sexta-feira, 28 de maio de 2010

PPS em Brasília espera

O diretório de Brasília do PPS ainda não fechou em qual palanque vai estar nas eleições nacionais: se no de Dilma Rousseff ou no de José Serra. Devastado pela crise na capital – quando o ex-número dois da Secretaria de Saúde, Fernando Antunes, saiu da legenda sob suspeita de envolvimento no esquema – o partido adiou a decisão sobre os apoios políticos para junho.

Candidato à reeleição e homem forte da sigla na capital, o deputado federal Augusto Carvalho pensa em apoiar o petista Agnelo Queiroz ao governo distrital. Mas ele esbarra no cenário político nacional, já que a cúpula partidária deseja dar palanque a José Serra na capital. A oposição, porém, não tem candidato forte ao Palácio do Buriti. E, por sobrevivência, isso pode pesar na balança do PPS candango.

Bandarra entregará defesa

O procurador-geral do DF, Leonardo Bandarra, entrega hoje sua defesa no processo a que responde no Conselho Nacional do Ministério Público por suposto envolvimento no esquema de corrupção montado pelo governo José Roberto Arruda. Ontem, Bandarra foi ao STF contra o conselho, argumentando que não teve acesso a todos os documentos para se preparar. Mas independente da resposta do tribunal, o procurador decidiu entregar hoje a defesa.

A amigos, o chefe do MP de Brasília queixou-se dos constantes vazamentos de informações sobre seu processo, que é sigiloso. Disse também que não vai se afastar do cargo, apesar da pressão interna. O corregedor nacional do MP, Sandro Neis, já avisou que pretender levar o caso Bandarra a julgamento na sessão de 7 de junho.

manchetes desta sexta

- Globo: Tribunal cassa Rosinha e torna Garotinho inelegível



- Folha: Hillary vê risco para o mundo no acordo Brasil/Irã



- Estadão: Hillary aponta 'sérias divergências' com Brasil no caso do Irã



- JB: “Truculência não resolve”



- Correio: Para auditores, Roriz deu início à farra de contratos



- Valor: Justiça lenta impede a volta de US$ 3 bi ao país



- Jornal do Commercio: Descoberta farra no Aníbal Bruno

SERRA DIZ QUE NÃO PERDEU CANDIDATO A VICE




O presidenciável José Serra (PSDB) afirmou nesta quinta (27), depois que Aécio Neves decidiu que se candidatará mesmo ao Senado, que não perdeu seu candidato a vice na chapa tucana para outubro, pois nunca o teve. “Você só perde o que tem. Ele (Aécio) não era candidato a vice", declarou aos jornalistas em uma visita à cidade gaúcha de gramado. Serra afirmou que já sabia que Aécio não aderiria à campanha há vários meses e que nada muda na campanha, porque Aécio nunca esteve por perto. O ex-governador de SP visita a cidade para participar do 26º Congresso Nacional de Secretários Municipais de Saúde.

DILMA ESTARÁ NA CONVENÇÃO DE GEDDEL




Engana-se aquele que pensa que a pré-candidata à Presidência da República pelo PT, Dilma Rousseff, está de clima ruim com o PMDB da Bahia. A pupila do presidente Lula está mais do que confirmada na convenção peemedebista que oficializará a candidatura de Geddel Vieira Lima para governador e toda a sua chapa majoritária. O senador César Borges (PR) aliado dos dois citados confirmou a informação ao Bahia Notícias nesta quinta-feira (27). O evento, marcado para o dia 18 de junho, promete uma mobilização de milhares de peemedebistas de todo o estado, tanto que a diretoria escolheu o parque aquático Wet’n Wild para sediar os festejos.

TESOUREIRO PETISTA É CONDENADO EM SP

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) condenou o futuro tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff e ex-prefeito de Diadema, José de Filippi Junior, a devolver cerca de R$ 2,1 milhões para os cofres da prefeitura da cidade. A decisão ocorreu pela contratação sem licitação do escritório do advogado Luiz Eduardo Greenhalgh, que é petista. O escritório de Greenhalgh foi contratado pela Prefeitura de Diadema entre 1983 e 1996. Defendeu só duas causas, segundo o Ministério Público, e ganhou cerca de R$ 2,1 milhões pela tarefa. O contrato era desnecessário, já que a prefeitura contava com 51 procuradores para defender os interesses da cidade. O TJ também condenou Filippi Junior à perda dos direitos políticos por cinco anos. A decisão não afeta a função que ele terá na campanha de Dilma. Tesoureiro não é uma função pública. Informações da Folha.

ALENCAR É INTERNADO COM PROBLEMA RENAL

O vice-presidente da República, José Alencar, deu entrada nesta quinta-feira (27) no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para a realização de exames. Os primeiros exames mostraram que ele está com problemas renais e com acúmulo de líquido pelo corpo. Os médicos ainda não sabem se a retenção de líquido está relacionada ao câncer, a problemas cardiológicos ou se é efeito colateral de algum remédio que ele vem usando. O oncologista Paulo Hoff, da equipe que cuida de Alencar, se limitou a dizer que "tudo ainda está em avaliação. Ele fará uma bateria de testes ". Hoff disse que Alencar chegou ao hospital "caminhando e está bem, brincando, rindo. Não é um quadro dramático, nada disso". O oncologista afirmou que o vice telefonou para os médicos ontem relatando que estava "cansado, fatigado" e que eles o orientaram a viajar a São Paulo para uma avaliação mais aprofundada. "Isso pode ter sido causado por uma série de fatores". Informações da Folha.

RODRIGO MAIA E PMDB

O delator do "mensalão do DEM" do Distrito Federal, Durval Barbosa, revelou que o presidente nacional do partido, deputado Rodrigo Maia (RJ), era um dos beneficiários do esquema montado pelo governador cassado José Roberto Arruda. "O acerto do Rodrigo era direto com o Arruda", disse Barbosa, em entrevista ao Jornal Estado de S. Paulo. Barbosa afirmou que a participação do presidente nacional do DEM está sendo investigada, e ele, Durval, colabora por meio de um acordo de delação premiada firmado com o Ministério Público Federal. "O Ministério Público vai pegar", afirmou, referindo-se à suposta participação de Rodrigo Maia no desvio de dinheiro do governo do Distrito Federal. O ex-secretário também acusou o PMDB de receber pagamentos mensais do esquema de Arruda. Além de disparar contra o presidente nacional do DEM, Barbosa afirmou que dirigentes do PMDB se beneficiavam do esquema de corrupção montado no governo Arruda. O dinheiro, segundo ele, era entregue ao presidente do diretório do partido no DF, o deputado federal Tadeu Filippelli. "Filippelli recebia R$ 1 milhão por mês para o PMDB", afirmou Barbosa. "Inclusive tem um áudio sobre isso", emendou.

O COBIÇADO AÉCIO AINDA É ESPERADO POR SERRA

Começou com duas candidaturas: a de Serra e a de Aécio. O mineiro saiu do páreo e anunciou a sua candidatura ao Senado, mas os tucanos jamais se confirmaram e alentaram, por longo tempo, a possibilidade de Aécio mudar de posição e ser companheiro da chapa de José Serra. O mineiro, no entanto, que passou um mês no exterior, resolveu, ao retornar, acabar com a festa e as ilusões. E dizer que é candidato sim, mas ao Senado e não a vice. Justo quando aconteceu o empate, em pesquisa da DataFiolha, entre Serra e Dilma Rousseff. Mais do que nunca Serra precisava de Aécio, que continua na dele, como Ulysses, em Homero, amarrado no mastro para não ouvir o canto das sereias. Ele entende que a campanha não começou ainda e que as possibilidades do tucano são amplas. Aécio Neves tem problemasa em Minas, onde pretende eleger Anastacia governador do Estado, e disse a Serra que faria a sua campanha em Minas chegando a afirmar que aonde um estiver o outro estará. Mas não basta. Dilma ganha aura de favorita e isso, naturalmente, incomoda. O tucano disse, diante da postura intransigente do desejado vice, que jamais fizera convite e que nunca teve vice, embora considerasse o ex-governador mineiro ideal. A situação passou a ser confusa de tal natureza que o DEM avisou que, como aliado, exige ocupar a vaga. Pior para Serra. O DEM não tem nome que puxe voto e é isso o que o candidato a presidente precisa. Agora, o PSDB começa a cogitar em uma decisão interessante, senão curiosa, realizar a sua convenção nacional e deixar a vaga da vice aberta, para preencher posteriormente. Nada disse, mas uma decisão dessa ordem leva à suposição óbvia de que, ao deixar a vaga em aberto, nada mais os tucanos estarão fazendo senão esperar por Aécio. Estão, provavelmente, naquela linha segundo a qual a esperança é a última que morre. Olha, de há muito eu não vejo um nome tão cobiçado quanto o de Aécio Neves, motivo de incontido desejo dos tucanos, que imaginam quebrar o ciclo do PT no comando da República.

LULA DEFENDE NEGOCIAÇÃO PARA CRISE IRANIANA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a busca de uma solução negociada para a crise nuclear iraniana. Lula deu declarações sobre o assunto no discurso de abertura do 3º Fórum das Civilizações, no Museu de Arte Moderna da cidade do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (28). O presidente brasileiro voltou a insistir no tema nuclear iraniano e enfatizou que o Brasil foi "ao Irã buscar uma solução negociada para a crise". Além disso, Lula considerou "obsoletos e de um tempo já superado" os arsenais nucleares, e recordou que o Brasil "é um dos poucos países que consagram o desarmamento em sua Constituição".

Discurso da senadora Kátia Abreu (DEM-TO) na posse do novo presidente da FPA, Moreira Mendes (PPS-RO)

Desafios pela frente


Moreira Mendes é empossado presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA) em noite concorrida, em Brasília


Por Marcos Linhares


Numa noite repleta de parlamentares e expectativas, o deputado federal Rubens Moreira Mendes (PPS-RO) tomou posse em Brasília, como novo presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), tida como a maior do Congresso Nacional. Deputados e senadores, de vários estados e legendas, assim como membros do executivo, jornalistas e personalidades se revezavam nos cumprimentos assim como na discussão de temas afins à produção rural e pecuária nacional e internacional.


O deputado Valdir Collatto (PMDB/SC), que presidia a FPA até ontem, salientava sua satisfação com o trabalho desenvolvido e com as conquistas alcançadas pela frente, que conta com 268membros, sendo 233 deputados e 35 senadores. Colatto recebeu das mãos da senadora (DEM-TO) e presidente da Confederação da Agricultura (CNA), Kátia Abreu, uma placa alusiva a contribuição do parlamentar ao setor agropecuário brasileiro, em especial, como presidente da FPA no período 2008/2010. O parlamentar catarinense afirmou ter empreendido um sério trabalho em prol do direito de propriedade para os agropecuaristas brasileiros. "É a questão que mais traz intranqüilidade para o campo. Precisamos continuar nesta luta e observar também a questão ambiental", defendeu Colatto ao transmitir o cargo ao novo presidente, o deputado Moreira Mendes.


Visivelmente emocionado, o deputado e ex-senador do estado de Rondônia, Moreira Mendes enfatizou que este é um ano atípico, devido às eleições, mas que mesmo com o período eleitoral, tratará as questões dessa aérea crucial ao país com a devida responsabilidade e quem bem conhece. " Nossa área responde por cerca de 40% do PIB e 48% das exportações brasileiras. Pena, ainda sermos incompreendidos pela população, de um modo em geral, assim como pela legislação ambiental que é tão cruel para com o produtor", lamentou.


O novo presidente elogiou o trabalho de seu antecessor, Valdir Colatto, e ressaltou que o primeiro grande desafio é continuar a luta pela modificação da legislação ambiental. Além disso, apontou o problema da insegurança jurídica no campo." Não há como conviver com essas invasões desmesuradas, de caráter político-ideológico. Ninguém está acima da lei. Devemos todos respeitar e cumprir as leis. Por isso, estaremos atentos a todas manobras feitas que atentarem contra o respeito à propriedade privada", disse. Mendes também enfatizou que a Frente procurará sempre manter um canal de diálogo aberto e franco com o Governo, no sentido de minimizar os efeitos dramáticos sentidos na falta de infraestrutura, no Brasil, como um todo. "Precisamos dar escoamento a essa grande produção. Novamente, apesar de todas as dificuldades, este ano, batemos recorde de produção. As estradas, portos e ferrovias ainda estão muito aquém da grandiosa produção brasileira", apontou.


O presidente da Comissão de Agricultura da Câmara e um dos fundadores da FPA, deputado Abelardo Lupion (DEM-PR) pontuou que Moreira Mendes é profundo conhecedor da área jurídica e por também ser da área agropecuária, deverá ser um dos grandes presidentes da Frente. "Ele poderá contar com as estruturas de nossa Comissão. Afinal, a FPA é a aquela que faz as coisas acontecerem, pois somos combativos. Lutamos com afinco pelos interesses do setor agropecuário, que tanto beneficiam o país. Moreira Mendes tem excelente capacidade de mobilização e muita credibilidade no Congresso Nacional e a FPA estará em ótimas mãos", revelou.


Fronteira


Um dos deputados mais atuantes da Frente, Ronaldo Caiado (DEM-GO) alegou que o novo presidente é muito respeitado no plenário e por isso, é uma voz muito ouvida na Casa. "O deputado Moreira Mendes como advogado e militante competente, possui a prática de como lidar com as dificuldades do setor, principalmente das áreas de fronteira. Ele representa com orgulho seu Estado no :Congresso, Rondônia. Estou convicto de que ele será brilhante e de que avançaremos nos debates e nos resultados dos temas da agropecuária brasileira", complementou.


Questões Amazônicas


O ex-ministro da Agricultura, o deputado Reinhold Stephanes (PMDB / PR) compareceu discretamente. Ficou pouco tempo, tendo passado por lá, para rapidamente cumprimentar o novo presidente da FPA. "Tenho grande respeito por Moreira Mendes. Quando fui ministro da Agricultura, ele foi uma das pessoas que mais participava com questões claras, precisas e objetivas, principalmente as questões amazônicas. Temos uma bancada ruralista grande, mas os que efetivamente atuam são uns 10, 15 ou 20, não passa desse número. E o Moreira Mendes sempre esteve presente e atuante. Esse olhar da compensação ambiental do Moreira Mendes nos faz pensar que precisamos ver com ainda mais atenção a questão da Amazônia", comentou.


Confederação


A senadora e presidente da Confederação Nacional da Agricultura, Kátia Abreu (DEM-GO), ao tomar a palavra, não escondeu sua satisfação com Moreira Mendes, à frente da FPA. " Moreira Mendes é companheiro de hoje e sempre e estamos seguros de que, continuará o companheiro certo nas lutas pelo agropecuária de nosso país", comemorou.


Rondônia


O novo secretário-chefe da Casa Civil do Estado de Rondônia, o ex-vereador, advogado e empresário Guilherme Erse Moreira Mendes também esteve presente, representando o governador daquela unidade da federação, João Cahulla. Guilherme Moreira Mendes em seu discurso discorreu sobre a importância de ter o Estado tão bem representado na FPA e que os problemas que assistem à área agropecuária não são poucos mas que tem que ser enfrentados. Ao final, não escondeu a satisfação de ser filho de novos presidente da Frente. "Tenho orgulho de como seu filho, ver meu pai brilhando por onde passa", concluiu.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Moreira Mendes assume presidência da Frente Parlamentar Agropecuária



Em ato festivo, com homenagem e confraternização em Brasília, o deputado federal catarinense, engenheiro agrônomo Valdir Colatto (PMDB/SC) transmitiu o cargo de presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) do Congresso Nacional ao seu colega parlamentar, deputado Moreira Mendes (PPS/RO).

Colatto foi homenageado com uma placa, entregue pela senadora e presidente da Confederação da Agricultura (CNA), Kátia Abreu, pela enorme contribuição ao setor agropecuário brasileiro, especialmente na atuação como presidente da FPA no período 2008/2010. Colatto também foi lembrado pelos membros da frente, participantes do jantar, como o membro que mais defendeu o agronegócio brasileiro e batalhou por esse setor. O homenageado agradeceu a presença de todos e a colaboração de cada um nesses dois anos como presidente da FPA.

“Trabalhamos muito, em várias áreas, mas acredito que a principal delas foi em prol do direito de propriedade para os agropecuaristas brasileiros. Pois esta questão é o que mais traz intranqüilidade para o campo. Precisamos continuar nesta luta e na questão ambiental também”, ressaltou Colatto após receber as homenagens.

Os 25 anos de vida pública e a forte atuação na área da agricultura foi o que credenciou Valdir Colatto a comandar por este período uma das mais influentes bancadas no Congresso Nacional, também conhecida como a bancada dos ruralistas. Por duas gestões consecutivas, iniciada em 2008 e encerrada em 2010, o parlamentar esteve à frente do grupo, formado por 234 deputados e 33 senadores que atuam ativamente nas comissões temáticas propondo e aprovando projetos de interesse da área agropecuária. Agora, deixa a presidência e assume a vice-presidência da FPA.

Para o deputado Moacir Micheletto (PMDB/PR), coordenador político da frente, foi na presidência de Colatto que “a FPA teve grande participação na aprovação do Fundo de Catástrofe e foi de fundamental importância na criação da Comissão Especial do Código Ambiental. Com certeza esta foi uma das melhores gestões da FPA desde o inicio da frente,” ressaltou o parlamentar.

Ao deixar a presidência, Colatto agradeceu à todos os funcionários e parlamentares que fizeram parte da sua gestão como presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária e desejou sorte e sucesso ao novo presidente, deputado Moreira Mendes.

AÇÕES

Na condução de Colatto, o trabalho da FPA foi pautado em sete grandes temas: endividamento agrícola, legislação ambiental, questões fundiárias (quilombolas, indígenas, índices de produtividade, regularização fundiária conflitos agrários), infraestrutura, questões tributárias, política agrícola e defesa agropecuária. Foram acompanhadas e analisadas 816 proposições legislativas, tratando dos ramos da agricultura comercial (44), agricultura familiar (13), agroenergia (16), agroindústria (9), biotecnologia (16), comércio exterior (8), cooperativismo (24), defesa agropecuária (40), infraestrutura (40), insumos agropecuários (6), meio ambiente (217), pesca/aquicultura (1), política agrícola (103), política fundiária (120), políticas públicas (46), previdência/tributos (61), sanidade (6) e trabalho (46).

Colatto destaca entre as prioridades a criação do Código Ambiental Brasileiro, a redução da carga tributária para alimentos e insumos, garantia da renda para o produtor rural e a solução para os conflitos fundiários. Na presidência, o parlamentar lutou por uma política agrícola mais justa para os produtores, por uma legislação ambiental mais adequada e compatível com a realidade brasileira e também batalhou pela garantia do direito de propriedade. “A questão fundiária precisa continuar sendo pautada pela FPA, pois os produtores brasileiros precisam de segurança jurídica e do direito de propriedade”, destacou Colatto.

Ainda na gestão de Colatto, a Frente Parlamentar da Agropecuária negociou a prorrogação por mais dois anos a averbação da Reserva Legal, que vinha trazendo intranqüilidade para os agricultores brasileiros, apresentou o Projeto de Lei 5.367/2009, de autoria de Colatto, e criou a Comissão Especial que discute mudanças na atual legislação florestal e instituição do Código Ambiental Brasileiro. “O Congresso precisa fazer uma legislação ambiental compatível com a realidade brasileira, que permita a produção e preservação do meio ambiente”, ressalta.

A alteração dos índices de produtividade, a garantia de preços mínimos para os produtores rurais, o apoio à comercialização e à implementação de programas de defesa agropecuária, além das críticas às demarcações contínuas de terras quilombolas e indígenas e dos trabalhos relevantes junto às cooperativas brasileiras também foram prioridades de Colatto na presidência da Frente Parlamentar da Agropecuária.

Mesa Diretora

Como secretário-geral e coordenador-político da Frente, permanecem os deputados Marcos Montes (DEM /MG) e Moacir Micheletto (PMDB/PR). Como vice-presidente da FPA, o deputado federal Valdir Colatto (PMDB/SC). Nas vices-presidências regionais, permaneceram os deputados Duarte Nogueira (PSDB/SP), pela região Sudeste, Luis Carlos Heinze (PP/RS), pela região Sul, Homero Pereira (PR / MT), pela região Centro-Oeste. O novo vice-presidente pela região norte é o parlamentar Giovanni Queiroz (PDT/PA).

Homenagem - Placa

“Nós, Deputados e Senadores da Frente Parlamentar da Agropecuária – FPA, homenageamos o Engenheiro Agrônomo e Deputado Federal Valdir Colatto por sua enorme contribuição ao setor agropecuário brasileiro, especialmente em razão de sua brilhante atuação como presidente desta entidade no período 2008/2010”

copa

PDT veta Suplicy na ‘vice’ com apoio velado de Marta

Candidato petê ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante viu ruir o seu plano de fazer do amigo Eduardo Suplicy o vice de sua chapa.

O PDT, que se considera dono da vaga, levou o pé à porta nesta quarta (26). Pois bem, descobriu-se que há outro pezinho no caminho de Suplicy.

Quem conta é o Painel, seção da Folha editada pela repórter Renata Lo Prete. Leia:

- Suplicy x Suplicy: A nota do PDT rejeitando a possibilidade de uma chapa pura petista para o governo de São Paulo, com Eduardo Suplicy como vice de Aloizio Mercadante, foi discretamente estimulada por Marta Suplicy, que combate a ideia desde o nascedouro, porque implicaria compensar a sigla com a vaga de primeiro suplente em sua chapa para o Senado.

A ex-prefeita deseja colocar nesse lugar um nome que lhe permita, se eleita, não ficar presa à cadeira por oito anos. Além de tentar convencer Antonio Palocci a aceitar a missão, Marta conversou com Paulinho da Força sobre como julga natural que o PDT exija a vice. Ontem, ligou para o deputado após a divulgação da nota.

PTB terceiriza seu programa de TV à equipe de Serra

O apoio do PTB de Roberto Jefferson a José Serra é, por ora, um acerto de gogó. Só será formalizado numa convenção agendada para 19 de junho.



A despeito disso, Jefferson resolveu iniciar a lua-de-mel antes do casamento. Praticamente terceirizou o programa de TV de seu partido ao tucanato.



Noves fora um lote de inserções de 30 segundos, o PTB terá à sua disposição uma janela televisiva de dez minutos. Coisa fina. Rede nacional.



Pois bem, Jefferson confiou à equipe de Luiz Gonzalez, o marqueteiro de Serra, a produção de oito minutos da peça do PTB.



E quanto ao resto? Será usado pelo próprio Jefferson. Para quê? "Só preciso de um a dois minutos para apresentar Serra", diz o presidente do PTB.



Curioso. Serra é do PSDB. A coligação com o PTB é, por ora, uma intenção. Pela lei, a campanha só começa em julho. Na TV, só em agosto.



Dá-se à parceria eletrônica da turma de Serra com o partido de Jefferson o nome de “ilegalidade”.



Ou seja, depois de criticar o PT por ter convertido programas partidários em peças eleitorais, a oposição leva o vale-tudo às últimas consequências.

manchetes desta quinta

- Globo: Recall de carros em 2010 já soma 1 milhão de unidades



- Folha: Serra diz que Bolívia é cúmplice de traficantes



- Estadão: Lula manda refazer contas para dar 7,7% a aposentados



- JB: Senado gasta mal e em dobro



- Correio: TCDF confirma farra de contratos na Pandora



- Valor: Chineses já compram terras em nova fronteira agrícola



- Jornal do Commercio: Mais polícia, médicos e verba contra o crack

SERRA DIZ QUE MORALES É 'CÚMPLICE' DO TRÁFICO

Serra ratificou necessidade de criar Ministério de Segurança Pública

Com um tom mais rígido em suas últimas declarações, o pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB, José Serra, afirmou que governo da Bolívia é "cúmplice" do tráfico de cocaína para o Brasil. A crítica ao país vizinho, comandado pelo presidente Evo Morales, aliado político do presidente Lula, foi proferida no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (18). Ele prometeu criar um Ministério da Segurança Pública caso ele seja eleito. "A cocaína vem de 80% a 90% da Bolívia, que é um governo amigo, não é? Você acha que a Bolívia iria exportar 90% da cocaína consumida no Brasil sem que o governo de lá fosse cúmplice? Impossível. O governo boliviano é cúmplice disso. Quem tem que enfrentar essa questão? O governo federal". Para Serra, o que afirmou sobre a Bolívia não é motivo para um incidente diplomático: "Por quê? A melhor coisa diplomática é o governo da Bolívia passar a combater ativamente a entrada de cocaína no Brasil, não apenas o Brasil combater", afirmou.

LULA RECLAMA DE RADICALISMO DOS EUA

Lula protestou da falta de compromisso dos EUA na 4ª Conferência de TI

O presidente Lula fez duras críticas à política dos EUA de retaliar o Irã, em discurso nesta quarta-feira (26), na abertura da 4ª Conferência de Ciência, Tecnologia e Inovação. Ele lamentou que, feito o acordo, em vez de o Brasil ser “agraciado”, foi crivado de críticas. Descobriu-se, segundo Lula, que as potências, em verdade, “não queriam” trazer o Irã para a mesa de negociação. Ele insinuou que os EUA preferem mostrar a força internacional a aceitar o acordo. “Tem gente que, ao invés de sentar numa mesa pra conversar, prefere mostrar: ‘Eu tenho força [Lula ergue o braço esquerdo e bate com a mão direita no bíceps]. É ‘Ou dá ou desce!’ Eu não sou assim. Ninguém dá e todo mundo desce. Esse é o meu lema. Vamos tentar fazer com que as coisas sejam resolvidas em conversa, franca e aberta”. Lula relatou o que para ele é a tática de Washington: “Primeiro é preciso criar um inimigo. Esse inimigo tem que ser ruim, embora possa não ser. Mas eu tenho que fazê-lo ruim, a cara tem que ser feia. E nós temos, então que demonizá-lo”. Ele comparou o que a Casa Branca faz com o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, ao que a oposição e os empresários fizeram com ele próprio: “Fui demonizado quanto anos? Quantos anos muitos de vocês, sem me conhecer, tinham medo de mim? Vamos ser francos, entre nós aqui [risos].”

PP lançará as pré-candidaturas ao Senado de Cassol e Tiziu

No próximo sábado acontecerá em Porto Velho o lançamento oficial das pré-candidaturas de Ivo Cassol (PP) e do deputado estadual Tiziu Jidalias (PP-Ariquemes) ao Senado. O evento terá início a partir das 9 horas, na boate Quéops, localizada na Avenida Mamoré.
Trata-se do 5° Encontro Estadual do Partido Progressista em Rondônia e partidos convidados (PP, PPS, PSDC, PT do B, PSL, PRP, PV, PTN e PTB). De acordo com o presidente em exercício do PP, Cláudio Faria, o objetivo do evento será de promover novas filiações; discutir com as lideranças locais, sugestões de programas de governo e ações políticas para o Estado de Rondônia; apresentar à comunidade as lideranças regionais do PP e dos partidos convidados e preparar as lideranças partidárias para a Convenção Regional marcada para acontecer no dia 30 de junho de 2010.
Ivo Cassol destaca a importância do trabalho realizado pelas lideranças da chamada Frente Progressista. “Com o trabalho conjunto dessas lideranças, estou certo de que daremos continuidade ao progresso implantado em Rondônia”, destacou.
Ainda referindo-se ao andamento das pré-candidaturas da Frente Progressista, Cassol voltou a destacar o nome do governador João Cahulla (PPS), que busca a reeleição. “O que nós queremos é que o nosso Estado não pare. O trabalho que iniciamos nos quatro cantos de Rondônia continua, o progresso faz parte dessa história e Cahulla está preparado para assumir o comando do Estado”, ressaltou Cassol.
Para Tiziu Jidalias, que tem tido uma expressiva aceitação de sua pré-candidatura ao Senado, afirma estar satisfeito. “Estou muito feliz, otimista e diga-se de passagem, muito motivado com a receptividade que tenho tido nos diversos lugares de nosso Estado. Desde que o PP lançou o meu nome ao Senado, tenho recebido o apoio de várias pessoas e isso é sem dúvida muito gratificante”, salientou o deputado.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

GEDDEL: JW EMPERRA CHEGADA DE RECURSOS PARA BA




Para Geddel, Wagner não formaliza projetos importantes

O pré-candidato a governador pelo PMDB, Geddel Vieira Lima, voltou a criticar a gestão do chefe do Executivo baiano, Jaques Wagner (PT), no que se refere à falta de investimentos para o estado. O peemedebista disse que o gestor peca na falta de elaboração de projetos relevantes ao governo federal e por isso o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não tem liberado mais verbas para o Estado. “O presidente Lula sempre demonstrou o seu amor pela Bahia, mas o atual governador não tem capacidade para apresentar projetos e com isso, viabilizar recursos. O presidente poderia ter feito mais pela Bahia se tivesse um governador reivindicando”, declarou o ex-ministro ao programa Balanço Geral, da TV Itapoan. Geddel também aproveitou para cutucar o discurso de Wagner sobre a sua amizade com Lula, ao dizer que outras unidades federativas, a exemplo de Pernambuco, onde o governador não é amigo do presidente, tem conquistado mais investimentos para seu reduto.

CRIADOR DO 'LULA-LÁ' FARÁ CAMPANHA DE MARINA

O publicitário Paulo de Tarso Santos, que comandou a campanha do presidente Lula nas eleições de 1989 e 1994, atua há 20 dias no comitê da campanha da pré-candidata do PV à Presidência, Marina Silva. Ele já ajudou a preparar a pré-candidata para eventos públicos como a sabatina desta terça-feira (25), na sede da CNI. Ele não funcionará como um “marqueteiro tradicional”. "Normalmente, essa figura define a agenda, o programa e o discurso do candidato. Não será o caso", afirmou João Paulo Capobianco, dirigente da campanha. Segundo ele, Paulo de Tarso trabalha em conjunto com o cineasta Fernando Meirelles e o publicitário Cláudio Carillo, que seriam voluntários. “Tem marqueteiro que recebe de R$ 5 milhões a R$ 10 milhões. Não teremos nem 10% disso para gastar", disse. Tarso se disse encantado com a nova cliente: "Ela quer sair da política do varejo. Está me lembrando meus trabalhos no início do PT". Informações da Folha.

Reunião reforça divergência entre PT e PMDB em MG

A duas semanas das convenções que oficializarão a chapa Dilma Rousseff-Michel Temer, PT e PMDB não conseguem chegar a um acordo em Minas Gerais.



Representantes das duas legendas reuniram-se por mais de três horas, em Belo Horizonte. Não produziram senão desavenças.



Estava entendido, diziam as cúpulas nacionais dos sócios majoritários da aliança governista, que Dilma teria um único palanque em Minas.



Pois bem, no encontro belorizontino, a divergência começou já no tópico que antecede a escolha do candidato.



O PMDB invoca a liderança de Hélio Costa nas pesquisas (mais de 50%), para exigir que o PT o apóie.



O PT de Fernando Pimentel diz que a coisa não é bem assim. Quer que sejam levadas em conta não as pesquisas quantitativas, mas as qualitativas.



De resto, o petismo alega que deve pesar a opinião dos outros partidos. Participaram da reunião, aliás, prepostos do PCdoB, do PRB e do PR.



Terminada a arenga, o ex-prefeito Juiz de Fora, Tarcísio Delgado (PMDB), a voz de Hélio Costa na reunião, saiu cuspindo fogo:



“Precisamos saber até quando a posição desses membros do PT de Minas pode se sobrepor à vontade do presidente Lula. É uma avaliação que precisa ser feita, para saber até onde vai isso".



Procurador de Fernando Pimentel, o presidente do PT mineiro, deputado Reginaldo Lopes, também soltou a língua:



“Não admitimos escolha por pesquisa quantitativa. Queremos fazer um processo democrático para escolha do candidato...”



“...Se não for assim, na política, parece que a comissão é ‘do faz-de-conta’. E eu não participo de teatro”.



Sempre se disse que, em Minas, PT e PMDB estavam condenados a brigar. Bobagem. As duas legendas, em verdade, já nem se falam. A decisão terá que vir de cima.

Anastasia: ‘Presença de Aécio em MG é fundamental’

Candidato de Aécio Neves à sucessão estadual mineira, o governador tucano Antonio Anastasia borrifa água fria na fervura que tenta afastar seu cabo eleitoral de Minas:



"Claro que a presença do governador Aécio é fundamental. Ele é o nosso grande líder político, ele é o grande fiador do que fizemos em Minas...



“...[...] No momento certo, pelos meios certos, o governador Aécio vai apresentar, naturalmente, a sua posição política no Estado".



Nesta quarta (26), já de volta a Belo Horizonte, Aécio volta à boca do palco depois de um mergulho de 27 dias.

Gallup: No Brasil, 48% aprovam ‘liderança’ dos EUA

O Gallup levou à sua página na web o resultado de uma pesquisa feita em 110 países ao longo de 2009, primeiro ano da gestão Barack Obama.



Perguntou-se aos entrevistados se aprovam ou desaprovam a “liderança” que os EUA historicamente se auto-atribuem no mundo.



Verificou-se que, em média, 51% dos entrevistados aprovam. Em 2008, último ano da administração George Bush, o índice era de apenas 34%.



No Brasil, segundo o Gallup, 48% dos entrevistados aprovam a “liderança” dos EUA. Um índice 25 pontos acima dos 23% anotados em 2008, sob Bush.



O percentual de aprovação recolhido no Brasil está acima dos 42% verificados na Argentina e bem abaixo dos 60% anotados na Colômbia.



Curiosamente, o Gallup informa que, na Venezuela de Hugo Chávez, um notório adversário do “imperialismo ianque”, 50% aprovam o papel de líder dos EUA.



Na Bolívia de Evo Morales, outro feroz inimigo de Washington, a aprovação cai para 40%.



Na média das Américas, o índice de aprovação foi de 53%. É a segunda região do planeta em que a liderança dos EUA é mais bem aceita.



A primeira, com 87%, é a África subsaariana. Vêm a seguir a Europa (52% de aprovação), a Ásia (44%, excluídos os países da ex-União Soviética, onde o índice é de 41%)...



...E, na lanterninha, com exíguos 34% de aprovação, o Oriente Médio e o Norte da África.



Como se referem ao ano de 2009, os dados não captaram os humores do mundo em relação à implicância da gestão Obama com o programa nuclear do Irã.



Uma pena, já que Lula, nessa matéria, mede forças com a Casa Branca. Nesta terça (25), a propósito, o presidente brasileiro protagonizou um novo movimento.



Lula enviou mensagens aos presidentes da Rússia, Dimitri Medvedev; da França, Nicolas Sarkozy; e ao próprio Obama.



No texto, Lula anota que o Irã cumpriu sua parte no acordo nuclear intermediado por Brasil e Turquia.



Refere-se ao comunicado endereçado pelo governo iraniano à AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica da ONU).



Contrário a imposição de novas sanções do Conselho de Segurança da ONU ao Irã, Lula pede um gesto de boa vontade dos três colegas.



O chanceler Celso Amorim resumiu a intenção do chefe: "Na mensagem, o presidente recapitula que houve a carta [do Irã à AIEA], que era um fato esperado...”



“...E que, se houver resposta positiva [dos EUA, Rússia e França], poderá se criar um ciclo virtuoso para criação de confiança...”



“...E daí poder se tratar todos os temas que interessam à comunidade internacional, que nós sabemos que não se esgotam [nesse acordo]”.

Jefferson dá a Serra apoio do PTB e 58 s de televisão

Nas palavras de Roberto Jefferson (RJ), o apoio do PTB à candidatura tucana de José Serra está “fechadinho, fechadinho”.



Será oficializado em convenção marcada para 19 de junho. Com isso, Serra ganha, além da companhia de Jefferson, mais 58 segundos de televisão.



Por ora, a coligação de Serra dispõe de cinco legendas: PSDB, DEM, PPS, PSC e, agora, o PTB.



Tenta-se atrair ainda o PP de Francisco Dornelles (RJ), que, hesitante, empurrou a definição para o mês que vem.



A despeito do acerto nacional com o tucanato, Jefferson liberou o PTB dos Estados para fecharem os acordos que mais lhe aprouverem.



Mesmo em âmbito nacional, há defecções. Com o assentimento de Jefferson, que preside o PTB, um pedaço da legenda declara-se pró-Dilma Rousseff.



É o caso dos líderes do PTB na Câmara, Jovair Arantes (GO); e no Senado, Gim Argello (DF).



Outro apoiador convicto de Dilma é o senador Fernando Collor, candidato do PTB ao governo de Alagoas.



É o caso também de Fernando Collor, candidato ao governo de Alagoas. Combinou-se que a turma de Dilma não incomoda Jefferson e vice-versa.



O último Datafolha, que registrou empate de Serra e Dilma em 37% não abalou as convicções do denunciante do mensalão.



“Serra é tão sólido que se manteve nos 37%. Na hora que a campanha começar, ele passa a Dilma", disse o deputado cassado Jefferson.