Pesquisa veiculada pelo diário mineiro “O Tempo” revela que o ex-governador Aécio Neves é o candidato ao Senado mais bem posto em Minas Gerais.
O ex-governador tucano aparece como líder em todos os cenários pesquisados. Atrás dele vem o ex-presidente Itamar Franco, hoje no PPS.
São dois os principais cenários. Num, Aécio e Itamar foram incluídos numa lista junto com Hélio Costa (PMDB).
Noutro, o nome de Hélio foi substituído pelo de Fernando Pimentel (PT).
No primeiro, somando-se a primeira e a segunda opção de cada eleitor, Aécio amealha 72,88%. Itamar, 45,47%. E Hélio, encostado, 44,45%.
No segundo cenário, Aécio belisca 77,68% das intenções de voto. Itamar, 57,41%. E o petista Pimentel, 17,77%.
É em meio a esse cenário benfazejo que parte do tucanto e da tribo 'demo' pede que Aécio aceite o desafio "patriótico" de trocar o certo pela posição de vice na chapa de José Serra.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
manchetes desta quarta
- Globo: Estado joga um terço do lixo em rios e aterros irregulares
- Folha: SP abandona exigência para contratar professor
- Estadão: Plano de regularização fundiária na Amazônia vende hectare a R$ 2,99
- JB: A sombra da guerra
- Correio: Dois corpos e um crime no lago
- Valor: Brasil vai retaliar a Argentina
- Jornal do Commercio: Governo avalia abono para aposentados
- Folha: SP abandona exigência para contratar professor
- Estadão: Plano de regularização fundiária na Amazônia vende hectare a R$ 2,99
- JB: A sombra da guerra
- Correio: Dois corpos e um crime no lago
- Valor: Brasil vai retaliar a Argentina
- Jornal do Commercio: Governo avalia abono para aposentados
terça-feira, 25 de maio de 2010
manchetes desta terça
- Globo: Área econômica pede a Lula veto a reajuste de aposentado
- Folha: Luz é mais cara para pagar usina poluidora
- Estadão: Ministros pedem que Lula vete reajuste de 7,7% a aposentados
- JB: Irã formaliza acordo e isola EUA
- Correio: Atos de uma tragédia
- Valor: Receita recorde tira da crise concessionárias de rodovias
- Jornal do Commercio: Governo reage à guerra de gangues
- Folha: Luz é mais cara para pagar usina poluidora
- Estadão: Ministros pedem que Lula vete reajuste de 7,7% a aposentados
- JB: Irã formaliza acordo e isola EUA
- Correio: Atos de uma tragédia
- Valor: Receita recorde tira da crise concessionárias de rodovias
- Jornal do Commercio: Governo reage à guerra de gangues
AÉCIO MANTÉM CANDIDATURA AO SENADO

O governador de Minas Gerais Aécio Neves retorna nesta terça (25) da viagem de descanso que fez ao exterior, envolto de um clima de mobilização tucana para convencê-lo a compor a chapa do presidenciável José Serra na vice. Mesmo sabendo do que lhe espera, chegará com o mesmo discurso de antes. “Minha prioridade continua sendo Minas”, disse, em conversa telefônica revelada pelo colunista Josias de Souza, da Folha de S. Paulo. Ele até admite discutir a idéia, porém afirma que não lhe foi apresentado argumento capaz de convencê-lo a trocar a candidatura ao Senado pela vice. Na avaliação de Aécio, o efeito de sua adesão seria mais midiático, mas não resultaria na subida de Serra nas pesquisas. Ainda que conseguisse transferir 20% dos votos que lhe são fiéis em Minas, Aécio agregaria, em âmbito nacional, apenas dois pontos percentuais na conta de Serra. A decisão de priorizar Minas Gerais se deve, por outro lado, devido ao fato de seu candidato, Antonio Anastasia, ter entre 16% e 17% nas pesquisas, contra mais de 50% de Hélio Costa (PMDB).
BORNHAUSEN: CAMPANHA SERÁ “SANGRENTA”
A campanha eleitoral deste ano para a Presidência da República será “sangrenta”, de acordo com o presidente de honra do DEM, o ex-senador Jorge Bornhausen (SC), em entrevista nessa segunda-feira (24). Ele avaliou os resultados da última pesquisa do Instituto Datafolha, que apontou empate a petista e o pré-candidato José Serra (PSDB): “Temos como fotografia do momento uma luta renhida, uma eleição que prenuncia ser sangrenta”, disse. “Toda campanha equilibrada é mais renhida. E os ataques são maiores de lado a lado”, projetou. Bornhausen criticou a postura do presidente Lula que, segundo ele, “despersonaliza” a sua candidata, a ex-ministra Dilma Rousseff, transformando a em “boneca de ventríloco”. “E isso tem um custo na campanha eleitoral. O eleitor avalia muito bem quem tem condições, quem não tem condições próprias. E esse vai ser o grande requisito da disputa”. Informações do Globo.
23% DOS SERRISTAS VOTAM EM CANDIDATO DE LULA
Eleitores ainda estão confusos sobre em quem votar
Na loucura eleitoral da pré-campanha, em que a população ainda não se interou do contexto da disputa, 23% dos eleitores de José Serra (PSDB) manifestaram comportamento paradoxal na última pesquisa Datafolha: eles afirmaram que votarão “com certeza” no candidato apoiado pelo presidente Lula. Neste universo, há quem diz ignorar a opção eleitoral de Lula, mas também os que estão convictos de que o presidente apóia Serra. Quase um décimo dos eleitores do tucano pensa assim. Outros 26% dos eleitores de Serra dizem que talvez votem em um candidato apoiado por Lula. Os eleitores com “duas caras” são cerca de 11,5 milhões. A desinformação se distribui de forma desigual no eleitorado. É maior entre as mulheres, entre os mais pobres e entre os moradores do Nordeste. Na região, 59% dos eleitores dizem que pretendem votar no candidato de Lula, mas 41% ignoram que Dilma ocupa esse papel. Informações do Estadão.
Na loucura eleitoral da pré-campanha, em que a população ainda não se interou do contexto da disputa, 23% dos eleitores de José Serra (PSDB) manifestaram comportamento paradoxal na última pesquisa Datafolha: eles afirmaram que votarão “com certeza” no candidato apoiado pelo presidente Lula. Neste universo, há quem diz ignorar a opção eleitoral de Lula, mas também os que estão convictos de que o presidente apóia Serra. Quase um décimo dos eleitores do tucano pensa assim. Outros 26% dos eleitores de Serra dizem que talvez votem em um candidato apoiado por Lula. Os eleitores com “duas caras” são cerca de 11,5 milhões. A desinformação se distribui de forma desigual no eleitorado. É maior entre as mulheres, entre os mais pobres e entre os moradores do Nordeste. Na região, 59% dos eleitores dizem que pretendem votar no candidato de Lula, mas 41% ignoram que Dilma ocupa esse papel. Informações do Estadão.
JUSTIÇA PODE BARRAR REGISTRO DE DILMA
A pré-candidata à Presidência pelo PT, Dilma Rousseff, pode não conseguir confirmar a candidatura na Justiça Eleitoral. Segundo a procuradora da República e vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau, ela pode ter o registro negado pelo TSE, e, se eleita, pode ter problemas na sua diplomação. Cureau diz haver "uma quantidade imensa de coisas" na pré-campanha de Dilma que podem ser interpretadas como abusos de poder econômico e político. O Ministério Público Eleitoral está reunindo informações sobre os eventos dos quais a ex-ministra tem participado para pedir a abertura de uma Ação de Investigação Judicial-Eleitoral por abuso de poder econômico e político. Em tese, a ação poderá resultar na negação do registro ou no cancelamento da diplomação pela Justiça Eleitoral. Informações da Folha.
Moreira Mendes é eleito presidente da Frente Agropecuária

Moreira Mendes é eleito presidente da Frente Agropecuária
Brasília, 20/mai/2010 – A partir da próxima terça-feira, dia 25, o deputado federal Moreira Mendes terá pela frente mais uma importante missão. Ele vai assumir a presidência da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), entidade que reúne as principais lideranças ruralistas do Congresso Nacional. Composta por 268 membros – sendo 233 deputados e 35 senadores -, a FPA tem tido uma participação decisiva na discussão de temas de interesses dos produtores rurais brasileiros, especialmente a revisão da legislação ambiental, na qual se inclui a proposta de criação de um novo Código Florestal. Eleito numa votação simbólica e por unanimidade na última terça-feira (18), Moreira cumprirá um mandato de um ano, prazo que poderá ser renovado por igual período.
Moreira já vinha integrando a atual diretoria da FPA na condição de vice-presidente para a Região Norte. Ele vai substituir o engenheiro e deputado catarinense Valdir Collatto (PMDB), que ocupou o cargo nos últimos dois anos.
A atuação do deputado Moreira Mendes na defesa do setor agropecuário tem sido bastante elogiada, principalmente em razão de sua participação efetiva nos trabalhos da Comissão de Agricultura e Pecuária e também por sua dedicação apaixonada ao tema. “Vossa Excelência conquistou o respeito de todos nós com sua coragem e sua determinação. O senhor fez por merecer representar a maior bancada desta Casa. É uma honra para a FPA tê-lo como presidente”, declarou o deputado Abelardo Lupion (DEM-PR).
Para Moreira, o convite para presidir a Frente Agropecuária tem um significado muito especial. “Tenho dedicado a maior parte da minha vida parlamentar a defender ardorosamente os interesses do produtor rural brasileiro, missão, aliás, que abracei desde os tempos em que fui Senador e que, agora, tenho a felicidade de poder dar continuidade aqui na Câmara”, disse ele ao agradecer o voto de confiança dos colegas de bancada.
Ele ressaltou que a FPA vem desenvolvendo um trabalho muito importante, ao liderar, no Congresso Nacional, o debate em torno da modificação e modernização das leis que tratam do meio ambiente e dos demais temas que dizem respeito à vida do homem do campo. “Graças à representatividade e ao nosso poder de articulação, arregimentamos forças e conseguimos o que até pouco tempo parecia impossível, que era colocar o tema da revisão da legislação ambiental no centro do debate nacional”, frisou.
Moreira parabenizou o colega Valdir Collatto destacando que a Frente Agropecuária e todo o movimento ruralista devem muito ao parlamentar. “Muito de tudo isso que conseguimos se deve ao excelente trabalho do presidente Valdir Colatto. A minha missão será dar continuidade a esse trabalho e intensificar, ainda mais, a nossa luta, buscando, para isso, envolver toda a sociedade brasileira. Como presidente, acredito que poderei contribuir muito mais”.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Lula: ‘Palanque duplo vale para Dilma, não para mim’
Em privado, Lula avisou aos dirigentes do PT que não vai seguir a política de dois palanques que permeia os acertos com os aliados, sobretudo o PMDB.
Soou peremptório: “Esse negócio de palanque duplo vale para a Dilma, não para mim”.
Ficou entendido que, nos Estados em que houver divisão, só Dilma Rousseff estará obrigada a prestigiar os dois lados.
Quanto a Lula, levará seus 76% de popularidade às campanhas dos candidatos que lhe são mais chegados.
A pretensão de Lula já bateu nos tímpanos dos dirigentes do PMDB. E não soou bem. Longe disso.
Para o principal aliado de Dilma, o acerto nacional passa por um tratamento igualitário nos Estados.
Significa dizer que, se preferir, Lula pode até se ausentar das campanhas locais. Porém...
Porém, se decidir participar, terá de dispensar um tratamento “igualitário” aos dois lados.
Em diálogo com um amigo, Michel Temer, presidente do PMDB e virtual candidato a vice na chapa de Dilma, evocou o caso da Bahia.
“Se Lula gravar uma participação no programa [televisivo] do Jaques [Wagner, do PT] tem de gravar também para o Geddel [Vieira Lima, do PMDB]”.
O critério que Lula fixou para si mesmo conduz a situação diversa. Wagner, petê ligado a Lula por uma amizade de três décadas, teria preferência sobre Geddel.
O que diz Geddel? Em público, nada. Entre quatro paredes, ele ecoa Temer. Afirma que não deseja de Lula senão a paridade de tratamento.
Dono de temperamento mercurial, Geddel diz, longe dos holofotes, que descrê da hipótese de vir a ser preterido na Bahia.
Há dez dias, Dilma esteve em Salvador. Foi prestigiar o ato de lançamento da re-candidatura de Jaques Wagner. Geddel achou natural.
Disse que só estranharia se Dilma, convidada, se negasse a comparecer a um evento do PMDB. Foi tranquilizado por um telefonema.
Depois de dar as caras no ato pró-Wagner, a presidenciável petista apressou-se em tocar o telefone para Geddel.
Segundo apurou o repórter, Geddel contou a correligionários que Dilma assumiu o “compromisso” de comparecer, junto com Temer, à convenção baiana do PMDB.
E quanto a Lula? Distante dos microfones, Geddel diz que o presidente “tem o direito de fazer o que bem entender”. Mas...
...Mas condicionou seus gestos futuros ao modo como será tratado. Geddel resumiu o que pensa numa frase dita em telefonema trocado com um amigo:
“Se houver sacanagem no meio do caminho, ninguém vai poder dizer que fui desleal. Prefiro acreditar que o presidente adotará o melhor posicionamento”.
Nesse mesmo diálogo, Geddel, ex-ministro de Lula, disse o que espera do presidente:
“Não discuto se ele fará uma gravação mais ou menos carinhosa para um ou para outro. Pode até dizer que o Jaques Wagner é amigo dele...”
“...Quero apenas que reconheça que fiz uma boa gestão no ministério [da Integração Nacional] e que, se for eleito, terei um tratamento de aliado”.
No mais, Geddel diz que Lula, se quiser, pode fazer em 2010 o mesmo que fez na eleição municipal de 2008.
Na disputa pela prefeitura de Salvador, o candidato do PMDB, Luiz Henrique, prevaleceu sobre o rival do PT, Walter Pinheiro, numa campanha da qual Lula preferiu se abster.
Lula joga com o calendário e com as pesquisas. A parceria nacional PT-PMDB será selada na primeira quinzena de junho...
...Sua participação nas campanhas estaduais só virá em agosto. A essa altura Temer já será vice de Dilma...
...O presidente imagina que sua pupila estará em ascensão nas sondagens eleitorais. E duvida que o PMDB, por pragmático, se anime a encenar gestos de hostilidade.
O diabo é que o anseio de “tratamento igualitário” não se restringe a Geddel. Espraia-se por todo o PMDB.
O partido de Temer espera que, até as convenções de junho, o PT consiga traduzir o acordo que diz estar definido em termos que possam ser considerados definitivos.
Soou peremptório: “Esse negócio de palanque duplo vale para a Dilma, não para mim”.
Ficou entendido que, nos Estados em que houver divisão, só Dilma Rousseff estará obrigada a prestigiar os dois lados.
Quanto a Lula, levará seus 76% de popularidade às campanhas dos candidatos que lhe são mais chegados.
A pretensão de Lula já bateu nos tímpanos dos dirigentes do PMDB. E não soou bem. Longe disso.
Para o principal aliado de Dilma, o acerto nacional passa por um tratamento igualitário nos Estados.
Significa dizer que, se preferir, Lula pode até se ausentar das campanhas locais. Porém...
Porém, se decidir participar, terá de dispensar um tratamento “igualitário” aos dois lados.
Em diálogo com um amigo, Michel Temer, presidente do PMDB e virtual candidato a vice na chapa de Dilma, evocou o caso da Bahia.
“Se Lula gravar uma participação no programa [televisivo] do Jaques [Wagner, do PT] tem de gravar também para o Geddel [Vieira Lima, do PMDB]”.
O critério que Lula fixou para si mesmo conduz a situação diversa. Wagner, petê ligado a Lula por uma amizade de três décadas, teria preferência sobre Geddel.
O que diz Geddel? Em público, nada. Entre quatro paredes, ele ecoa Temer. Afirma que não deseja de Lula senão a paridade de tratamento.
Dono de temperamento mercurial, Geddel diz, longe dos holofotes, que descrê da hipótese de vir a ser preterido na Bahia.
Há dez dias, Dilma esteve em Salvador. Foi prestigiar o ato de lançamento da re-candidatura de Jaques Wagner. Geddel achou natural.
Disse que só estranharia se Dilma, convidada, se negasse a comparecer a um evento do PMDB. Foi tranquilizado por um telefonema.
Depois de dar as caras no ato pró-Wagner, a presidenciável petista apressou-se em tocar o telefone para Geddel.
Segundo apurou o repórter, Geddel contou a correligionários que Dilma assumiu o “compromisso” de comparecer, junto com Temer, à convenção baiana do PMDB.
E quanto a Lula? Distante dos microfones, Geddel diz que o presidente “tem o direito de fazer o que bem entender”. Mas...
...Mas condicionou seus gestos futuros ao modo como será tratado. Geddel resumiu o que pensa numa frase dita em telefonema trocado com um amigo:
“Se houver sacanagem no meio do caminho, ninguém vai poder dizer que fui desleal. Prefiro acreditar que o presidente adotará o melhor posicionamento”.
Nesse mesmo diálogo, Geddel, ex-ministro de Lula, disse o que espera do presidente:
“Não discuto se ele fará uma gravação mais ou menos carinhosa para um ou para outro. Pode até dizer que o Jaques Wagner é amigo dele...”
“...Quero apenas que reconheça que fiz uma boa gestão no ministério [da Integração Nacional] e que, se for eleito, terei um tratamento de aliado”.
No mais, Geddel diz que Lula, se quiser, pode fazer em 2010 o mesmo que fez na eleição municipal de 2008.
Na disputa pela prefeitura de Salvador, o candidato do PMDB, Luiz Henrique, prevaleceu sobre o rival do PT, Walter Pinheiro, numa campanha da qual Lula preferiu se abster.
Lula joga com o calendário e com as pesquisas. A parceria nacional PT-PMDB será selada na primeira quinzena de junho...
...Sua participação nas campanhas estaduais só virá em agosto. A essa altura Temer já será vice de Dilma...
...O presidente imagina que sua pupila estará em ascensão nas sondagens eleitorais. E duvida que o PMDB, por pragmático, se anime a encenar gestos de hostilidade.
O diabo é que o anseio de “tratamento igualitário” não se restringe a Geddel. Espraia-se por todo o PMDB.
O partido de Temer espera que, até as convenções de junho, o PT consiga traduzir o acordo que diz estar definido em termos que possam ser considerados definitivos.
Rachado, o PT decide apoiar o PMDB no Mato Grosso
Em encontro estadual realizado neste domingo (23), o PT de Mato Grosso decidiu apoiar a candidatura do governador Silval Barbosa (PMDB).
Viabilizou-se, assim, um palanque único para a presidenciável petista Dilma Rousseff no Estado. A coligação inclui PMDB, PR, PCdoB e, agora, o PT.
A decisão foi tomada por maioria de votos –154 a 85. Deve-se a falta de unidade a uma disputa que trincou o PT.
De um lado, o grupo da senadora Serys Slhessarenko. Do outro a ala do deputado federal Carlos Abicalil.
Serys queria disputar a reeleição. Mas Abicalil prevaleceu sobre ele em disputa prévia realizada pelo PT. E será o candidato do partido ao Senado.
Proclamado o resultado da votação que acomodou o PT na coligação do PMDB, o grupo de Serys abandonou a reunião.
A senadora disse que cogita recorrer à Justiça contra supostas fraudes ocorridas nas prévias em que foi batida pelo deputado.
De resto, recordou que o governo pemedebê de Silval Barbosa arrosta denúncias que se encontram sob investigação da Polícia Federal.
Abicalil deu de ombros. Aconselhou sua correligionária a “ter sensibilidade para aceitar as derrotas”.
Seja como for, reproduziu-se no Mato Grosso a aliança nacional PT-PMDB, esteio da candidatura presidencial de Dilma.
Viabilizou-se, assim, um palanque único para a presidenciável petista Dilma Rousseff no Estado. A coligação inclui PMDB, PR, PCdoB e, agora, o PT.
A decisão foi tomada por maioria de votos –154 a 85. Deve-se a falta de unidade a uma disputa que trincou o PT.
De um lado, o grupo da senadora Serys Slhessarenko. Do outro a ala do deputado federal Carlos Abicalil.
Serys queria disputar a reeleição. Mas Abicalil prevaleceu sobre ele em disputa prévia realizada pelo PT. E será o candidato do partido ao Senado.
Proclamado o resultado da votação que acomodou o PT na coligação do PMDB, o grupo de Serys abandonou a reunião.
A senadora disse que cogita recorrer à Justiça contra supostas fraudes ocorridas nas prévias em que foi batida pelo deputado.
De resto, recordou que o governo pemedebê de Silval Barbosa arrosta denúncias que se encontram sob investigação da Polícia Federal.
Abicalil deu de ombros. Aconselhou sua correligionária a “ter sensibilidade para aceitar as derrotas”.
Seja como for, reproduziu-se no Mato Grosso a aliança nacional PT-PMDB, esteio da candidatura presidencial de Dilma.
manchetes desta segunda
- Globo: Gastos do governo com publicidade crescem 63%
- Folha: Prefeitura proibirá estacionar em ruas do centro expandido
- Estadão: Há escassez de mão de obra especializada em 67% das empresas
- JB: Irã fala em "nova era" com acordo
- Correio: Sobram barcos, falta fiscalização
- Valor: Crise traz de volta ao país 400 mil “expatriados”
- Estado de Minas: Vacina da gripe suína influencia teste de Aids
- Jornal do Commercio: De novo, arrastão e medo em Boa Viagem
- Folha: Prefeitura proibirá estacionar em ruas do centro expandido
- Estadão: Há escassez de mão de obra especializada em 67% das empresas
- JB: Irã fala em "nova era" com acordo
- Correio: Sobram barcos, falta fiscalização
- Valor: Crise traz de volta ao país 400 mil “expatriados”
- Estado de Minas: Vacina da gripe suína influencia teste de Aids
- Jornal do Commercio: De novo, arrastão e medo em Boa Viagem
O PÁSSARO DESAJEITADO QUE VOA ALTO
Durante o lançamento de sua pré-candidatura ao governo do Rio de Janeiro, neste domingo (23), o deputado Fernando Gabeira, comparou sua campanha ao pássaro tuiuiú do pantanal. "De tão desajeitado, quem olha acha que ele não vai conseguir levantar voo, mas quando ele consegue, voa mais alto que todos os outros", disse o deputado, ao assegurar que sua candidatura será viável. Gabeira afirmou que, no primeiro momento, seu objetivo é tentar chegar ao segundo turno e com o maior número possível de apoios consolidados para tentar vencer o que chamou de "máquina do governador Sérgio Cabral". Na última pesquisa divulgada pelo instituto Vox Populi, o governador Sérgio Cabral (PMDB) liderava com 41% das intenções de voto e, em segundo lugar, aparecem o deputado federal Fernando Gabeira (PV), com 19%, empatado tecnicamente, com o ex-governador Anthony Garotinho (PR), 18%.
DILMA PLANEJA TER PALOCCI NA CASA CIVIL
Após ter anunciado que não mais disputará a reeleição como deputado federal, Antônio Palocci (PT-SP) se dedicará exclusivamente ao projeto que tenta emplacar Dilma Rousseff presidente da República. Nesse contexto há um boato. A pupila de Lula, caso seja eleita, planeja ter Palocci como o seu chefe da Casa Civil, função que a própria exercia antes da desincompatibilização. Assim posto, ele será para Dilma o que José Dirceu foi para Lula antes do escândalo do mensalão. A estratégia é contar com um titular de fácil penetração entre governistas e opositores, assim como é Palocci, que almeja de grandes relacionamentos inclusive com José Serra.
ELEITOR PODE SER MULTADO POR PROPAGANDA
O eleitor usar adesivos ou faixas que faça menção à candidatura de políticos, antes do início oficial da campanha eleitoral, no dia 6 de julho, pode pagar multa. A punição varia de R$ 5 mil a R$ 25 mil. Na Bahia, a Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) já ingressou com seis representações contra pessoas que afixaram adesivos de pré-candidatos. Os casos ainda não foram julgados, mas em um deles a Justiça deu liminar determinando a retirada da propaganda. O procurador eleitoral, Sidney Madruga, defende a punição. “Ele (o eleitor) está funcionando como cabo eleitoral do candidato e fazendo propaganda eleitoral fora da hora”, assinala. Embora disciplinada por lei, Madruga define a internet como “mundo sem lei”, e defende o aprimoramento da legislação. Ele diz não dispor de pessoal para fiscalizar twitters, blogs e sites. “Infelizmente divulgam o que querem, atingem a imagem de qualquer um, sem o devido direito de resposta. Não concordamos com muitos dos vídeos do Youtube”, disse
PSDB VOLTA A PRESSIONAR PARA AÉCIO SER VICE
A coordenação de campanha do pré-candidato à Presidência pelo PSDB, José Serra, se reúne nesta segunda-feira (24) para rediscutir a estratégia e agenda a ser adotada, devido ao empate com a pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, em pesquisa Datafolha divulgada no sábado (22) (leia aqui). O partido pretende fazer uma nova investida sobre Aécio Neves, que volta nesta terça (25), após 25 dias fora do país, para que o mineiro aceite ser vice na chapa. De acordo com o comando da campanha, com Aécio, Serra somaria mais 2 milhões de votos, ao menos. Na semana passada, o secretário-geral do PSDB-MG, Lafayette de Andrada, expressou o desejo de que Aécio tope a empreitada. Foi a primeira vez que um dirigente tucano em MG admitiu a chapa puro-sangue. "Vou conversar com ele, sem ansiedade para que seja vice, mas para que trabalhe de corpo e alma na campanha", disse o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE).
DILMA CURTE FOLGAS EM NOVA YORK
Dilma Rousseff diz que comentar pesquisa dá azar
A pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, esbanjou felicidade e bom humor no final de semana em Nova York, enquanto tirava folga embalada pelo resultado da pesquisa Datafolha. Sem agendas oficiais desde a tarde de sexta-feira (21), Dilma aproveitou para descansar. Jantou em bons restaurantes, passeou por ícones nova-iorquinos, como a Times Square, e fez compras. Ela falou que comentar resultado de pesquisas "dá azar". Relembrou que é mineira e, portanto, trata política com "cuidado". "Nessas horas é bom ser mineira... Caldo de galinha nunca é demais", disse, em referência ao ditado "cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém". A pesquisa mostrou que a petista melhorou seu desempenho em todas as regiões do país. Cresceu também entre aqueles que aprovam a administração do presidente Lula. Informações da Folha.
A pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, esbanjou felicidade e bom humor no final de semana em Nova York, enquanto tirava folga embalada pelo resultado da pesquisa Datafolha. Sem agendas oficiais desde a tarde de sexta-feira (21), Dilma aproveitou para descansar. Jantou em bons restaurantes, passeou por ícones nova-iorquinos, como a Times Square, e fez compras. Ela falou que comentar resultado de pesquisas "dá azar". Relembrou que é mineira e, portanto, trata política com "cuidado". "Nessas horas é bom ser mineira... Caldo de galinha nunca é demais", disse, em referência ao ditado "cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém". A pesquisa mostrou que a petista melhorou seu desempenho em todas as regiões do país. Cresceu também entre aqueles que aprovam a administração do presidente Lula. Informações da Folha.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Uma senhora pesquisa em Minas
O PSDB mineiro contratou uma enorme pesquisa ao Vox Populi. Em breve, 8 000 eleitores de todas as regiões do estado serão entrevistados para Aécio Neves ter em mãos uma detalhada descrição dos principais problemas de cada área e, naturalmente, o que os mineiros esperam dos candidatos.
PMDB pró-Serra aconselha Temer a evitar ‘retaliação’
ção’Diretórios dissidentes ameaçam se insurgir contra o ‘vice’
Lula Marques/Folha
A 22 dias da convenção que formalizará sua indicação para vice na chapa de Dilma Rousseff, Michel Temer trava com os dissidentes do PMDB um cabo-de-guerra.
Presidente da legenda, Temer tenta impedir que os diretórios estaduais sublevados façam campanha para o presidenciável tucano José Serra.
Foi avisado de que, se esticar a corda, pode eletrificar a convenção nacional. Algo que tisnaria e, no limite, até ameaçaria sua assunção à vice de Dilma.
O primeiro aviso veio do Mato Grosso do Sul. Ali, o governador pemedebê André Puccinelli disputa a reeleição contra José Orcírio dos Santos, o Zeca do PT.
A disputa local empurrou Puccinelli para uma aliança com o PSDB de Serra. A despeito disso, o governador não cogitava criar problemas para Temer.
Na última terça (18), o deputado Waldemir Moka (PMDB-MS), avisou a Temer que os ventos podem soprar noutra direção.
Candidato ao Senado na chapa de Puccinelli, Moka disse a Temer que as ameaças de retaliação podem convulsionar a convenção do PMDB federal.
Reclamou de uma consulta que o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) encaminhara ao TSE, em combinação com Temer.
Tenta-se arrancar do tribunal uma resposta que ratifique o entendimento de que o princípio da fidelidade partidária desautoriza a infidelidade na campanha.
Dito de outro modo: para o PMDB federal, seus diretórios podem até se coligar com partidos de oposição nos Estados. Mas não podem fazer a campanha de Serra.
Significa dizer que os insurretos estariam proibidos de levar o nome de Serra ao horário de rádio e TV do partido.
Tampouco poderiam mencioná-lo nas publicações de campanha. A propaganda eletrônica e impressa teria de prestigiar a chapa nacional: Dilma-Temer.
Os principais alvos de Temer são Orestes Quércia (São Paulo) e Jarbas Vasconcelos (Pernambuco). Mas a ameaça de reação contamina outros Estados.
Moka insinuou que, se levar adiante a exigência de fidelidade, Temer pode atrair a ira de pelo menos cinco Estados.
Além de São Paulo, Pernambuco e Mato Grosso do Sul, já fechados com Serra, flertam com o tucanato os PMDBs de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Todos esses Estados enviam delegados com direito a voto na convenção que sagrará Temer como candidato a vice da presidenciável petista.
A maioria se inclinava para a neutralidade. Porém, confirmando-se a punição por infidelidade estadual, a neutralidade daria lugar à animosidade.
Estão em jogo na convenção 803 votos. O grupo de Temer estima que dispõe de maioria de pelo menos cem votos.
Uma eventual rebelião do grupo pró-Serra poderia, no mínimo, conspurcar essa maioria, tornando-a mixuruca. Algo que seria constrangedor para Temer.
As apreensões de Moka chegaram a Temer no dia em que o PMDB reuniu, em Brasília, sua Executiva nacional.
Temer chegara a cogitar a edição de uma resolução impondo desde logo a fidelidade, sob pena de intervenção nos diretórios. Desistiu.
Até a noite da véspera, Temer ainda considerava a hipótese de submeter à Executiva não uma resolução, mas uma recomendação de fidelidade. Desistiu também.
Optou-se por aguardar a resposta do TSE à consulta do partido. Se for afirmativa, vai-se alegar que a fidelidade é um imperativo judicial.
Em diálogo reservado, Geddel Vieira Lima, amigo de Temer e candidato pemedebê ao governo da Bahia, reforçou as preocupações do deputado Moka.
Embora favorável à fidelidade, Geddel receia que, a pretexto de reagir a Quércia, Temer acabe por incendiar os dissidentes que lhe são neutros.
Por ora, Temer parece fazer ouvidos moucos para os riscos. Diz algo assim: “O TSE fixou a tese da fidelidade partidária, depois ratificada pelo STF...”
“...Ficou estabelecido que o mandato não é do parlamentar, mas do partido. Se sair da legenda, pode até perder mandato. Perguntamos ao TSE o seguinte: essa fidelidade permite uma infidelidade durante a campanha?...”
“...Se o Quércia faz uma aliança com Geraldo Alckmin [PSDB], tudo bem, a lei permite. Mas ele poderá fazer a campanha do Serra se o partido tem um candidato na chapa nacional? Me parece que não”.
Lula Marques/Folha
A 22 dias da convenção que formalizará sua indicação para vice na chapa de Dilma Rousseff, Michel Temer trava com os dissidentes do PMDB um cabo-de-guerra.
Presidente da legenda, Temer tenta impedir que os diretórios estaduais sublevados façam campanha para o presidenciável tucano José Serra.
Foi avisado de que, se esticar a corda, pode eletrificar a convenção nacional. Algo que tisnaria e, no limite, até ameaçaria sua assunção à vice de Dilma.
O primeiro aviso veio do Mato Grosso do Sul. Ali, o governador pemedebê André Puccinelli disputa a reeleição contra José Orcírio dos Santos, o Zeca do PT.
A disputa local empurrou Puccinelli para uma aliança com o PSDB de Serra. A despeito disso, o governador não cogitava criar problemas para Temer.
Na última terça (18), o deputado Waldemir Moka (PMDB-MS), avisou a Temer que os ventos podem soprar noutra direção.
Candidato ao Senado na chapa de Puccinelli, Moka disse a Temer que as ameaças de retaliação podem convulsionar a convenção do PMDB federal.
Reclamou de uma consulta que o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) encaminhara ao TSE, em combinação com Temer.
Tenta-se arrancar do tribunal uma resposta que ratifique o entendimento de que o princípio da fidelidade partidária desautoriza a infidelidade na campanha.
Dito de outro modo: para o PMDB federal, seus diretórios podem até se coligar com partidos de oposição nos Estados. Mas não podem fazer a campanha de Serra.
Significa dizer que os insurretos estariam proibidos de levar o nome de Serra ao horário de rádio e TV do partido.
Tampouco poderiam mencioná-lo nas publicações de campanha. A propaganda eletrônica e impressa teria de prestigiar a chapa nacional: Dilma-Temer.
Os principais alvos de Temer são Orestes Quércia (São Paulo) e Jarbas Vasconcelos (Pernambuco). Mas a ameaça de reação contamina outros Estados.
Moka insinuou que, se levar adiante a exigência de fidelidade, Temer pode atrair a ira de pelo menos cinco Estados.
Além de São Paulo, Pernambuco e Mato Grosso do Sul, já fechados com Serra, flertam com o tucanato os PMDBs de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Todos esses Estados enviam delegados com direito a voto na convenção que sagrará Temer como candidato a vice da presidenciável petista.
A maioria se inclinava para a neutralidade. Porém, confirmando-se a punição por infidelidade estadual, a neutralidade daria lugar à animosidade.
Estão em jogo na convenção 803 votos. O grupo de Temer estima que dispõe de maioria de pelo menos cem votos.
Uma eventual rebelião do grupo pró-Serra poderia, no mínimo, conspurcar essa maioria, tornando-a mixuruca. Algo que seria constrangedor para Temer.
As apreensões de Moka chegaram a Temer no dia em que o PMDB reuniu, em Brasília, sua Executiva nacional.
Temer chegara a cogitar a edição de uma resolução impondo desde logo a fidelidade, sob pena de intervenção nos diretórios. Desistiu.
Até a noite da véspera, Temer ainda considerava a hipótese de submeter à Executiva não uma resolução, mas uma recomendação de fidelidade. Desistiu também.
Optou-se por aguardar a resposta do TSE à consulta do partido. Se for afirmativa, vai-se alegar que a fidelidade é um imperativo judicial.
Em diálogo reservado, Geddel Vieira Lima, amigo de Temer e candidato pemedebê ao governo da Bahia, reforçou as preocupações do deputado Moka.
Embora favorável à fidelidade, Geddel receia que, a pretexto de reagir a Quércia, Temer acabe por incendiar os dissidentes que lhe são neutros.
Por ora, Temer parece fazer ouvidos moucos para os riscos. Diz algo assim: “O TSE fixou a tese da fidelidade partidária, depois ratificada pelo STF...”
“...Ficou estabelecido que o mandato não é do parlamentar, mas do partido. Se sair da legenda, pode até perder mandato. Perguntamos ao TSE o seguinte: essa fidelidade permite uma infidelidade durante a campanha?...”
“...Se o Quércia faz uma aliança com Geraldo Alckmin [PSDB], tudo bem, a lei permite. Mas ele poderá fazer a campanha do Serra se o partido tem um candidato na chapa nacional? Me parece que não”.
PSB reúne seu diretório para confirmar apoio a Dilma
Sob a presidência do governador pernambucano Eduardo Campos, o PSB reúne seu diretório, nesta sexta (21), para ratificar o apoio à presidenciável Dilma Rousseff.
Rifado pelo partido, Ciro Gomes não dará as caras. Encontra-se nos EUA. Não disse, por ora, se vai ou não fazer campanha para Dilma.
Antes de submergir, Ciro dissera que José Serra, seu desafeto, é “mais preparado” que Dilma para ocupar a Presidência.
O ingresso do PSB na mega-coligação que se formou em torno de Dilma terá de ser ratificado em convenção. Deve ocorrer em 13 de junho.
À tarde, o PSB preenche, em São Paulo, a vaga para a qual Lula tentara empurrar Ciro. Será oficializada a candidatura de Paulo Skaf ao governo do Estado.
Presidente da Fiesp, o capitalista Skaf “converteu-se” ao socialismo moreno do PSB em setembro do ano passado.
Sentou praça no partido já de olho na candidatura. Vai às urnas como azarão. Frequenta as pesquisas com 3% das intenções de voto.
O PT tentou atrair Skaf para a vice de Aloizio ‘13%’ Mercadante. Desistiu. Passou a avaliar que a presença de Skaf na cédula pode ser útil.
Por quê? Ajudaria a evitar a vitória do tucano Geraldo ‘53%’ Alckmin no primeiro turno
Rifado pelo partido, Ciro Gomes não dará as caras. Encontra-se nos EUA. Não disse, por ora, se vai ou não fazer campanha para Dilma.
Antes de submergir, Ciro dissera que José Serra, seu desafeto, é “mais preparado” que Dilma para ocupar a Presidência.
O ingresso do PSB na mega-coligação que se formou em torno de Dilma terá de ser ratificado em convenção. Deve ocorrer em 13 de junho.
À tarde, o PSB preenche, em São Paulo, a vaga para a qual Lula tentara empurrar Ciro. Será oficializada a candidatura de Paulo Skaf ao governo do Estado.
Presidente da Fiesp, o capitalista Skaf “converteu-se” ao socialismo moreno do PSB em setembro do ano passado.
Sentou praça no partido já de olho na candidatura. Vai às urnas como azarão. Frequenta as pesquisas com 3% das intenções de voto.
O PT tentou atrair Skaf para a vice de Aloizio ‘13%’ Mercadante. Desistiu. Passou a avaliar que a presença de Skaf na cédula pode ser útil.
Por quê? Ajudaria a evitar a vitória do tucano Geraldo ‘53%’ Alckmin no primeiro turno
De volta, Lula alveja adversários daqui e de alhures
Lula voltou. Junto com ele, voltaram os discursos. Nesta quinta (20), falou aos prefeitos que vieram à Marcha de Brasília.
Num trecho de sua fala (acima), disse que não fez em Teerã senão o que desejavam as potências com assento no Conselho de Segurança da ONU.
"[...] É muito engraçado que algumas pessoas não gostaram que o Irã aceitasse a proposta, porque tem gente que não sabe fazer política se não tiver o inimigo”, disse.
Noutro trecho, Lula fustigou os congressistas que aprovaram o projeto que eleva as aposentadorias em 7,72% e sepulta o fator previdenciário (abaixo).
Nessa matéria, a crítica alcançou os adversários e também os aliados. A coisa passou lisamente, sem opositores. Na Câmara e no Senado.
Quanto ao percentual de reajuste, Lula não disse palavra. Sobre o fim do fator, insinuou que vai vetar.
“Vocês viram agora a votação do fator previdenciário. Tem gente que acha que ganha voto fazendo isso...”
“...Na verdade, se o povo compreender o que significa isso, essas pessoas podem até não ganhar o tanto de voto que pensam que vão ganhar".
Nada como o tempo para curar certos males. Quanto o fator previdenciário foi criado, sob FHC, Lula e o PT pegaram em lanças. No Congresso, o petismo votou contra. Agora...
Num trecho de sua fala (acima), disse que não fez em Teerã senão o que desejavam as potências com assento no Conselho de Segurança da ONU.
"[...] É muito engraçado que algumas pessoas não gostaram que o Irã aceitasse a proposta, porque tem gente que não sabe fazer política se não tiver o inimigo”, disse.
Noutro trecho, Lula fustigou os congressistas que aprovaram o projeto que eleva as aposentadorias em 7,72% e sepulta o fator previdenciário (abaixo).
Nessa matéria, a crítica alcançou os adversários e também os aliados. A coisa passou lisamente, sem opositores. Na Câmara e no Senado.
Quanto ao percentual de reajuste, Lula não disse palavra. Sobre o fim do fator, insinuou que vai vetar.
“Vocês viram agora a votação do fator previdenciário. Tem gente que acha que ganha voto fazendo isso...”
“...Na verdade, se o povo compreender o que significa isso, essas pessoas podem até não ganhar o tanto de voto que pensam que vão ganhar".
Nada como o tempo para curar certos males. Quanto o fator previdenciário foi criado, sob FHC, Lula e o PT pegaram em lanças. No Congresso, o petismo votou contra. Agora...
Agora vai: Delúbio apóia ‘missão’ de Lula no caso Irã
Lula recebeu o apoio que faltava ao esforço do Brasil para impedir que as superpotências decretem, na ONU, novas sanções contra o Irã.
Um dia depois de ter sido condenado à perda dos direitos políticos por oito anos e à devolução de R$ 164,6 mil às arcas de Goiás, Delúbio Soares saiu em defesa de Lula.
Levou às páginas do goiano ‘Diário da Manhã’ um artigo no qual afaga o presidente e o Itamaraty. Reproduziu o texto em seu blog. Começa assim:
“A bem-sucedida missão do presidente Lula e da respeitada diplomacia brasileira em Teerã, jogando cartada decisiva em favor da paz e do desarmamento...”
“...É motivo de alegria e de orgulho para todo o povo brasileiro. Reafirma-se a importância crescente de nosso país no cenário internacional...”
Reafirma-se também o “...perfil de estadista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que renova seus compromissos com a paz e o entendimento entre os povos”.
O governo deveria enviar cópia do artigo companheiro para Barack Obama. Decerto causará furor na Casa Branca.
No rodapé do artigo, Delúbio identifica-se como “professor”. Talvez devesse trocar a qualificação.
O Tribunal de Justiça de Goiás condenou-o justamente porque, embora pendurado na folha de salários de Goiás, não dava as caras na sala de aula.
Um dia depois de ter sido condenado à perda dos direitos políticos por oito anos e à devolução de R$ 164,6 mil às arcas de Goiás, Delúbio Soares saiu em defesa de Lula.
Levou às páginas do goiano ‘Diário da Manhã’ um artigo no qual afaga o presidente e o Itamaraty. Reproduziu o texto em seu blog. Começa assim:
“A bem-sucedida missão do presidente Lula e da respeitada diplomacia brasileira em Teerã, jogando cartada decisiva em favor da paz e do desarmamento...”
“...É motivo de alegria e de orgulho para todo o povo brasileiro. Reafirma-se a importância crescente de nosso país no cenário internacional...”
Reafirma-se também o “...perfil de estadista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que renova seus compromissos com a paz e o entendimento entre os povos”.
O governo deveria enviar cópia do artigo companheiro para Barack Obama. Decerto causará furor na Casa Branca.
No rodapé do artigo, Delúbio identifica-se como “professor”. Talvez devesse trocar a qualificação.
O Tribunal de Justiça de Goiás condenou-o justamente porque, embora pendurado na folha de salários de Goiás, não dava as caras na sala de aula.
Serra intervém e PSDB gaúcho decide se aliar ao PP
Em viagem decidida de última hora, o presidenciável tucano José Serra desembarcou em Porto Alegre nesta quinta (20).
Foi apagar um incêndio local, cujas labaredas tisnavam o seu projeto nacional.
Num instante em que Serra tenta atrair o PP federal para sua coligação, o PSDB de Yeda Crusius hesitava em se juntar à seccional gaúcha da legenda.
Depois de reunir-se com Serra, o PSDB local anunciou que vai recepcionar o PP na coligação encabeçada pela governadora Yeda, candidata à reeleição.
Presidente do PP fedeeral, o senador Francisco Dornelles (RJ) dissera, no início do mês, que o acerto gaúcho teria peso na decisão nacional, a ser tomada em junho.
Antes de se reunir com seus correligionários, Serra fora ao encontro da bancada do PMDB na Assembléia Legislativa gaúcha.
Avesso ao PT, o PMDB de José Fogaça, outro candidato ao governo gaúcho, flerta com o apoio a Serra. Daí os afagos do presidenciável.
À saída, Serra limitou-se a dizer aos repórter que tem “grande afinidade” com o PMDB gaúcho. Sobre a perspectiva de acordo, desconversou:
“Foi uma conversa muito agradável, só notei uma divisão grave na bancada, grave: gremistas e colorados. Tem até um palmeirense, mas não vou dedá-lo”.
Foi apagar um incêndio local, cujas labaredas tisnavam o seu projeto nacional.
Num instante em que Serra tenta atrair o PP federal para sua coligação, o PSDB de Yeda Crusius hesitava em se juntar à seccional gaúcha da legenda.
Depois de reunir-se com Serra, o PSDB local anunciou que vai recepcionar o PP na coligação encabeçada pela governadora Yeda, candidata à reeleição.
Presidente do PP fedeeral, o senador Francisco Dornelles (RJ) dissera, no início do mês, que o acerto gaúcho teria peso na decisão nacional, a ser tomada em junho.
Antes de se reunir com seus correligionários, Serra fora ao encontro da bancada do PMDB na Assembléia Legislativa gaúcha.
Avesso ao PT, o PMDB de José Fogaça, outro candidato ao governo gaúcho, flerta com o apoio a Serra. Daí os afagos do presidenciável.
À saída, Serra limitou-se a dizer aos repórter que tem “grande afinidade” com o PMDB gaúcho. Sobre a perspectiva de acordo, desconversou:
“Foi uma conversa muito agradável, só notei uma divisão grave na bancada, grave: gremistas e colorados. Tem até um palmeirense, mas não vou dedá-lo”.
TSE proíbe propaganda de Kassab em favor de Serra
O corregedor-geral eleitoral do TSE, ministro Aldir Passarinho, proibiu a exibição de uma inserção publicitária do DEM de São Paulo.
Considerou que o prefeito paulistano Gilberto Kassab (DEM) usou o espaço televisivo do partido para fazer campanha ilegal em favor de José Serra (PSDB).
A peça foi ao ar na última terça (18). O diretório nacional do PT protocolou no TSE uma reclamação. E Passarinho deu razão ao partido de Dilma Rousseff.
O ministro suspendeu novas exibições da propaganda. Iria ar ar novamente nesta quinta (20), no sábado (22) e na terça (25) da semana que vem.
Passarinho facultou ao DEM a possibilidade de manter as veiculações, desde que o vídeo seja trocado.
Há duas semanas, Passarinho julgara reclamação do PSDB contra inserções publicitárias do PT. A reclamação era a mesma.
O tucanato acusara o legenda rival de utilizar a propaganda partidária para trombetear a candidatura de Dilma. As inserções foram suspensas.
Em julgamento posterior, realizado no plenário do TSE, Passarinho relatara outra reclamação da oposição (PSDB e DEM).
Neste caso, questionava-se um programa de dez minutos que o PT exibira, em rede nacional, em dezembro de 2009.
Em decisão unânime, o TSE decidiu multar Dilma (R$ 5 mil) e o PT (R$ 20 mil). O PT agora dá o troco.
Na propaganda proibida, Kassab faz o papel de âncora. Logo de saída, a peça realça o principal mote da campanha presidente de Serra:
“O Brasil está num bom momento. Mas pode melhorar muito mais. Para isso, é preciso trabalhar juntos, somar esforços”.
Em sua decisão, o ministro Passarinho dá a sua interpretação do conteúdo do vídeo.
Anota que, ao associar a perspectiva de que melhoria do país a uma referência expressa a Serra e à exibição de imagens dele, o DEM infringiu a lei.
Fez campanha eleitoral fora de época em vez de enaltecer as realizações de Kassab na prefeitura de São Paulo.
Passarinho arremata: “Tal conduta, no cenário da disputa eleitoral já deflagrada com o anúncio das pré-candidaturas à Presidência, não há como ser tolerada”.
Considerou que o prefeito paulistano Gilberto Kassab (DEM) usou o espaço televisivo do partido para fazer campanha ilegal em favor de José Serra (PSDB).
A peça foi ao ar na última terça (18). O diretório nacional do PT protocolou no TSE uma reclamação. E Passarinho deu razão ao partido de Dilma Rousseff.
O ministro suspendeu novas exibições da propaganda. Iria ar ar novamente nesta quinta (20), no sábado (22) e na terça (25) da semana que vem.
Passarinho facultou ao DEM a possibilidade de manter as veiculações, desde que o vídeo seja trocado.
Há duas semanas, Passarinho julgara reclamação do PSDB contra inserções publicitárias do PT. A reclamação era a mesma.
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Em decisão unânime, o TSE decidiu multar Dilma (R$ 5 mil) e o PT (R$ 20 mil). O PT agora dá o troco.
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“O Brasil está num bom momento. Mas pode melhorar muito mais. Para isso, é preciso trabalhar juntos, somar esforços”.
Em sua decisão, o ministro Passarinho dá a sua interpretação do conteúdo do vídeo.
Anota que, ao associar a perspectiva de que melhoria do país a uma referência expressa a Serra e à exibição de imagens dele, o DEM infringiu a lei.
Fez campanha eleitoral fora de época em vez de enaltecer as realizações de Kassab na prefeitura de São Paulo.
Passarinho arremata: “Tal conduta, no cenário da disputa eleitoral já deflagrada com o anúncio das pré-candidaturas à Presidência, não há como ser tolerada”.
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