Júnior, leu uma carta da ministra chefe da Casa Civil Dilma Roussef de apoio ao programa. "Aproveitamos para lançá-la como a candidata dos sem-terra à presidência", afirmou.
Durante o encontro, os sem-terra aprovaram, em plebiscito, a transferência da gestão da reforma agrária em São Paulo, hoje a cargo da Fundação Instituto de Terras (Itesp), órgão do governo estadual, para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Dos 3.700 votantes, 95% optaram pelo órgão federal, enquanto 3% preferiram o Itesp - houve 2% de votos brancos e nulos. O resultado será encaminhado aos governos paulista e federal.
Durante o encontro, os sem-terra aprovaram, em plebiscito, a transferência da gestão da reforma agrária em São Paulo, hoje a cargo da Fundação Instituto de Terras (Itesp), órgão do governo estadual, para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Dos 3.700 votantes, 95% optaram pelo órgão federal, enquanto 3% preferiram o Itesp - houve 2% de votos brancos e nulos. O resultado será encaminhado aos governos paulista e federal.
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china e eua
O ano do G-2 - China e EUA
Se os Estados Unidos não se cuidarem pode ser que China saia da crise ainda mais forte e faça o G-1 sozinha. Chineses manobram a seu favor o xadrez geopolítico mundial.
Se os Estados Unidos não se cuidarem pode ser que China saia da crise ainda mais forte e faça o G-1 sozinha. Chineses manobram a seu favor o xadrez geopolítico mundial.
Protógenes se compara a Lula em "perseguição"
delegado afastado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, convidado de honra da festa do 1º de Maio da Força Sindical, em São Paulo, afirmou que, a exemplo do presidente Lula, está sendo vítima de uma "perseguição" comandada por "forças internas e externas".
"No passado, o presidente, sua Excelência, o senhor Luiz Inácio Lula da Silva, foi a pessoa mais perseguida neste país, foi preso, e virou presidente. Comigo aconteceu a perseguição interna, investigações, desejo de obter uma prisão contra uma pessoa inocente. Que pais é este onde quem cumpre seu dever é preso?", afirmou.
"No passado, o presidente, sua Excelência, o senhor Luiz Inácio Lula da Silva, foi a pessoa mais perseguida neste país, foi preso, e virou presidente. Comigo aconteceu a perseguição interna, investigações, desejo de obter uma prisão contra uma pessoa inocente. Que pais é este onde quem cumpre seu dever é preso?", afirmou.
Casal Zoghbi acusa Agaciel Maia de chefiar esquema de corrupção no Senado
O ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia chefia um esquema de corrupção nos contratos terceirizados na Casa. A acusação foi feita pelo casal João Carlos e Denise Zoghbi, respectivamente ex-diretor de Recursos Humanos do Senado e ex-diretora do Instituto Legislativo Brasileiro, em entrevista à revista "Época" publicada nesta semana.
Segundo a revista, João Carlos e Denise afirmaram que há corrupção nas contratações no Prodasen (Sistema de Processamento de Dados), na comunicação social, no transporte, na vigilância e no serviço de taquigrafia. O casal diz ainda que Agaciel é sócio de todas as empresas terceirizadas que têm contrato com o Senado.
Após 14 anos como diretor-geral, Agaciel Maia deixou o cargo há dois meses, quando a Folha revelou que ele usou um irmão para esconder da Justiça a propriedade de uma casa avaliada em cerca de R$ 5 milhões.
"Esses anos todos, o Senado tem um dono. Um único dono", afirmou Denise à revista sobre Agaciel Maia.
À revista o ex-diretor-geral negou as acusações e atribuiu as denúncias à uma antiga rivalidade com Zoghbi.
Segundo a revista, o casal Zoghbi não revelou quais os senadores que se beneficiam dos supostos esquemas chefiados por Agaciel Maia.
A reportagem informa que as acusações contra Agaciel foram feitas pelo casal depois que a revista informou, na semana passada, que Zoghbi usou sua ex-babá como laranja de três empresas criadas por ele para administrar contratos com o Senado. O casal solicitou nova entrevista e revelou os negócios chefiados por Agaciel Maia.
Com a publicação do caso da ex-babá, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), determinou que a Polícia Legislativa investigasse Zoghbi, que já respondia sindicâncias por supostamente ter utilizado um apartamento funcional da Casa para acomodar parte da sua família.
Zoghbi, que continuava como funcionário na Casa, pediu aposentadoria ontem para escapar da demissão.
Segundo a revista, João Carlos e Denise afirmaram que há corrupção nas contratações no Prodasen (Sistema de Processamento de Dados), na comunicação social, no transporte, na vigilância e no serviço de taquigrafia. O casal diz ainda que Agaciel é sócio de todas as empresas terceirizadas que têm contrato com o Senado.
Após 14 anos como diretor-geral, Agaciel Maia deixou o cargo há dois meses, quando a Folha revelou que ele usou um irmão para esconder da Justiça a propriedade de uma casa avaliada em cerca de R$ 5 milhões.
"Esses anos todos, o Senado tem um dono. Um único dono", afirmou Denise à revista sobre Agaciel Maia.
À revista o ex-diretor-geral negou as acusações e atribuiu as denúncias à uma antiga rivalidade com Zoghbi.
Segundo a revista, o casal Zoghbi não revelou quais os senadores que se beneficiam dos supostos esquemas chefiados por Agaciel Maia.
A reportagem informa que as acusações contra Agaciel foram feitas pelo casal depois que a revista informou, na semana passada, que Zoghbi usou sua ex-babá como laranja de três empresas criadas por ele para administrar contratos com o Senado. O casal solicitou nova entrevista e revelou os negócios chefiados por Agaciel Maia.
Com a publicação do caso da ex-babá, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), determinou que a Polícia Legislativa investigasse Zoghbi, que já respondia sindicâncias por supostamente ter utilizado um apartamento funcional da Casa para acomodar parte da sua família.
Zoghbi, que continuava como funcionário na Casa, pediu aposentadoria ontem para escapar da demissão.
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