- Globo: Nenhum candidato poderá participar de inaugurações
- Folha: PF apura desvios de R$ 700 milhões em 303 obras públicas
- Estadão: Privatização de aeroportos fica para o próximo governo
- JB: No Iraque, quem decreta o recolher é a Al Qaeda
- Correio: Arruda se rebela contrea impeachment
sábado, 6 de março de 2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
Dilma decidirá quais petistas disputarão vagas no Senado
Candidatos ao Senado pelo PT, só com o aval da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Essa é a ordem dentro do partido que ontem reuniu sua Executiva Nacional em Brasília para discutir veto à realização de prévias entre pré-candidatos. A decisão, que deve ser chancelada pelo Diretório, é uma forma de conter desgastes e de colocar a pré-candidata na linha de frente de negociações regionais. A intenção é também dar mais tempo para as desavenças serem resolvidas nos estados.
O presidente do partido, José Eduardo Dutra, propôs 6 de junho como prazo para a apresentação da chapa de candidatos e acabar com datas intermediárias nas negociações. O entendimento é que as instâncias menores estavam engessadas para tomar as decisões. A ideia, na prática, reduz a pressão nos locais onde há fricções para encontrar os nomes que disputarão as eleições de outubro. A flexibilização também passará pelo crivo do Diretório Nacional, em reunião marcada para hoje.
A disputa interna pela indicação às candidaturas ao Senado ocorre em Mato Grosso, em Pernambuco e no Rio de Janeiro. Como o PT não lida bem com prévias por avaliar que elas são desastrosas para a unidade do partido na campanha, a Executiva orientou a busca por consenso. Além da negociação entre os pré-candidatos, a proposta é colocar a ministra Dilma para negociar os acordos e escolher quem ela perceber mais competitivo e agregador ao projeto nacional.
“É uma decisão que deve ser tomada com base no desempenho dos pré-candidatos e consultando a nossa candidata para saber qual estará mais afinado para fortalecer a campanha presidencial e não o contrário. Nós não podemos eleger um senador e não eleger o presidente da República”, disse o líder do PT na Câmara, Fernando Ferro (PE), após a reunião da Executiva.
Cabo de guerra
Em Pernambuco, o clima é tenso entre o ex-ministro Humberto Costa e o ex-prefeito de Recife João Paulo Lima e Silva. A história se repete no Rio de Janeiro, que colocou em lados opostos a ex-governadora Benedita da Silva e o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias. Em Mato Grosso, a disputa está entre a senadora Serys Slhessarenko e o deputado Carlos Abicalil.
No Rio, o grupo que defende a indicação de Lindberg lembra que as passagens de Benedita pelo Executivo federal e pelo governo estadual foram desastrosas. À frente da Secretaria Nacional de Assistência e Promoção Social, usou dinheiro público, depois ressarcido, para participar de evento religioso na Argentina, o que lhe custou o cargo. No estado, a petista é criticada por ter feito uma gestão temerária em Segurança Pública. O prefeito passou a pleitear o Senado depois de entrar numa disputa interna para se lançar contra o governador Sérgio Cabral (PMDB), que é mais próximo de Benedita, o que pode lhe ser favorável.
Outro quesito na escolha dos candidatos, segundo os petistas, é a opinião dos aliados. Em última instância, caso a radicalização torne o acordo improvável, a questão chegará à mesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. É o caso de Minas Gerais, onde o grupo do ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel e o do ministro de Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, estão em pé de guerra para saber quem deve ser o pré-candidato ao estado. O presidente estadual da legenda, Reginaldo Lopes, aliado do ex-prefeito, disse estar convencido de que o PT tenha candidato próprio e não ceda a vaga a um nome do PMDB, em especial o ministro das Comunicações, Hélio Costa.
Já o ex-ministro Nilmário Miranda, aliado de Patrus, defende o acordo com os peemedebistas e entende que Pimentel saia para disputar uma vaga à Câmara dos Deputados para ter mais tempo de liderar a coordenação de campanha de Dilma ao Palácio do Planalto.
O presidente do partido, José Eduardo Dutra, propôs 6 de junho como prazo para a apresentação da chapa de candidatos e acabar com datas intermediárias nas negociações. O entendimento é que as instâncias menores estavam engessadas para tomar as decisões. A ideia, na prática, reduz a pressão nos locais onde há fricções para encontrar os nomes que disputarão as eleições de outubro. A flexibilização também passará pelo crivo do Diretório Nacional, em reunião marcada para hoje.
A disputa interna pela indicação às candidaturas ao Senado ocorre em Mato Grosso, em Pernambuco e no Rio de Janeiro. Como o PT não lida bem com prévias por avaliar que elas são desastrosas para a unidade do partido na campanha, a Executiva orientou a busca por consenso. Além da negociação entre os pré-candidatos, a proposta é colocar a ministra Dilma para negociar os acordos e escolher quem ela perceber mais competitivo e agregador ao projeto nacional.
“É uma decisão que deve ser tomada com base no desempenho dos pré-candidatos e consultando a nossa candidata para saber qual estará mais afinado para fortalecer a campanha presidencial e não o contrário. Nós não podemos eleger um senador e não eleger o presidente da República”, disse o líder do PT na Câmara, Fernando Ferro (PE), após a reunião da Executiva.
Cabo de guerra
Em Pernambuco, o clima é tenso entre o ex-ministro Humberto Costa e o ex-prefeito de Recife João Paulo Lima e Silva. A história se repete no Rio de Janeiro, que colocou em lados opostos a ex-governadora Benedita da Silva e o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias. Em Mato Grosso, a disputa está entre a senadora Serys Slhessarenko e o deputado Carlos Abicalil.
No Rio, o grupo que defende a indicação de Lindberg lembra que as passagens de Benedita pelo Executivo federal e pelo governo estadual foram desastrosas. À frente da Secretaria Nacional de Assistência e Promoção Social, usou dinheiro público, depois ressarcido, para participar de evento religioso na Argentina, o que lhe custou o cargo. No estado, a petista é criticada por ter feito uma gestão temerária em Segurança Pública. O prefeito passou a pleitear o Senado depois de entrar numa disputa interna para se lançar contra o governador Sérgio Cabral (PMDB), que é mais próximo de Benedita, o que pode lhe ser favorável.
Outro quesito na escolha dos candidatos, segundo os petistas, é a opinião dos aliados. Em última instância, caso a radicalização torne o acordo improvável, a questão chegará à mesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. É o caso de Minas Gerais, onde o grupo do ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel e o do ministro de Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, estão em pé de guerra para saber quem deve ser o pré-candidato ao estado. O presidente estadual da legenda, Reginaldo Lopes, aliado do ex-prefeito, disse estar convencido de que o PT tenha candidato próprio e não ceda a vaga a um nome do PMDB, em especial o ministro das Comunicações, Hélio Costa.
Já o ex-ministro Nilmário Miranda, aliado de Patrus, defende o acordo com os peemedebistas e entende que Pimentel saia para disputar uma vaga à Câmara dos Deputados para ter mais tempo de liderar a coordenação de campanha de Dilma ao Palácio do Planalto.
o ministro Lupi
Mas o que consome o ministro Lupi 24 horas por dia é a política, segundo suas próprias palavras. Lupi aposta na eleição de até 50 deputados federais pelo PDT (hoje são 24), cinco senadores (hoje tem seis, mas quatro encerram o mandato em dezembro) e considera que tem chances reais em cinco estados para levar o governo (Paraná, Maranhão, Alagoas, Amapá e Rio Grande do Norte).
- E, modéstia à parte, estou ganhando todas as apostas que fiz. A última foi a geração de um milhão de empregos no ano passado.
- E, modéstia à parte, estou ganhando todas as apostas que fiz. A última foi a geração de um milhão de empregos no ano passado.
PEC dos Cartórios
Os próprios líderes partidários que antes defendiam a votação imediata da chamada PEC dos Cartórios começam a voltar atrás. Essa é a boa notícia. Caso o projeto fosse aprovado seria aberto um baita trem da alegria que poderia beneficiar até 5 000 não concursados. A má notícia é que a desistência não é definitiva. No momento eles acham que não terão maioria para aprovar o projeto, mas pretendem continuar buscando votos na Câmara para quando tiverem segurança da aprovação pôr novamente o projeto em pauta.
Gilberto Kassab
O ministra Cármen Lúcia, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou recurso que pedia a cassação do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), e da vice-prefeita Alda Marco Antônio (PMDB), por abuso de poder durante as eleições de 2008. O recurso, feito pela coligação da ex-prefeita Marta Suplicy (PT), dizia que a prefeitura convocou servidores para participar da campanha de Kassab, com a promessa de receber hora extra. A primeira e segunda instância julgaram a ação improcedente por falta de provas. A ministra afirmou que para derrubar a decisão seria necessário reexaminar as provas, o que pode não ser feito em um tribunal superior.
O empresário Abílio Diniz
O empresário Abílio Diniz, presidente do Conselho de Administração do Grupo Pão de Açúcar, foi o primeiro grande empresário a declarar apoio à pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff. A defesa da ministra-chefe da Casa Civil aconteceu nesta quinta-feira (4), durante a apresentação do novo presidente da empresa, Enéas Santana. Na ocasião, o empreendedor declarou que a petista tem a capacidade de dar continuidade ao governo do presidente Lula. “Ela tem condições de levar esse legado em frente, até porque Lula vai ajudar. A Dilma tem todas as condições pelos conhecimentos dela. E Lula não vai ficar omisso”, disse o empresário, que negou que os elogios fossem uma declaração de voto na ministra. As informações são do jornal O Globo.
Governo reúne tropa contra o tônico do Bolsa Família
Há coisas que são tão sérias que é impossível não rir delas.
Por exemplo: petistas e tucanos realizam ao redor do Bolsa Família um balé de elefantes.
No início da semana, os tucanos arrancaram da Comissão de Educação do Senado a aprovação de um projeto de Tasso Jereissati (PSDB-CE).
Prevê o pagamento de benefício extra às famílias cujos filhos sejam capazes de plantar boas notas ao boletim escolar.
Em reação, Lula pediu à oposição que informe de onde virá o dineiro que vai bancar o novo mimo à clientela do Bolsa Família.
O grão-tucano Tasso se diverte: " O presidente gasta bilhões com a Venezuela, com a Bolívia, Equador e não pode gastar com educação? Esse não é o Lula que conheci".
Para poupar Lula do veto, a senador Ideli Salvatti (PT-SC), líder do governo no Congresso, muniu-se de um recurso.
Recolheu as assinaturas necessárias para levar o projeto de Tasso ao plenário do Senado, antes de seguir para a Câmara.
Considera "imprescindível” aprofundar o debate. Professora, Ideli tenta revestir seu discurso com verniz pedagógico:
“Como educadora, não acho que seja eficiente o método de responsabilizar a criança pelo aumento da renda da família”.
Espremendo-se o debate tucano-petista, percebe-se que ele é 100% feito de eleição. A criança passa a léguas de distância da preocupação dos dois lados.
Você pode chorar, se quiser. Mas, diante de coisa tão séria, o riso é sempre mais divertido.
Por exemplo: petistas e tucanos realizam ao redor do Bolsa Família um balé de elefantes.
No início da semana, os tucanos arrancaram da Comissão de Educação do Senado a aprovação de um projeto de Tasso Jereissati (PSDB-CE).
Prevê o pagamento de benefício extra às famílias cujos filhos sejam capazes de plantar boas notas ao boletim escolar.
Em reação, Lula pediu à oposição que informe de onde virá o dineiro que vai bancar o novo mimo à clientela do Bolsa Família.
O grão-tucano Tasso se diverte: " O presidente gasta bilhões com a Venezuela, com a Bolívia, Equador e não pode gastar com educação? Esse não é o Lula que conheci".
Para poupar Lula do veto, a senador Ideli Salvatti (PT-SC), líder do governo no Congresso, muniu-se de um recurso.
Recolheu as assinaturas necessárias para levar o projeto de Tasso ao plenário do Senado, antes de seguir para a Câmara.
Considera "imprescindível” aprofundar o debate. Professora, Ideli tenta revestir seu discurso com verniz pedagógico:
“Como educadora, não acho que seja eficiente o método de responsabilizar a criança pelo aumento da renda da família”.
Espremendo-se o debate tucano-petista, percebe-se que ele é 100% feito de eleição. A criança passa a léguas de distância da preocupação dos dois lados.
Você pode chorar, se quiser. Mas, diante de coisa tão séria, o riso é sempre mais divertido.
Em texto, PT se diz vítima de ‘guerra de extermínio’
O PT reúne em Brasília, nesta sexta (5), o seu diretório nacional. Na pauta, o “debate da conjuntura e de procedimentos para as eleições de 2010”.
Entre as peças que irão a voto está um texto assinado pelo presidente da legenda, José Eduardo Dutra .
O documento confere ares oficiais a uma tese que se dissemina pelo petismo. Anota que o partido é vítima de uma “guerra de extermínio”.
Em termos genéricos, elege como inimigos a “mídia” e “setores do empresariado”. Segmentos que, na visão do PT, aliaram-se à oposição.
Como parte da “guerra” aberta com o propósito de “exterminar”, diz-se que há na praça uma tentativa de ressuscitar o escândalo do mensalão.
Dutra não é defensor solitário da tese da “guerra”. Acompanham-no os demais integrantes da cúpula do PT.
O documento escala o diretório com o aval da Executiva do partido, que realizou em Brasília, nesta quinta (4), uma reunião preparatória.
No processo de discussão, o texto de Dutra pode sofrer emendas. Depois de aprovado, será divulgado na forma de manifestação oficial.
Recém “renovado”, o diretório petista é integrado por 83 pessoas. Entre elas, a propósito, expoentes do pedaço mensaleiro do partido.
Foram reacomodados no órgão diretivo máximo do PT personagens como José Dirceu, José Genoino e João Paulo Cunha.
Todos réus na ação penal que apura, no STF, os malfeitos praticados, em 2005, pelo grupo que o Ministério Público chamou de “quadrilha”.
Ou seja, tomando-se a sério o enredo da “guerra”, o PT desce ao front no papel de provedor de munição.
Na parte da reunião dedicada aos “procedimentos” eletorais, o diretório deve aprovar resolução destinada a disciplinar as suas próprias guerras.
Pelo script esboçado na Executiva, o partido deseja inibir a realização de prévias nos Estados em que há disputas internas pelas candidaturas de senador e governador.
Para evitar que o periférico –as disputas regionais— contamine o essencial –a candidatura presidencial— o PT tentará dissolver suas encrencas em acordos.
Entre as peças que irão a voto está um texto assinado pelo presidente da legenda, José Eduardo Dutra .
O documento confere ares oficiais a uma tese que se dissemina pelo petismo. Anota que o partido é vítima de uma “guerra de extermínio”.
Em termos genéricos, elege como inimigos a “mídia” e “setores do empresariado”. Segmentos que, na visão do PT, aliaram-se à oposição.
Como parte da “guerra” aberta com o propósito de “exterminar”, diz-se que há na praça uma tentativa de ressuscitar o escândalo do mensalão.
Dutra não é defensor solitário da tese da “guerra”. Acompanham-no os demais integrantes da cúpula do PT.
O documento escala o diretório com o aval da Executiva do partido, que realizou em Brasília, nesta quinta (4), uma reunião preparatória.
No processo de discussão, o texto de Dutra pode sofrer emendas. Depois de aprovado, será divulgado na forma de manifestação oficial.
Recém “renovado”, o diretório petista é integrado por 83 pessoas. Entre elas, a propósito, expoentes do pedaço mensaleiro do partido.
Foram reacomodados no órgão diretivo máximo do PT personagens como José Dirceu, José Genoino e João Paulo Cunha.
Todos réus na ação penal que apura, no STF, os malfeitos praticados, em 2005, pelo grupo que o Ministério Público chamou de “quadrilha”.
Ou seja, tomando-se a sério o enredo da “guerra”, o PT desce ao front no papel de provedor de munição.
Na parte da reunião dedicada aos “procedimentos” eletorais, o diretório deve aprovar resolução destinada a disciplinar as suas próprias guerras.
Pelo script esboçado na Executiva, o partido deseja inibir a realização de prévias nos Estados em que há disputas internas pelas candidaturas de senador e governador.
Para evitar que o periférico –as disputas regionais— contamine o essencial –a candidatura presidencial— o PT tentará dissolver suas encrencas em acordos.
manchetes desta sexta
- Globo: STF mantém Arruda preso e impeachment é aberto
- Folha: Justiça reabre processos contrea Daniel Dantas
- Estadão: Grandes empresas ampliam lucros ao aderir ao Refis
- JB: O drama de ser usuário do Santos Dumont
- Correio: STF nega habeas corpus a Arruda
- Valor: Grandes lojas superam tabu e lucram com cartão híbrido
- Estado de Minas: O recado de Minas
- Jornal do Commercio: Menos espera por consultas médicas
- Folha: Justiça reabre processos contrea Daniel Dantas
- Estadão: Grandes empresas ampliam lucros ao aderir ao Refis
- JB: O drama de ser usuário do Santos Dumont
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- Estado de Minas: O recado de Minas
- Jornal do Commercio: Menos espera por consultas médicas
quinta-feira, 4 de março de 2010
Frases do dia......
Fumo maconha, mas não trago, quem traz é um amigo meu'
(Marcelo Anthony)
'O que te engorda não é o que você come entre o Natal e o Ano Novo, mas o que você come entre o Ano Novo e o Natal'
(Solange Couto)
'Para seu marido não acordar com a macaca... Depile-se'
(Cláudia Ohana)
'O homem é um ser tão dependente que até pra ser corno e viúvo precisa da ajuda da mulher.
(Príncipe Charles)
'Por maior que seja o buraco em que você se encontra, pense que, por enquanto, ainda não há terra em cima'
(Dercy Gonçalves)
'Cabelo ruim é igual a bandido... Ou tá preso ou tá armado'
(Ronaldinho Gaúcho)
Preguiçoso é o dono da sauna, que vive do suor dos outros'
(Roberto Justus)
'Não me considere o chefe, considere-me apenas um colega de trabalho que
sempre tem razão'
(Galvão Bueno)
'Malandro é o pato, que já nasce com os dedos colados para não usar aliança'
(Zeca Pagodinho)
'Mulher gorda é que nem Ferrari...
Quando sobe na balança vai de zero a cem em um segundo'
(Reginaldo Leme)
'Os psiquiatras dizem que uma em cada quatro pessoas tem alguma deficiência mental...
Fique de olho em três dos seus amigos. Se eles parecerem normais, retardado é você'
(Antônio Palocci)
'Se homossexualismo fosse normal...
Deus teria criado Adão e Ivo'
(Gilberto Braga)
'Todo mundo tem cliente. Só traficante e analista de sistemas é que tem usuário'
(Bill Gates)
'Casamento começa em motel e termina em pensão'
(Romário)
'Seja legal com seus filhos. São eles que vão escolher seu asilo'
(Itamar Franco)
'Antigamente, o homossexualismo era proibido no Brasil.
Depois, passou a ser tolerado.
Hoje é aceito como coisa normal...
Eu vou-me embora antes que se torne obrigatório'
(Arnaldo Jabor)
'Passar a mulher pra trás é fácil. O difícil é passar adiante'
(Eduardo Suplicy)
'O Brasil está igual a carro velho: para subir não tem força, para descer não tem freio'
(Dilma Roussef)
E a melhor de todas...
'Se o horário oficial é o de Brasília, por que a gente tem que trabalhar na segunda e na sexta?'
(Dorival Caymi).
(Marcelo Anthony)
'O que te engorda não é o que você come entre o Natal e o Ano Novo, mas o que você come entre o Ano Novo e o Natal'
(Solange Couto)
'Para seu marido não acordar com a macaca... Depile-se'
(Cláudia Ohana)
'O homem é um ser tão dependente que até pra ser corno e viúvo precisa da ajuda da mulher.
(Príncipe Charles)
'Por maior que seja o buraco em que você se encontra, pense que, por enquanto, ainda não há terra em cima'
(Dercy Gonçalves)
'Cabelo ruim é igual a bandido... Ou tá preso ou tá armado'
(Ronaldinho Gaúcho)
Preguiçoso é o dono da sauna, que vive do suor dos outros'
(Roberto Justus)
'Não me considere o chefe, considere-me apenas um colega de trabalho que
sempre tem razão'
(Galvão Bueno)
'Malandro é o pato, que já nasce com os dedos colados para não usar aliança'
(Zeca Pagodinho)
'Mulher gorda é que nem Ferrari...
Quando sobe na balança vai de zero a cem em um segundo'
(Reginaldo Leme)
'Os psiquiatras dizem que uma em cada quatro pessoas tem alguma deficiência mental...
Fique de olho em três dos seus amigos. Se eles parecerem normais, retardado é você'
(Antônio Palocci)
'Se homossexualismo fosse normal...
Deus teria criado Adão e Ivo'
(Gilberto Braga)
'Todo mundo tem cliente. Só traficante e analista de sistemas é que tem usuário'
(Bill Gates)
'Casamento começa em motel e termina em pensão'
(Romário)
'Seja legal com seus filhos. São eles que vão escolher seu asilo'
(Itamar Franco)
'Antigamente, o homossexualismo era proibido no Brasil.
Depois, passou a ser tolerado.
Hoje é aceito como coisa normal...
Eu vou-me embora antes que se torne obrigatório'
(Arnaldo Jabor)
'Passar a mulher pra trás é fácil. O difícil é passar adiante'
(Eduardo Suplicy)
'O Brasil está igual a carro velho: para subir não tem força, para descer não tem freio'
(Dilma Roussef)
E a melhor de todas...
'Se o horário oficial é o de Brasília, por que a gente tem que trabalhar na segunda e na sexta?'
(Dorival Caymi).
DEM E PT SE UNEM EM FAVOR DA DOAÇÃO OCULTA
Os dois partidos que polarizam a política brasileira, e deverão fazer o sucessor do presidente Lula, PT e PSDB, se uniram nos discursos para criticar a resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovada na segunda-feira (1º), que obriga os partidos a detalharem a origem e o destino das doações recebidas em ano eleitoral. O PTB também engrossou o coro contra a medida que impede as “doações ocultas”. "As doações feitas ao partido fortalecem a democracia. Vamos cumprir o que for estabelecido, mas é uma visão equivocada da Justiça Eleitoral”, afirmou Rodrigo Maia (RJ), presidente nacional do DEM. “A decisão do TSE não tem base constitucional, pois está previsto na lei que pode ter doação para partidos. Todos entendem que os mandatos são do partido, portanto as doações também deveriam ser”, defendeu o líder do governo na Câmara, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP). O petista acredita que o Congresso pode votar um projeto de lei para reverter a medida do tribunal. O pré-candidato a Presidência da República pelo PSB, deputado Ciro Gomes (CE), e o deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) se posicionaram em favor da medida.
17 resoluções
As últimas sete resoluções que irão orientar o processo eleitoral deste ano foram aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral, nesta terça-feira (2). Outras dez já haviam sido apreciadas. Ao todo são 17 resoluções. Entre os temas debatidos na terça estavam doações por meio de cartão de crédito, voto em trânsito, voto dos presos provisórios, atos preparatórios, prestação de contas, registro de candidatos, redefinição do número de deputados federais, estaduais e distritais. As instruções que haviam sido votadas anteriormente abordam formulários a serem utilizados nas eleições, cédulas oficiais de uso contingente, divulgação de pesquisas eleitorais, representações, reclamações e pedidos de resposta, propaganda eleitoral e as condutas vedadas em campanha eleitoral, calendário eleitoral, modelos das telas de votação da urna eletrônica, identificação biométrica, voto no exterior e cerimônia de lacração e fiscalização das urnas.
Criminalistas versus OAB
Num artigo publicado hoje no jornal O Estado de S. Paulo, oito grandes advogados criminalistas do país tecem duras críticas à atuação da OAB no caso Arruda. A OAB pediu no mês passado a prisão do governador de Brasília.
Sob o título “Cada macaco no seu galho”, os criminalistas afirmam que a entidade não pode se comprometer com posições que não são “consenso” entre os advogados. Dizem que a vitória na luta pelas Diretas-Já levou alguns dirigentes da OAB a acharem que são “investigadores e corregedores-gerais”.
– O fundo do poço – oxalá – chegou com o pedido de prisão do governador Arruda, em que a Ordem se prestou ao triste papel formulatório do Ministério Público, mandando às favas seus filiados que atuavam na defesa, que dela mereciam proteção e apoio – criticam os criminalistas.
Assinam o texto, entre outros, Arnaldo Malheiros Filho (advogado do Delúbio Soares), José Luis de Oliveira Lima (José Dirceu) e José Roberto Batochio (Antonio Palocci).
Sob o título “Cada macaco no seu galho”, os criminalistas afirmam que a entidade não pode se comprometer com posições que não são “consenso” entre os advogados. Dizem que a vitória na luta pelas Diretas-Já levou alguns dirigentes da OAB a acharem que são “investigadores e corregedores-gerais”.
– O fundo do poço – oxalá – chegou com o pedido de prisão do governador Arruda, em que a Ordem se prestou ao triste papel formulatório do Ministério Público, mandando às favas seus filiados que atuavam na defesa, que dela mereciam proteção e apoio – criticam os criminalistas.
Assinam o texto, entre outros, Arnaldo Malheiros Filho (advogado do Delúbio Soares), José Luis de Oliveira Lima (José Dirceu) e José Roberto Batochio (Antonio Palocci).
Mais um show de Ciro
Ciro Gomes não perde viagem. É só ter a oportunidade de falar à imprensa para bater em quem quer e dizer mais do que a prudência manda. Há pouco, no plenário da Câmara, atacou as vítimas de sempre - José Serra e a aliança PT-PMDB - mas também abriu fogo contra uma nova: a Justiça Eleitoral.
- Se a Justiça julgasse com a velocidade que se impõe, não haveria candidato com ficha corrida precisando apresentar certidão. Porque ele estaria condenado e impedido de concorrer. Essa atual é a justiça ao modo lusitano.
Às vítimas de sempre, restaram frases irônica:
- Acho que o vice da Dilma deveria ser o Eduardo Cunha - disse, referindo-se ao polêmico deputado carioca.
Minutos depois, partiu para Serra:
- Acho que se ele escolhesse o Tasso (Jereissati) para ser seu vice, seria o único acerto do Serra.
Apesar dos constantes ataques ao tucano, Ciro garante que se for candidato ao governo de São Paulo não fará o papel de canhão do PT contra os tucanos:
- Na reunião em que o Lula pediu para que eu transferisse meu título, eu avisei a ele, na frente da Dilma e de todo mundo: ‘presidente, eu não tenho uma biografia tão bonita quanto a do senhor, mas dou muito valor a ela. Eu não vou ser candidato para atacar o Serra’.
- Se a Justiça julgasse com a velocidade que se impõe, não haveria candidato com ficha corrida precisando apresentar certidão. Porque ele estaria condenado e impedido de concorrer. Essa atual é a justiça ao modo lusitano.
Às vítimas de sempre, restaram frases irônica:
- Acho que o vice da Dilma deveria ser o Eduardo Cunha - disse, referindo-se ao polêmico deputado carioca.
Minutos depois, partiu para Serra:
- Acho que se ele escolhesse o Tasso (Jereissati) para ser seu vice, seria o único acerto do Serra.
Apesar dos constantes ataques ao tucano, Ciro garante que se for candidato ao governo de São Paulo não fará o papel de canhão do PT contra os tucanos:
- Na reunião em que o Lula pediu para que eu transferisse meu título, eu avisei a ele, na frente da Dilma e de todo mundo: ‘presidente, eu não tenho uma biografia tão bonita quanto a do senhor, mas dou muito valor a ela. Eu não vou ser candidato para atacar o Serra’.
Arruda hoje.
O advogado Nélio Machado fez um périplo ontem no STF para tentar sensibilizar os ministros a soltar José Roberto Arruda hoje. Machado lhes entregou um memorial em que seu cliente se compromete a ficar afastado do cargo até o final das investigações do STJ. Ele disse que Arruda só voltará ao cargo de “alma lavada”.
– Essa declaração é juridicamente inócua – afirmou reservadamente um dos quatro advogados que renunciaram à defesa de Arruda. Eduardo Alckmin, Eduardo Ferrão, José Gerardo Grossi e Nabour Bulhões deixaram o caso na sexta-feira por discordarem da linha adotada por Machado. Eles consideram que o advogado preferiu defender o cliente “pela mídia”, descuidando dos argumentos jurídicos.
Machado nem sequer apresentou aos colegas o texto do primeiro pedido de liberdade de Arruda, negado pelo ministro Marco Aurélio Mello há três semanas. A medida foi qualificada por eles como o “primeiro erro”.
O mérito do habeas corpus, que acabou sendo escrito pelos cinco defensores iniciais, será julgado esta tarde. São duas as principais linhas: é preciso autorização da Câmara Legislativa para prender Arruda assim como nos casos de abertura de ação penal contra o governador (jurídica); e a suposta tentativa de suborno não ocorreu a mando dele (de convencimento pessoal dos ministros).
Apesar de não ver motivos jurídicos para manter Arruda na prisão, o ex-advogado não aposta na liberdade dele.
– Há um verdadeiro clamor popular para mantê-lo preso.
– Essa declaração é juridicamente inócua – afirmou reservadamente um dos quatro advogados que renunciaram à defesa de Arruda. Eduardo Alckmin, Eduardo Ferrão, José Gerardo Grossi e Nabour Bulhões deixaram o caso na sexta-feira por discordarem da linha adotada por Machado. Eles consideram que o advogado preferiu defender o cliente “pela mídia”, descuidando dos argumentos jurídicos.
Machado nem sequer apresentou aos colegas o texto do primeiro pedido de liberdade de Arruda, negado pelo ministro Marco Aurélio Mello há três semanas. A medida foi qualificada por eles como o “primeiro erro”.
O mérito do habeas corpus, que acabou sendo escrito pelos cinco defensores iniciais, será julgado esta tarde. São duas as principais linhas: é preciso autorização da Câmara Legislativa para prender Arruda assim como nos casos de abertura de ação penal contra o governador (jurídica); e a suposta tentativa de suborno não ocorreu a mando dele (de convencimento pessoal dos ministros).
Apesar de não ver motivos jurídicos para manter Arruda na prisão, o ex-advogado não aposta na liberdade dele.
– Há um verdadeiro clamor popular para mantê-lo preso.
Negócios públicos e privados
Apesar de assumir a presidência do Grupo Facility pregando maior participação no setor privado, o ex-presidente da TAM David Barioni Neto recebeu ontem mais um contrato do governo do Rio de Janeiro.
A gestão do recém-construído Hospital da Mulher Heloneida Sturdart ficará a cargo do grupo por 95 milhões de reais. A Facility tem contratos com MC Donalds, Petrobrás, Itaú e Perdigão, mas o maior cliente continua sendo o governo do Rio de Janeiro. O grupo é comandado por Arthur Cesar de Menezes Soares Filho.
No domingo, Dilma Rousseff participa da inauguração do hospital.
A gestão do recém-construído Hospital da Mulher Heloneida Sturdart ficará a cargo do grupo por 95 milhões de reais. A Facility tem contratos com MC Donalds, Petrobrás, Itaú e Perdigão, mas o maior cliente continua sendo o governo do Rio de Janeiro. O grupo é comandado por Arthur Cesar de Menezes Soares Filho.
No domingo, Dilma Rousseff participa da inauguração do hospital.
O ato final de Aécio

Está tudo pronto para começar em alguns minutos o evento de inauguração da Cidade Administrativa Tancredo Neves, em Belo Horizonte. Será a apoteose do governo de Aécio Neves.
Neto de Tancredo, Aécio escolheu justamente o dia em que o ex-presidente completaria 100 anos para inaugurar a maior obra de seu governo: um conjunto de cinco prédios concebidos por Oscar Niemeyer para abrigar num só local a maior parte da estrutura do governo mineiro, que estava dispersa pela capital. O custo total da obra ficou em 1,4 bilhão de reais.
Na cerimônia, Aécio se sentará entre FHC e José Alencar. Ainda na primeira fileira, o governador colocou, mineiramente, o ex-governador e seu adversário Newton Cardoso. José Serra ficará junto com os outros governadores e alguns ministros na segunda fila.
novo gabinete
Aécio Neves apresentou minutos atrás seu novo gabinete a um grupo de convidados mais ilustres: José Alencar, Gilmar Mendes, Michel Temer, Carlos Lupi, Hélio Costa, além de parlamentares de vários partidos. Muitos convidados ainda não chegaram, entre eles José Serra, Ciro Gomes, Sérgio Cabral e FHC.
atriz Deborah Secco
ex-governador Anthony Garotinho e a mulher, Rosinha Garotinho, foram denunciados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro por improbidade administrativa em inquérito que apura o desvio de cerca de 56 milhões de reais por meio de ONGs e empresas de fachada na época em que governaram o estado.
Mas a grande supresa da denúncia é presença do nome da atriz Deborah Secco entre os outros 86 denunciados. Deborah é filha de Ricardo Secco, que vinha sendo investigado pelas relações com a família Garotinho.
Mas a grande supresa da denúncia é presença do nome da atriz Deborah Secco entre os outros 86 denunciados. Deborah é filha de Ricardo Secco, que vinha sendo investigado pelas relações com a família Garotinho.
decepção e irritação
José Serra, o presidenciável da oposição, deixou em Brasília um rastro pegajoso de decepção e irritação.
Armara-se no Senado, ao redor da sessão em que foi celebrado o centenário do nascimento de Tancredo Neves, um palco de candidato.
Serra tinha à sua disposição holofotes, repórteres e aliados sequiosos por ouvir dele, ainda que a portas fechadas, uma afirmação de candidato.
Reagiu às luzes com uma timidez que contrastou com a desenvoltura de Aécio Neves, o neto do homenageado.
Chegaram juntos ao plenário do Senado. Aécio, solícito, distribuiu abraços, sorrisos e apertos de mão. Serra economizou cumprimentos. Risos? Só os amarelos.
Aos repórteres, o quase-candidato serviu a desconversa de sempre. Afinal, é candidato?
"Eu vim hoje aqui participar de uma homenagem ao nosso grande Tancredo Neves. Questão de eleição, a gente trata em um outro momento".
Aos aliados, Serra deu as costas. O presidente do PSDB, Sérgio Guerra, convidara congressistas do PSDB, do DEM e do PPS para uma reunião.
Encontrariam o governador paulista no gabinete da liderança tucana, antes da sessão comemorativa. Serra se atrasou.
Adiou-se a reunião para depois da sessão. Serra foi embora antes. Tucanos, ‘demos’ e pepêésses tiveram de se contentar com o sempre disponível Aécio.
Entre quatro paredes, crivaram-no de perguntas sobre a hipótese de virar vice. Aécio negou. Renegou. Mais um pouco e teria batido na madeira três vezes.
Quem ouviu saiu convencido de que o governador mineiro deve ser tomado a sério. Avaliou-se que não faz jogo de cena. Vai disputar o Senado. E ponto.
Aos repórteres, Aécio repetiria a frase que disse ter ouvido do avô: “Não adianta empurrar, empurrado eu não vou”.
Na noite da véspera, em encontro reservado, num hotel de Brasília, Aécio ouvira de Serra, pela primeira vez, o convite para a vice. Dissera “não”. Ajuda mais, alegara, concentrando-se em Minas.
Entre decepcionados e irritados, os oposicionistas arregimentados por Sérgio Guerra lamentaram que Serra não os tivesse brindado com sua presença na reunião.
Exceto por manifestação feita à cúpula do PSDB, pela resposta a uma pergunta humorística –“Vai pipocar?”— e pelo discurso em que injetou críticas ao petismo, Serra não foi, ainda, o candidato que seus aliados esperam.
Um candidato explícito, peremptório, indubitável. Nesta quinta (4), terá nova chance, dessa vez em vitrine mineira.
A convite de Aécio, Serra vai à inauguração da Cidade Administrativa, nova sede do governo de Minas.
Armara-se no Senado, ao redor da sessão em que foi celebrado o centenário do nascimento de Tancredo Neves, um palco de candidato.
Serra tinha à sua disposição holofotes, repórteres e aliados sequiosos por ouvir dele, ainda que a portas fechadas, uma afirmação de candidato.
Reagiu às luzes com uma timidez que contrastou com a desenvoltura de Aécio Neves, o neto do homenageado.
Chegaram juntos ao plenário do Senado. Aécio, solícito, distribuiu abraços, sorrisos e apertos de mão. Serra economizou cumprimentos. Risos? Só os amarelos.
Aos repórteres, o quase-candidato serviu a desconversa de sempre. Afinal, é candidato?
"Eu vim hoje aqui participar de uma homenagem ao nosso grande Tancredo Neves. Questão de eleição, a gente trata em um outro momento".
Aos aliados, Serra deu as costas. O presidente do PSDB, Sérgio Guerra, convidara congressistas do PSDB, do DEM e do PPS para uma reunião.
Encontrariam o governador paulista no gabinete da liderança tucana, antes da sessão comemorativa. Serra se atrasou.
Adiou-se a reunião para depois da sessão. Serra foi embora antes. Tucanos, ‘demos’ e pepêésses tiveram de se contentar com o sempre disponível Aécio.
Entre quatro paredes, crivaram-no de perguntas sobre a hipótese de virar vice. Aécio negou. Renegou. Mais um pouco e teria batido na madeira três vezes.
Quem ouviu saiu convencido de que o governador mineiro deve ser tomado a sério. Avaliou-se que não faz jogo de cena. Vai disputar o Senado. E ponto.
Aos repórteres, Aécio repetiria a frase que disse ter ouvido do avô: “Não adianta empurrar, empurrado eu não vou”.
Na noite da véspera, em encontro reservado, num hotel de Brasília, Aécio ouvira de Serra, pela primeira vez, o convite para a vice. Dissera “não”. Ajuda mais, alegara, concentrando-se em Minas.
Entre decepcionados e irritados, os oposicionistas arregimentados por Sérgio Guerra lamentaram que Serra não os tivesse brindado com sua presença na reunião.
Exceto por manifestação feita à cúpula do PSDB, pela resposta a uma pergunta humorística –“Vai pipocar?”— e pelo discurso em que injetou críticas ao petismo, Serra não foi, ainda, o candidato que seus aliados esperam.
Um candidato explícito, peremptório, indubitável. Nesta quinta (4), terá nova chance, dessa vez em vitrine mineira.
A convite de Aécio, Serra vai à inauguração da Cidade Administrativa, nova sede do governo de Minas.
"Não adianta empurrar, empurrado eu não vou"
Às voltas com a pressão para que aceite compor com José Serra a chapa “puro-sangue” do tucanato, Aécio Neves saiu-se com uma frase lapidar:
"Não adianta empurrar, empurrado eu não vou". Atribuiu a pérola ao avô, Tancredo Neves, o homenageado desta quarta (3), no Senado.
Contou que, em 1985, Tancredo enfrentava uma pressão de João Amazonas, então mandachuva do PCdoB.
Amazonas queria que Tancredo assumisse “posições mais radicais”. Aécio recordou: “O doutor Tancredo respondeu com a frase...”
“...Então, vou repetir Tancredo: não adiante empurrar, empurrado eu não vou".
Aécio repisou, de resto, um raciocínio que, por repetitivo, já se tornou enfadonho:
"Eu hoje estou buscando conduzir as coisas em Minas Gerais e, a partir de Minas, eu vou dar todo o meu empenho, todo o meu esforço, para ajudar na vitória ao nosso candidato...”
“...Agora, a condução do processo, daqui por diante, como é, isso está a cargo da direção do partido, dos líderes e daquele que será candidato do partido".
É certo que Magalhães Pinto, outra raposa de Minas, ensinou que política é como nuvem. Hoje está assim. Amanhã está assado.
Mas, tomado a sério, Aécio já escolheu sua posição no céu eleitoral de 2010.
A essa altura, qualquer movimento que se pareça com uma meia-volta o converteria num indigno instantâneo.
"Não adianta empurrar, empurrado eu não vou". Atribuiu a pérola ao avô, Tancredo Neves, o homenageado desta quarta (3), no Senado.
Contou que, em 1985, Tancredo enfrentava uma pressão de João Amazonas, então mandachuva do PCdoB.
Amazonas queria que Tancredo assumisse “posições mais radicais”. Aécio recordou: “O doutor Tancredo respondeu com a frase...”
“...Então, vou repetir Tancredo: não adiante empurrar, empurrado eu não vou".
Aécio repisou, de resto, um raciocínio que, por repetitivo, já se tornou enfadonho:
"Eu hoje estou buscando conduzir as coisas em Minas Gerais e, a partir de Minas, eu vou dar todo o meu empenho, todo o meu esforço, para ajudar na vitória ao nosso candidato...”
“...Agora, a condução do processo, daqui por diante, como é, isso está a cargo da direção do partido, dos líderes e daquele que será candidato do partido".
É certo que Magalhães Pinto, outra raposa de Minas, ensinou que política é como nuvem. Hoje está assim. Amanhã está assado.
Mas, tomado a sério, Aécio já escolheu sua posição no céu eleitoral de 2010.
A essa altura, qualquer movimento que se pareça com uma meia-volta o converteria num indigno instantâneo.
manchetes desta quinta
- Globo: Lula deve se licenciar para ajudar Dilma; Sarney assume
- Folha: Serra avisa ao PSDB que é candidato
- Estadão: Hillary avalia que Irã engana o Brasil
- JB: Para EUA, Irã usa Brasil
- Correio: Distritais só vão julgar Arruda depois do STF
- Valor: Gestores fogem de riscos e contêm aplicações na bolsa
- Estado de Minas: Aécio cita Tancredo e descarta vice: 'Não adianta empurrar'
- Jornal do Commercio: Chile volta a tremer
- Folha: Serra avisa ao PSDB que é candidato
- Estadão: Hillary avalia que Irã engana o Brasil
- JB: Para EUA, Irã usa Brasil
- Correio: Distritais só vão julgar Arruda depois do STF
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- Estado de Minas: Aécio cita Tancredo e descarta vice: 'Não adianta empurrar'
- Jornal do Commercio: Chile volta a tremer
quarta-feira, 3 de março de 2010
hahaha.....
Na sala de aula, o professor estava analisando, com seus alunos, aquele famoso poema de Carlos Drummond de Andrade:
“No meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho.
E eu nunca me esquecerei
Que no meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho.”
Depois de ter explicado exaustivamente que, ao analisarmos um poema, podemos detectar as características da personalidade do autor, implícitas no texto, o professor pergunta:
- Joãozinho, qual a característica de Carlos Drummond de Andrade que você pode perceber neste poema?
- Uai, professor, eu tô matutando aqui: ou ele era traficante ou usuário...
“No meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho.
E eu nunca me esquecerei
Que no meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho.”
Depois de ter explicado exaustivamente que, ao analisarmos um poema, podemos detectar as características da personalidade do autor, implícitas no texto, o professor pergunta:
- Joãozinho, qual a característica de Carlos Drummond de Andrade que você pode perceber neste poema?
- Uai, professor, eu tô matutando aqui: ou ele era traficante ou usuário...
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