- Globo: Lula veta limite de gastos com diárias e publicidade em 2010
- Folha: Ministros atacam bancos privados por mais crédito
- Estadão: Grupo de Agaciel tentou legalizar atos secretos
- JB: Menos gripe em setembro
- Correio: Lula corta R$ 66 milhões em investimentos no DF
- Valor: Câmbio já devolve perdas bilionárias das empresas
- Estado de Minas: Pobres deixam para trás ricos e classe média
- Jornal do Commercio: Garota morre ao fazer chapinha
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Perillo diz que aliados preferem Meirelles de adversário
Candidato ao governo de Goiás em 2010, o senador Marconi Perillo (PSDB) disse que seus aliados preferem ter como adversário na disputa o atual presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, do que o prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB). Segundo Perillo, integrantes de seu grupo avaliam que uma eventual candidatura de Meirelles "seria mais vulnerável" na disputa. Meirelles, que chegou a se eleger deputado federal em 2002.
Meirelles é candidato de Lula ao governo de Goiás confirmou sua disposição de concorrer a algum cargo eletivo em 2010 e não está filiado a nenhuma legenda até agora.
"Meus apoiadores acham que a candidatura de Henrique Meirelles é mais vulnerável porque ele tem menos jogo de cintura e fez menos pelo Estado, enquanto Iris Rezende tem uma história política em Goiás. Eu não sei ainda se concordo com essa avaliação", afirmou Perillo, primeiro vice-presidente
Meirelles é candidato de Lula ao governo de Goiás confirmou sua disposição de concorrer a algum cargo eletivo em 2010 e não está filiado a nenhuma legenda até agora.
"Meus apoiadores acham que a candidatura de Henrique Meirelles é mais vulnerável porque ele tem menos jogo de cintura e fez menos pelo Estado, enquanto Iris Rezende tem uma história política em Goiás. Eu não sei ainda se concordo com essa avaliação", afirmou Perillo, primeiro vice-presidente
Os acreanos ........
Os acreanos já dão como favas contadas a saída de Marina Silva do PT para acabar com o sufoco que ela enfrenta com os irmãos Viana __ Jorge, o ex-governador, e Tião, o senador. E, no PV, a senadora tem o caminho que quiser, seja Presidência da República, governo do estado ou mesmo o Senado.
Não foi à toa que José Dirceu escreveu em seu blog que o partido deve pedir o mandato de Marina, se ela sair do PT. E o incrível é que, quando alguns repórteres foram perguntar ao líder Aloizio Mercadante o que ele achava do pedido de Dirceu, o senador afirmou que ficava com a doce carta que entregou à Marina, para dizer que a história dela se confunde com a do PT e que onde ela estiver "o PT não sairá dela".
Não sei se você notou, leitor, mas Dirceu e Mercadanrte não se entendem nem mesmo quanto à saída de Marina Silva da legenda..
Não foi à toa que José Dirceu escreveu em seu blog que o partido deve pedir o mandato de Marina, se ela sair do PT. E o incrível é que, quando alguns repórteres foram perguntar ao líder Aloizio Mercadante o que ele achava do pedido de Dirceu, o senador afirmou que ficava com a doce carta que entregou à Marina, para dizer que a história dela se confunde com a do PT e que onde ela estiver "o PT não sairá dela".
Não sei se você notou, leitor, mas Dirceu e Mercadanrte não se entendem nem mesmo quanto à saída de Marina Silva da legenda..
Íris quer Lula feliz
Virou feriado. Para lotar o evento hoje do presidente Lula em Goiás, o prefeito da capital, Íris Rezende (PMDB), decretou ponto facultativo na administração municipal. E há servidores foram orientados a comparecer à solenidade de entrega de casas populares na cidade hoje à tarde. O prefeito chegou até a reunir lojistas para pedir que seus funcionários fosem liberados mais cedo, a tempo fazer número na tal solenidade prevista para 16h. Íris quer mostrar que o presidente
Pesquisa
O tamanho do estrago feito pela senadora Marina Silva (PT-AC) na candidatura da ministra Dilma Rousseff (PT) finalmente vem a público, em números precisos, em 4 das 81 páginas da pesquisa que o PV encomendou em julho e só anteontem foi entregue, inteiramente tabulada, pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe). No confronto direto entre Marina e Dilma, em quatro cenários, a senadora perde em um, empata em outro e ganha em dois.
A primeira dessas tabelas mostra José Serra (PSDB) com 28% das preferências e Ciro Gomes (PSB) com 16%, seguidos de Dilma (14%), Heloísa Helena (PSOL) com 13% e Marina em quinto, com 10%. Na segunda, sem Heloísa, Marina sobe e empata com Dilma em 14% (Serra lidera com 30% e Ciro fica com 22%). A virada da ex-ministra do Meio Ambiente aparece quando Ciro também é tirado da disputa. Nessa hipótese, Serra sobe para 37% e Marina vence Dilma por 24% a 16%. E na última hipótese, em que Aécio entra no lugar de Serra e Ciro continua de fora, Marina aparece em primeiro lugar com 27% das intenções de voto, contra 25% do governador mineiro e 19% de Dilma.
A pesquisa, coordenada por Antonio Lavareda, foi feita por telefone entre 22 e 23 de julho - há 20 dias, portanto - e ouviu 2 mil eleitores de todo o País. A "margem de erro máxima para os totais", como define o pesquisador, é de 2,2%. Ele recorre a essa expressão porque, segundo explicou, essa margem "pode ser maior em universos menores dentro da pesquisa". O próprio Lavareda se diz surpreso com esses resultados. "Eu e a torcida do Flamengo", afirma.
A primeira dessas tabelas mostra José Serra (PSDB) com 28% das preferências e Ciro Gomes (PSB) com 16%, seguidos de Dilma (14%), Heloísa Helena (PSOL) com 13% e Marina em quinto, com 10%. Na segunda, sem Heloísa, Marina sobe e empata com Dilma em 14% (Serra lidera com 30% e Ciro fica com 22%). A virada da ex-ministra do Meio Ambiente aparece quando Ciro também é tirado da disputa. Nessa hipótese, Serra sobe para 37% e Marina vence Dilma por 24% a 16%. E na última hipótese, em que Aécio entra no lugar de Serra e Ciro continua de fora, Marina aparece em primeiro lugar com 27% das intenções de voto, contra 25% do governador mineiro e 19% de Dilma.
A pesquisa, coordenada por Antonio Lavareda, foi feita por telefone entre 22 e 23 de julho - há 20 dias, portanto - e ouviu 2 mil eleitores de todo o País. A "margem de erro máxima para os totais", como define o pesquisador, é de 2,2%. Ele recorre a essa expressão porque, segundo explicou, essa margem "pode ser maior em universos menores dentro da pesquisa". O próprio Lavareda se diz surpreso com esses resultados. "Eu e a torcida do Flamengo", afirma.
Na briga pela audiência
Na briga pela audiência, A Fazenda caminha para suas últimas semanas e continua engordando no Ibope. Ontem, conseguiu uma média de 21 pontos na Grande São Paulo.
Disputou palmo a palmo com o Toma Lá Dá Cá e venceu o Profissão Repórter, ambos da Globo - contra este último, foi uma vitória tranquila: 23 pontos contra 14 pontos. Depois, enquanto disputou com o Jornal da Globo, seguiu na dianteira.
Disputou palmo a palmo com o Toma Lá Dá Cá e venceu o Profissão Repórter, ambos da Globo - contra este último, foi uma vitória tranquila: 23 pontos contra 14 pontos. Depois, enquanto disputou com o Jornal da Globo, seguiu na dianteira.
BB: o maior lucro semestral de sua história
O lucro semestral que o Banco do Brasil irá anunciar hoje é de 4,014 bilhões de reais - o maior dos seus 201 anos de história. É um valor 0,61% acima do lucro do primeiro semestre do ano passado. Mas quando se coteja o segundo trimestre com o primeiro trimestre, a alta foi de 41%.
No entanto, em comparação com os outros dois gigantes do setor, seu lucro foi menor: o Bradesco lucrou 4,020 bilhões de reais; e o Itaú Unibanco, 4,86 bilhões de reais.
O BB voltou a ser o maior banco brasileiro em ativos (mais detalhes na nota postada ontem, às 20h19), posto que perdeu em novembro quando o Itaú e o Unibanco juntaram as forças (e os ativos).
Aos números: 598 bilhões de reais contra 596 bilhões de reais. Mas esse número irá subir ao longo deste semestre. Em breve, o BB poderá contabilizar 45 bilhões de reais da compra dos 50% do Banco Votorantim, ocorrida meses atrás.
No entanto, em comparação com os outros dois gigantes do setor, seu lucro foi menor: o Bradesco lucrou 4,020 bilhões de reais; e o Itaú Unibanco, 4,86 bilhões de reais.
O BB voltou a ser o maior banco brasileiro em ativos (mais detalhes na nota postada ontem, às 20h19), posto que perdeu em novembro quando o Itaú e o Unibanco juntaram as forças (e os ativos).
Aos números: 598 bilhões de reais contra 596 bilhões de reais. Mas esse número irá subir ao longo deste semestre. Em breve, o BB poderá contabilizar 45 bilhões de reais da compra dos 50% do Banco Votorantim, ocorrida meses atrás.
O Ibope da guerra dos telejornais
A troca de chumbo ontem entre Globo e Igreja Universal, através do Jornal Nacional e do Jornal da Record, não alterou a audiência habitual dos dois telejornais: a Globo obteve quatro vezes mais telespectadores que a emissora do bispo Macedo. Na média, o Ibope do JN foi de 36 pontos contra 8,5 pontos do JR, na Grande São Paulo.
No horário do confronto, porém, ou seja, na segunda metade desses telejornais, quando a Record atacou a Globo e a Globo mostrou uma reportagem sobre a Igreja Universal, a audiência foi ligeiramente diferente: 35 pontos contra dez pontos.
Em princípio, a Record vai continuar seus ataques no JR de hoje à noite. Mas o martelo somente será batido à tarde.
No horário do confronto, porém, ou seja, na segunda metade desses telejornais, quando a Record atacou a Globo e a Globo mostrou uma reportagem sobre a Igreja Universal, a audiência foi ligeiramente diferente: 35 pontos contra dez pontos.
Em princípio, a Record vai continuar seus ataques no JR de hoje à noite. Mas o martelo somente será batido à tarde.
manchetes desta quinta
- Globo: Ex-secretária que contesta Dilma vai depor no Senado
- Folha: BB passa Itaú e é maior banco do país
- Estadão: Líder tucano é poupado após acordo no Senado
- JB: Segurança particular é maior do que polícia
- Correio: Efeitos da gripe suína: Grávidas recebem licença/deputados pedem Tamiflu/risco em hospitais lotados
- Valor: Mudança contábil eleva patrimônio de empresas
- Estado de Minas: Perderam, bandidos...
- Jornal do Commercio: TCE manda baixar o preço da limpeza do Recife
- Folha: BB passa Itaú e é maior banco do país
- Estadão: Líder tucano é poupado após acordo no Senado
- JB: Segurança particular é maior do que polícia
- Correio: Efeitos da gripe suína: Grávidas recebem licença/deputados pedem Tamiflu/risco em hospitais lotados
- Valor: Mudança contábil eleva patrimônio de empresas
- Estado de Minas: Perderam, bandidos...
- Jornal do Commercio: TCE manda baixar o preço da limpeza do Recife
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Meirelles é candidato de Lula ao governo de Goiás
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, é o candidato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao governo de Goiás em 2010. Lula considera que com ele será possível vencer o senador Marconi Perillo (PSDB), que tem a intenção de voltar ao governo goiano pela terceira vez. Lula considera que Perillo prejudicou seu governo por duas vezes: em 2005, quando disse que havia advertido o presidente da existência do mensalão e agora, na vice-presidência do Senado, por dirigir as votações de forma a derrotar o Palácio do Planalto.
Meirelles tem duas opções para se filiar. Ou no PP do governador Alcides Rodrigues, ou no PRB do vice-presidente José Alencar. Em qualquer dos casos, a intenção de Lula é formar uma grande aliança no Estado, que iria do PT ao PR de Sandro Mabel, do PCdoB ao PMDB do prefeito de Goiânia, Iris Rezende, e de sua mulher, a deputada Iris de Araújo, atual presidente do partido. A Alcides, que já foi aliado e por duas vezes vice-governador de Perillo, está reservada uma vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE), de acordo com os planos em gestação no governo federal.
Lula vai a Anápolis e Goiânia amanhã para inaugurar obras. Aproveitará para fazer novas costuras em favor de Meirelles e de sua candidatura ao governo estadual. Se optar pelo PP, Meirelles vai encontrar um partido bem estruturado, que está no governo, tem prefeituras e deputados federais. Indagado pelo jornal O Estado de S. Paulo sobre seu futuro político, o presidente do BC se esquivou. "Sem comentários."
Caso queira o PRB de Alencar, Meirelles terá de estruturá-lo, embora a sigla já tenha uma base bastante sólida no meio dos evangélicos, pois é controlado pela Igreja Universal do Reino de Deus. Os evangélicos da Universal foram importantes para as duas eleições de Lula, pois ele sofria muitas resistências nessa camada de eleitores.
Meirelles é forte politicamente em Goiás. Em 2002, aliado a Perillo, foi eleito deputado pelo PSDB com a maior votação do Estado. Antes de assumir, porém, foi convidado por Lula para ser o presidente do Banco Central. Teve de renunciar ao mandato e se desfiliar. Apesar disso, o presidente do BC não parou de fazer política. Nos fins de semana, Meirelles - cortejado também pelo PR, PTB e PMDB - costuma receber caravanas de prefeitos e parlamentares em uma chácara na rodovia que liga Goiânia a Nerópolis, a cerca de 20 quilômetros da capital federal.
Meirelles tem duas opções para se filiar. Ou no PP do governador Alcides Rodrigues, ou no PRB do vice-presidente José Alencar. Em qualquer dos casos, a intenção de Lula é formar uma grande aliança no Estado, que iria do PT ao PR de Sandro Mabel, do PCdoB ao PMDB do prefeito de Goiânia, Iris Rezende, e de sua mulher, a deputada Iris de Araújo, atual presidente do partido. A Alcides, que já foi aliado e por duas vezes vice-governador de Perillo, está reservada uma vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE), de acordo com os planos em gestação no governo federal.
Lula vai a Anápolis e Goiânia amanhã para inaugurar obras. Aproveitará para fazer novas costuras em favor de Meirelles e de sua candidatura ao governo estadual. Se optar pelo PP, Meirelles vai encontrar um partido bem estruturado, que está no governo, tem prefeituras e deputados federais. Indagado pelo jornal O Estado de S. Paulo sobre seu futuro político, o presidente do BC se esquivou. "Sem comentários."
Caso queira o PRB de Alencar, Meirelles terá de estruturá-lo, embora a sigla já tenha uma base bastante sólida no meio dos evangélicos, pois é controlado pela Igreja Universal do Reino de Deus. Os evangélicos da Universal foram importantes para as duas eleições de Lula, pois ele sofria muitas resistências nessa camada de eleitores.
Meirelles é forte politicamente em Goiás. Em 2002, aliado a Perillo, foi eleito deputado pelo PSDB com a maior votação do Estado. Antes de assumir, porém, foi convidado por Lula para ser o presidente do Banco Central. Teve de renunciar ao mandato e se desfiliar. Apesar disso, o presidente do BC não parou de fazer política. Nos fins de semana, Meirelles - cortejado também pelo PR, PTB e PMDB - costuma receber caravanas de prefeitos e parlamentares em uma chácara na rodovia que liga Goiânia a Nerópolis, a cerca de 20 quilômetros da capital federal.
CCJ do Senado aprova convite para Lina Vieira depor
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou hoje o convite para que a ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira compareça ao plenário da comissão. O PSDB e o DEM se articularam para pegar os governistas de surpresa. Diante do cochilo da base aliada, que em sua maioria estava ausente, o presidente da CCJ, Demóstenes Torres (DEM-GO), colocou em votação requerimento para ouvir a ex-secretária, que afirmou ter recebido um pedido da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, para "agilizar" processo na Receita envolvendo a família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). A audiência da ex-secretária foi marcada para terça-feira.
O drible nos governistas foi uma forma de compensar a maioria folgada do governo na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, onde a oposição não conseguiu aprovar a convocação de Lina. O senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), única voz da base aliada, acabou protestando sozinho.
O drible nos governistas foi uma forma de compensar a maioria folgada do governo na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, onde a oposição não conseguiu aprovar a convocação de Lina. O senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), única voz da base aliada, acabou protestando sozinho.
Mandato de Marina Silva pertence ao PT, diz José Dirceu
Apesar dos apelos de vários partidários pela permanência da senadora Marina Silva (AC) no PT, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (SP) publicou texto no seu blog no qual alega que o partido deve ficar com o mandato dela, caso confirme sua filiação ao pv
De acordo com Dirceu, Marina era vista "como uma militante e liderança que ao lutar pela floresta, contrariava o progresso do Acre". Para ele, Marina foi eleita "pela luta de dezenas de anos da esquerda, de Chico Mendes; pelo apoio que recebeu de Jorge e Tião Viana e da militância do PT, já que a resistência dos madeireiros e daqueles que queriam avançar sobre a floresta e contra seus povos criou uma rejeição à sua candidatura mesmo entre o eleitorado popular".
Sobre o que deve acontecer com o mandato da senadora, o ex-deputado escreveu: "Marina foi eleita quando a realidade demonstrou que ela, Jorge Viana e o PT lutavam a favor daquele Estado e de seu povo. Assim, o seu mandato pertence ao povo do Acre e também ao PT e à militância petista que sempre esteve ao seu lado e a apoiou no Brasil inteiro".
De acordo com Dirceu, Marina era vista "como uma militante e liderança que ao lutar pela floresta, contrariava o progresso do Acre". Para ele, Marina foi eleita "pela luta de dezenas de anos da esquerda, de Chico Mendes; pelo apoio que recebeu de Jorge e Tião Viana e da militância do PT, já que a resistência dos madeireiros e daqueles que queriam avançar sobre a floresta e contra seus povos criou uma rejeição à sua candidatura mesmo entre o eleitorado popular".
Sobre o que deve acontecer com o mandato da senadora, o ex-deputado escreveu: "Marina foi eleita quando a realidade demonstrou que ela, Jorge Viana e o PT lutavam a favor daquele Estado e de seu povo. Assim, o seu mandato pertence ao povo do Acre e também ao PT e à militância petista que sempre esteve ao seu lado e a apoiou no Brasil inteiro".
Duque decide hoje sobre Virgílio e diz não saber de 'acordão'
O senador e presidente do Conselho de Ética, Paulo Duque (PMDB-RJ), irá examinar na tarde desta quarta-feira, 12, a representação que o PMDB, seu partido, protocolou contra o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM). Duque disse que seu parecer está pronto, mas que não irá adiantá-lo. Além disso o presidente do Conselho de Ética garante que não participou de nenhum acordo paralelo, respondendo perguntas de jornalistas sobre o possível 'acordão' que governo e oposição já teriam feito para dar fim a crise.
Além de Paulo Duque, outros senadores afirmaram que não existe um acordo entre oposição e governo para dar fim a crise. Aloizio Mercadante,(PT-SP) líder da bancada petista no Senado, desmentiu na manhã desta quarta-feira em programa da emissora de televisão Globo News que haja tal acordo. Na mesma linha seguiu Romero Jucá (PMDB-RR), que disse não haver "acordo" e sim "entendimento para que a discussão possa fluir".
A oposição também se manifestou sobre o tema. Tasso Jereissatti (PSDB-CE) garante que seu pedido de desculpas pela discussão que protagonizou juntamente com Renan Calheiros (PMDB-AL) em plenário na semana passada, não é um indício de que o 'acordão' exista. "A possibilidade de um acordo na base do toma lá dá cá é zero, nenhuma",disse o tucano.
Mesmo com a negativa de ambos os lados sobre a existência do acordo, os discursos na terça-feira, 11, foram em tom mais ameno. Além do pedido de desculpas de Tasso, Sérgio Guerra (PSDB-PE) afirmou que é preciso evitar adjetivos e moderar as palavras. Virgílio classificou o discurso de Tasso como "de alto nível", enquanto líderes do governo viram tudo e não partiram para bate-boca com os opositores. O DEM, por sua parte, admitiu que os partidos fizeram "um esforço tático" para superar um nível de tensão que eles classificaram como "insuportável".
A denúncia
O PMDB acusa Arthur Virgílio de ter mantido, por 18 meses, o pagamento de um servidor de seu gabinete que estava estudando na Espanha. O tucano prometeu devolver mais de R$ 210 mil aos cofres da Casa para ressarcir o Senado das despesas com esse servidor.
A representação contra Arthur Virgílio foi encaminhada pelo PMDB na última quinta-feira, 6. Na representação, lida em Plenário pelo líder do partido, Renan Calheiros (PMDB-AL), é pedida a cassação do mandato do senador tucano por quebra de decoro parlamentar, por ter "praticado clientelismo" e provocado prejuízos aos cofres públicos. Entre as acusações, está a de ter autorizado servidor comissionado de seu gabinete a se afastar do trabalho para estudar e morar no exterior, sem prejuízo da remuneração paga pelo Senado.
A utilização de recursos do Plano de Saúde Parlamentar acima dos limites permitidos no tratamento de pessoa de sua família, bem como o "recebimento de doação" do ex-diretor-geral do Senado Federal Agaciel Maia, para pagamento de gastos dele e de sua família em Paris, também foram mencionados na representação do PMDB contra Arthur Virgílio.
Sobre a denúncia peemedebista contra o tucano, Paulo Duque afirmou que a ação é mais bem fundamentada juridicamente do que as onze registradas pelo PSDB e PSOl contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP),e que foram arquivadas na semana passada. Como não haverá reunião do colegiado nesta quarta-feira, Duque deve encaminhar seu despacho à Secretaria Geral da Mesa, conforme informou.
Duque também declarou que o Conselho de Ética se reunirá na próxima semana para decidir sobre todos os recursos interpostos contra sua decisão de, na semana passada, arquivar todas as denúncias contra o presidente do Senado, José Sarney.
Além de Paulo Duque, outros senadores afirmaram que não existe um acordo entre oposição e governo para dar fim a crise. Aloizio Mercadante,(PT-SP) líder da bancada petista no Senado, desmentiu na manhã desta quarta-feira em programa da emissora de televisão Globo News que haja tal acordo. Na mesma linha seguiu Romero Jucá (PMDB-RR), que disse não haver "acordo" e sim "entendimento para que a discussão possa fluir".
A oposição também se manifestou sobre o tema. Tasso Jereissatti (PSDB-CE) garante que seu pedido de desculpas pela discussão que protagonizou juntamente com Renan Calheiros (PMDB-AL) em plenário na semana passada, não é um indício de que o 'acordão' exista. "A possibilidade de um acordo na base do toma lá dá cá é zero, nenhuma",disse o tucano.
Mesmo com a negativa de ambos os lados sobre a existência do acordo, os discursos na terça-feira, 11, foram em tom mais ameno. Além do pedido de desculpas de Tasso, Sérgio Guerra (PSDB-PE) afirmou que é preciso evitar adjetivos e moderar as palavras. Virgílio classificou o discurso de Tasso como "de alto nível", enquanto líderes do governo viram tudo e não partiram para bate-boca com os opositores. O DEM, por sua parte, admitiu que os partidos fizeram "um esforço tático" para superar um nível de tensão que eles classificaram como "insuportável".
A denúncia
O PMDB acusa Arthur Virgílio de ter mantido, por 18 meses, o pagamento de um servidor de seu gabinete que estava estudando na Espanha. O tucano prometeu devolver mais de R$ 210 mil aos cofres da Casa para ressarcir o Senado das despesas com esse servidor.
A representação contra Arthur Virgílio foi encaminhada pelo PMDB na última quinta-feira, 6. Na representação, lida em Plenário pelo líder do partido, Renan Calheiros (PMDB-AL), é pedida a cassação do mandato do senador tucano por quebra de decoro parlamentar, por ter "praticado clientelismo" e provocado prejuízos aos cofres públicos. Entre as acusações, está a de ter autorizado servidor comissionado de seu gabinete a se afastar do trabalho para estudar e morar no exterior, sem prejuízo da remuneração paga pelo Senado.
A utilização de recursos do Plano de Saúde Parlamentar acima dos limites permitidos no tratamento de pessoa de sua família, bem como o "recebimento de doação" do ex-diretor-geral do Senado Federal Agaciel Maia, para pagamento de gastos dele e de sua família em Paris, também foram mencionados na representação do PMDB contra Arthur Virgílio.
Sobre a denúncia peemedebista contra o tucano, Paulo Duque afirmou que a ação é mais bem fundamentada juridicamente do que as onze registradas pelo PSDB e PSOl contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP),e que foram arquivadas na semana passada. Como não haverá reunião do colegiado nesta quarta-feira, Duque deve encaminhar seu despacho à Secretaria Geral da Mesa, conforme informou.
Duque também declarou que o Conselho de Ética se reunirá na próxima semana para decidir sobre todos os recursos interpostos contra sua decisão de, na semana passada, arquivar todas as denúncias contra o presidente do Senado, José Sarney.
Câmara vai convidar Mantega para explicar Petrobras
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, será convidado a comparecer à Comissão de Finanças e Tributação da Câmara para esclarecer a mudança do regime tributário da Petrobras. A proposta, aprovada hoje pela comissão, é de autoria do deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP). Mas o requerimento, que inicialmente era de convocação, foi transformado em convite. Segundo informações da comissão, ainda não há data definida para a audiência pública do ministro.
O senado Alvaro Dias (PSDB-PR) insistiu ontem na necessidade da convocação da ex-secretária da receita Federal Lina Maria Vieira para depor na CPI da Petrobras. Após ouvir a explicação do secretário interino Otacílio Cartaxo, de que instâncias internas da Receita entendem que pode haver mudança do regime contábil de caixa ou competência durante o mesmo ano-calendário, o senador apresentou uma nota divulgada pela Receita no dia 11 de maio, na qual informava que não era permitida a mudança durante o ano-calendário.
O senado Alvaro Dias (PSDB-PR) insistiu ontem na necessidade da convocação da ex-secretária da receita Federal Lina Maria Vieira para depor na CPI da Petrobras. Após ouvir a explicação do secretário interino Otacílio Cartaxo, de que instâncias internas da Receita entendem que pode haver mudança do regime contábil de caixa ou competência durante o mesmo ano-calendário, o senador apresentou uma nota divulgada pela Receita no dia 11 de maio, na qual informava que não era permitida a mudança durante o ano-calendário.
Lula: senadores poderiam agir de forma 'mais civilizada'
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou hoje o nível do debate entre os senadores na semana passada. Em discurso de improviso durante a comemoração dos 150 anos da Igreja Presbiteriana no Brasil, Lula citou os "debates no nosso querido Senado" e em seguida, criticou: "Recentemente o nível do debate está abaixo da média de compreensão da nossa sociedade. São pessoas formadas, com mais de 35 anos, que poderiam agir de forma mais civilizada. Se agridem e mesmo o cidadão que gosta muito de política, fica sem entender o que está acontecendo", afirmou o presidente na primeira Igreja Presbiteriana do País, no centro do Rio de Janeiro.
Ontem, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), da tribuna do Senado, pediu desculpas pelo episódio da semana passada quando bateu boca com o líder do PMDB, senador Renan Calheiros (AP), e o chamou de "cangaceiro de terceira categoria", após ter sido chamado pelo senador alagoano de "coronel de merda".
Lula também reclamou dos críticos do Bolsa Família que "dizem que o governo está motivando as pessoas a não procurarem trabalho". "Só pensa isso uma pessoa que não conhece a pobreza, que paga R$ 100 de gorjeta depois de tomar meia dúzia de doses de uísque", disse o presidente. Lula disse ainda que ter chegado à Presidência da República "foi obra de Deus".
Ontem, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), da tribuna do Senado, pediu desculpas pelo episódio da semana passada quando bateu boca com o líder do PMDB, senador Renan Calheiros (AP), e o chamou de "cangaceiro de terceira categoria", após ter sido chamado pelo senador alagoano de "coronel de merda".
Lula também reclamou dos críticos do Bolsa Família que "dizem que o governo está motivando as pessoas a não procurarem trabalho". "Só pensa isso uma pessoa que não conhece a pobreza, que paga R$ 100 de gorjeta depois de tomar meia dúzia de doses de uísque", disse o presidente. Lula disse ainda que ter chegado à Presidência da República "foi obra de Deus".
PSB DIZ QUE PERDEU 5% DOS VOTOS PARA GEDDEL
O PSB da Bahia minimizou em nota a adesão de ex-socialistas ao ministro da Integração Nacional, o peemedebista Geddel Vieira Lima. Segundo o comando do PSB, os diretórios de apenas 13 das 290 cidades onde o partido está organizado deixaram a sigla para aderir ao projeto eleitoral de Geddel em 2010. "Nenhum dos 16 prefeitos, nenhum dos 12 vices prefeitos e nenhum dos vereadores dos 88 municípios acompanharam os adesistas ao PMDB. Somados, os votos dos que saíram do PSB não chegam a 20 mil para deputado federal e a 15 mil para deputado estadual", diz a nota. A legenda controlada pela deputada federal Lídice da Mata diz ter perdido apenas 5% dos seus votos para Geddel. De acordo com o comunicado, os que saíram faziam parte da chamada "coluna do ministro no partido", e não possuem "significado eleitoral", a exemplo do ex-presidente da executiva municipal, Paulo Mascarenhas. Enquanto isso, os socialistas se preparam para receber um novo membro: o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Nilo (sem partido).
pode virar a guerra do fim do mundo.
Depois das denúncias feitas ontem, no Jornal Nacional, contra o bispo Edir Macêdo, da Igreja Universal e da Record, o grupo do bispo resolveu revidar. Está divulgando que hoje à noite, às 19h45, no Jornal da Record, apresentará um dossiê completo sobre a Rede Globo. Do jeito que vai, pode virar a guerra do fim do mundo.
manchetes desta quarta
- Globo: Anac propõe acelerar privatização do Galeão
- Folha: Brasil é o país que mais se desfaz de títulos dos EUA
- Estadão: Oposição aceita acordo que preserva Sarney
- JB: Alerj aprova lei contra o fumo em locais públicos
- Correio: Preço de lote da União vai subir, prevê Terracap
- Valor: BC liquida posições e sai do mercado futuro de câmbio
- Estado de Minas: Medidas tentam proteger grávidas da gripe suína
- Jornal do Commercio: Brasil vai produzir vacina em outubro
- Folha: Brasil é o país que mais se desfaz de títulos dos EUA
- Estadão: Oposição aceita acordo que preserva Sarney
- JB: Alerj aprova lei contra o fumo em locais públicos
- Correio: Preço de lote da União vai subir, prevê Terracap
- Valor: BC liquida posições e sai do mercado futuro de câmbio
- Estado de Minas: Medidas tentam proteger grávidas da gripe suína
- Jornal do Commercio: Brasil vai produzir vacina em outubro
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Sarney diz que crise foi criada para enfraquecer Lula
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), disse hoje que foi "atropelado" pela disputa política para a sucessão presidencial de 2010. Na avaliação de Sarney, as denúncias que têm surgido contra ele foram desencadeadas para enfraquecer o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. "Estamos numa Casa política. Pelo fato de minha luta política ter algum peso na sucessão desencadeou-se essa crise para enfraquecer o presidente da República", disse Sarney, em reunião no seu gabinete, com políticos amapaenses que foram ao Senado prestar solidariedade ao senador.
Sarney disse que está com a consciência tranquila, e que não cometeu irregularidades ao interceder pela contratação do namorado de sua neta no Senado. "A coisa mais grave de que me acusam é de que eu tinha pedido para nomearem o namorado da minha neta", disse. "Nunca me acusaram de nada e agora desencadeia-se essa crise política. É essa consciência da tranquilidade que me dá forças. Se não fiz qualquer coisa de errada ao longo de minha vida pública, não esperaria 55 anos para fazer agora. Nunca me meti em qualquer coisa errada."
Sarney disse que está com a consciência tranquila, e que não cometeu irregularidades ao interceder pela contratação do namorado de sua neta no Senado. "A coisa mais grave de que me acusam é de que eu tinha pedido para nomearem o namorado da minha neta", disse. "Nunca me acusaram de nada e agora desencadeia-se essa crise política. É essa consciência da tranquilidade que me dá forças. Se não fiz qualquer coisa de errada ao longo de minha vida pública, não esperaria 55 anos para fazer agora. Nunca me meti em qualquer coisa errada."
acordão
O governo e os principais líderes aliados e da oposição já trabalham abertamente em favor de um “acordão” entre o PMDB e o PSDB para resolver a crise no Senado. Mesmo considerada difícil, a saída política para o impasse começou a ser construída ontem por interlocutores de peso dos dois partidos, na tentativa de salvar tanto o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), como o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM).
"Essa guerra de representações não serve a ninguém, muito menos à instituição”, disse Sérgio Guerra, presidente do PSDB. “O PMDB entende que essa batalha não ajuda na solução do processo. Só agrava”, emendou o líder peemedebista, Renan Calheiros (AL).
Os principais articuladores da negociação são os líderes do governo, Romero Jucá (PMDB-RR); do PMDB, Renan Calheiros (AL); do PT, Aloizio Mercadante (SP), e o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE). Até o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso entrou na negociação e falou longamente ontem com Virgílio, por telefone. FHC sugeriu a ele “moderação, moderação e moderação”.
Para o governo, o PSDB “queimou pontes” e precisa fazer um recuo estratégico para evitar que a disputa com o PMDB se torne sangrenta. Um auxiliar de Lula disse que, se isso não ocorrer, “a coisa terminará mal” porque “vai sobrar para todo mundo”.
Os recursos impetrados ontem no Conselho de Ética por Virgílio e pelo líder do PSOL, José Nery (PA), com o intuito de reabrir as representações contra Sarney, já estavam previstos. Na prática, entretanto, a oposição não tem votos para aprová-los, a não ser com a ajuda do PT.
"Essa guerra de representações não serve a ninguém, muito menos à instituição”, disse Sérgio Guerra, presidente do PSDB. “O PMDB entende que essa batalha não ajuda na solução do processo. Só agrava”, emendou o líder peemedebista, Renan Calheiros (AL).
Os principais articuladores da negociação são os líderes do governo, Romero Jucá (PMDB-RR); do PMDB, Renan Calheiros (AL); do PT, Aloizio Mercadante (SP), e o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE). Até o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso entrou na negociação e falou longamente ontem com Virgílio, por telefone. FHC sugeriu a ele “moderação, moderação e moderação”.
Para o governo, o PSDB “queimou pontes” e precisa fazer um recuo estratégico para evitar que a disputa com o PMDB se torne sangrenta. Um auxiliar de Lula disse que, se isso não ocorrer, “a coisa terminará mal” porque “vai sobrar para todo mundo”.
Os recursos impetrados ontem no Conselho de Ética por Virgílio e pelo líder do PSOL, José Nery (PA), com o intuito de reabrir as representações contra Sarney, já estavam previstos. Na prática, entretanto, a oposição não tem votos para aprová-los, a não ser com a ajuda do PT.
Ibope de time pequeno
O jogo entre Flamengo e Corinthians não rendeu para a Globo o Ibope esperado para o clássico entre os dois clubes mais populares do país. Na Grande São Paulo foram apenas 19 pontos de média. É a menor audiência do ano para jogos do Corinthians no domingo e uma das piores incluindo todos os clubes.
A razão, no entanto, não foi a ausência de Ronaldo ou o um triunfo das concorrentes. Pela avaliação da Globo, em função do dia de calor na capital, muita gente foi para a rua e houve forte queda no número de televisores ligados.
A razão, no entanto, não foi a ausência de Ronaldo ou o um triunfo das concorrentes. Pela avaliação da Globo, em função do dia de calor na capital, muita gente foi para a rua e houve forte queda no número de televisores ligados.
MACEDO ACUSADO DE LAVAGEM DE DINHEIRO
A Justiça recebeu ontem denúncia do Ministério Público de São Paulo e abriu ação criminal contra Edir Macedo e outros nove integrantes da Igreja Universal do Reino de Deus sob a acusação de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Iniciada em 2007 pelo Ministério Público de São Paulo, a investigação quebrou os sigilos bancário e fiscal da Universal e levantou o patrimônio acumulado por seus membros com dinheiro dos fiéis, entre 1999 e 2009 -embora não paguem tributos, igrejas são obrigadas a declarar doações que recebem. De acordo com dados da Receita Federal, a Universal arrecada cerca de R$ 1,4 bilhão por ano em dízimos. A movimentação suspeita da Universal somou R$ 4 bilhões de 2003 a 2008. Para os promotores, o principal problema não reside na quantia de dinheiro arrecadado, mas no destino e no uso que lhe foi dado pelos líderes da igreja no período investigado. Acredita-se que um grande volume de recursos teria saído do país por meio de empresas e contas de fachada, abertas por membros da igreja, e foi depois repatriado também por empresas de fachada, para contas de pessoas físicas ligadas à Universal. Os recursos teriam servido para comprar emissoras de TV e rádio, financeiras, agência de turismo e jatinhos. As informações são da Folha de S. Paulo.
CPI DA PETROBRAS TEM 1º DEPOIMENTO
A CPI da Petrobras ouve nesta terça-feira (11) o secretário interino da Receita Federal, Otacílio Dantas Cartaxo, primeiro convidado a depor na comissão que apura irregularidades na estatal. O depoimento estava previsto no plano de trabalho aprovado na primeira reunião da CPI, na semana passada. Outras 19 pessoas serão convidadas a falar à CPI. Pelo plano de trabalho aprovado, temas polêmicos, como a investigação de patrocínio da Petrobras à Fundação José Sarney, por exemplo, serão decididos futuramente. A CPI vai começar investigando a manobra contábil feita pela Petrobras para reduzir o pagamento de tributos. A estatal afirma que a mudança em sua contabilidade está dentro da legalidade. Apesar da participação de Cartaxo, a oposição reclamou da exclusão da ex-secretária da Receita, Lina Vieira, que teria deixado o cargo menos de um ano após sua nomeação, por supostamente ter questionado a mudança de regime tributário da Petrobras. O senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que fez o pedido para a criação da CPI, disse na primeira reunião que o relator da comissão, Romero Jucá (PMDB-RR), adotava “dois pesos e duas medidas” para a investigação.
manchetes desta terça
- Globo: Líderes não condenam acordo da Colômbia e isolam Chávez
- Folha: Universal é acusada de lavar dinheiro
- Estadão: Indústria já prevê alta de exportação no 2º semestre
- JB: Indústria volta a fazer contratações
- Correio: Lote em terreno da União terá m² a R$ 70
- Valor: Setor automotivo já vive 3ª onda de investimentos
- Estado de Minas: Cruzada para deter a gripe
- Jornal do Commercio: Vaga certa para quem passa em concurso
- Folha: Universal é acusada de lavar dinheiro
- Estadão: Indústria já prevê alta de exportação no 2º semestre
- JB: Indústria volta a fazer contratações
- Correio: Lote em terreno da União terá m² a R$ 70
- Valor: Setor automotivo já vive 3ª onda de investimentos
- Estado de Minas: Cruzada para deter a gripe
- Jornal do Commercio: Vaga certa para quem passa em concurso
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