sexta-feira, 10 de setembro de 2010
PF PRENDE GOVERNADOR DO AMAPÁ
O governador do Amapá, Pedro Paulo Dias (PP), foi preso na manhã desta sexta-feira (10) durante uma operação da Polícia Federal no estado. A Operação Mãos Limpas cumpre mandados de prisão a integrantes de uma suposta organização criminosa composta por servidores públicos, agentes políticos e empresários, que praticava desvio de recursos públicos do Estado e da União. Segundo a PF, a investigação mostra que há indícios de um esquema de desvio de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e de outros fundos da União para a Secretaria Estadual de Educação. Informações do UOL Notícias.
COMITÊ DE DILMA RECEBE DOSSIÊ E ELA 'NÃO SABE'
Se o comitê de Dilma Rousseff recebeu o dossiê, ou informações sobre a quebra do sigilo fiscal de Verônica Serra, filha do candidato tucano à Presidência, (nota abaixo), como Dilma Rousseff, para ficar distante do escândalo e da quebra de princípios constitucionais diz que não tinha conhecimento de nada? Repete o “Não vi, não sei, e não tomei conhecimento” de Lula, no caso do Mensalão petista? Que Brasil é esse que o crime se espraia pelos poderes e quem os comanda de nada sabe? Se Dilma Rousseff não consegue saber o que acontece no seu comitê eleitoral, como poderá dizer que “no meu governo farei..", "no meu governo não permitirei?” Que Brasil é esse que rodopia no desconhecido e cada um se safa como pode das responsabilidades que lhe cabe? É lama, pura lama oriunda dos talibãs petistas.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Campanha milionária de Delcídio
Depois de Marta Suplicy e Lindberg Farias, Delcídio Amaral é o candidato petista ao Senado que mais arrecadou recursos até agora. Suas doações no Mato Grosso do Sul somam 3,1 milhões de reais, valor superior aos 1,3 milhão de reais recebidos pela campanha a governador de Zeca do PT no mesmo estado.
Na comparação com outros candidatos a governador petistas, a campanha de Delcídio só perde para Jaques Wagner (9,6 milhões de reais), Aloisio Mercadante (9 milhões de reais) e Tarso Genro (3,5 milhões de reais).
Na comparação com outros candidatos a governador petistas, a campanha de Delcídio só perde para Jaques Wagner (9,6 milhões de reais), Aloisio Mercadante (9 milhões de reais) e Tarso Genro (3,5 milhões de reais).
SERRA CITA ‘VALORES DE CRISTO’ FIM DE ‘ENGANAÇÕES’
O presidenciável do PSDB, José Serra, evocou o nome de Jesus durante visita a uma feira cristã, em São Paulo, para atacar indiretamente a campanha de sua adversária, Dilma Rousseff (PT). Pouco antes de entoar cânticos como "Glória, Aleluia", acompanhado por um grupo de saxofonistas, o tucano disse não ser "cristão de boca de urna", e aproveitou o ambiente religioso para afirmar que Jesus é "verdade e justiça", valores que "fariam bem na política". Diante de um público essencialmente evangélico, ele disparou: “Valores de Cristo são os meus valores. Eu não sou cristão de boca de urna para agradar eleitores, conquistar voto e no dia seguinte esquecer o assunto. Eu sou cristão por convicção e pratico o cristianismo na minha vida pessoal e na minha vida política”, disse Serra. “Jesus é a verdade e a justiça, valores que fazem bem ao povo e que faria bem na política. Chega de enganação e de mentira. Verdade e justiça é o que o povo deseja”. Informações do O Globo.
PETISTAS SÃO OS QUE MAIS GASTAM PARA REELEIÇÃO
Os deputados federais do PT são os que mais gastam na campanha à reeleição. A arrecadação deles cresceu 84% acima da inflação na comparação com 2006, a maior taxa de aumento entre os partidos. Os parlamentares do PMDB, o maior partido na Câmara, têm uma campanha quase 30% mais cara que a de quatro anos atrás. O aumento registrado nos cofres dos peemedebistas está abaixo da alta média de arrecadação dos 412 candidatos à reeleição. Embora aliados na disputa presidencial, petistas e peemedebistas travam uma duelo para conquistar o maior número de cadeiras e garantir, de acordo com a tradição, a presidência da Câmara. Dados das prestações de contas de agosto e setembro, levantados no site do Tribunal Superior Eleitoral, mostram que a campanha dos candidatos à reeleição na Casa ficou 54% mais cara no período, passando de R$ 123,9 milhões a R$ 190,9 milhões.
LULA ACUSA SERRA DE ‘PARTIR PARA A BAIXARIA’
O programa de TV de Dilma Rousseff (PT) recorreu ao presidente Lula para reagir aos ataques do oponente José Serra (PSDB), que responsabilizam a petista pela violação do sigilo de pessoas ligadas ao PSDB. Em um depoimento de 2min15s minutos, Lula chamou Serra de "candidato da turma do contra" e o acusou de "partir para os ataques pessoais e para a baixaria". Na gravação, o presidente não cita o nome de Serra – o tratou como "nosso adversário" – e não diz que há investigações em curso na Receita Federal e na Polícia Federal para apurar as quebras, já confirmadas. Também não faz qualquer reparo à vulnerabilidade do sistema da Receita, admitida pelo secretário-geral Otacílio Cartaxo e pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. O presidente pediu "equilíbrio e prudência". Criticou os que "caluniam Dilma, movidos pelo desespero, pelo preconceito contra a mulher e contra mim".
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
última chance de Serra?
Nos próximos dias, será jogado o maior lance de José Serra na campanha até aqui: a tentativa definitiva de fazer o brasileiro se indignar com Dilma, Lula & Cia por causa da quebra de sigilo de sua filha e de outros tucanos.
A essa altura, o Aloprados 2 parece o único pedaço de madeira que Serra tem para se agarrar e não se afogar no meio da tempestade eleitoral. Se não virar agora, não vira mais. E “virar” aqui significa apenas chegar à praia – ou, mais precisamente, ao segundo turno.
Mas e as pesquisas Ibope e Datafolha de anteontem e ontem já não mostraram que a tentativa tucana falhou? Não. Esse tipo de escândalo, de extrato complexo para a maioria esmagadora de uma população que nem declara imposto de renda, leva certo tempo para ser entendido. Se é que de fato o será. E, se for, é preciso ver se o brasileiro se indignou com o crime a ponto de mudar o seu voto.
O fato, portanto, de os ponteiros de Dilma e Serra não terem se mexido ainda não quer dizer tanta coisa. Não se deve esquecer que apenas na quinta-feira passada, o programa de Serra na TV foi fundo no assunto, justamente quando os funcionários do Ibope e Datafolha já estavam nas ruas entrevistando a população. Não se pode também descartar a possibilidade de novos e chocantes fatos serem revelados no curso das reportagens investigativas da imprensa – das investigações da Receita Federal não se deve esperar muita coisa.
Antes de a campanha na TV começar, Luiz Gonzalez, o marqueteiro de Serra, pedia sangue-frio aos tucanos. Dizia que apenas a partir do dia 8 de setembro seus programas de TV mostrariam os primeiros efeitos nas pesquisas – e que, até lá, seria Dilma quem subiria.
De fato, Dilma subiu. Mas e Serra? Bem, se a partir de agora as pesquisas lhe forem um pouco mais simpáticas, não se poderá atribuir ao roteiro original de Gonzalez. Mas, sim, ao acaso de um escândalo produzido aparentemente por petistas ter caído no colo da campanha tucana, mudando, inclusive, dando-lhe gás e motivos de sobra de indignação.
Em 2006, o Aloprados 1 deu combustível para Geraldo Alckmin fazer a travessia para o segundo turno. É fato. Mas também é fato o mensalão ainda era um fantasma que assombrara o país apenas um ano antes.
Agora, a situação é outra. Lula é popular como nunca, o brasileiro declara-se mais satisfeito com sua vida e mais confiante no futuro. São variáveis que naturalmente dificultam a opção da virada de voto do eleitor.
As pesquisas do próximo fim de semana revelarão com maior grau de precisão se o Aloprados 2 foi uma tábua de salvação para Serra.
A essa altura, o Aloprados 2 parece o único pedaço de madeira que Serra tem para se agarrar e não se afogar no meio da tempestade eleitoral. Se não virar agora, não vira mais. E “virar” aqui significa apenas chegar à praia – ou, mais precisamente, ao segundo turno.
Mas e as pesquisas Ibope e Datafolha de anteontem e ontem já não mostraram que a tentativa tucana falhou? Não. Esse tipo de escândalo, de extrato complexo para a maioria esmagadora de uma população que nem declara imposto de renda, leva certo tempo para ser entendido. Se é que de fato o será. E, se for, é preciso ver se o brasileiro se indignou com o crime a ponto de mudar o seu voto.
O fato, portanto, de os ponteiros de Dilma e Serra não terem se mexido ainda não quer dizer tanta coisa. Não se deve esquecer que apenas na quinta-feira passada, o programa de Serra na TV foi fundo no assunto, justamente quando os funcionários do Ibope e Datafolha já estavam nas ruas entrevistando a população. Não se pode também descartar a possibilidade de novos e chocantes fatos serem revelados no curso das reportagens investigativas da imprensa – das investigações da Receita Federal não se deve esperar muita coisa.
Antes de a campanha na TV começar, Luiz Gonzalez, o marqueteiro de Serra, pedia sangue-frio aos tucanos. Dizia que apenas a partir do dia 8 de setembro seus programas de TV mostrariam os primeiros efeitos nas pesquisas – e que, até lá, seria Dilma quem subiria.
De fato, Dilma subiu. Mas e Serra? Bem, se a partir de agora as pesquisas lhe forem um pouco mais simpáticas, não se poderá atribuir ao roteiro original de Gonzalez. Mas, sim, ao acaso de um escândalo produzido aparentemente por petistas ter caído no colo da campanha tucana, mudando, inclusive, dando-lhe gás e motivos de sobra de indignação.
Em 2006, o Aloprados 1 deu combustível para Geraldo Alckmin fazer a travessia para o segundo turno. É fato. Mas também é fato o mensalão ainda era um fantasma que assombrara o país apenas um ano antes.
Agora, a situação é outra. Lula é popular como nunca, o brasileiro declara-se mais satisfeito com sua vida e mais confiante no futuro. São variáveis que naturalmente dificultam a opção da virada de voto do eleitor.
As pesquisas do próximo fim de semana revelarão com maior grau de precisão se o Aloprados 2 foi uma tábua de salvação para Serra.
Maluf longe do TSE e do STF
Não há previsão para que o notório Paulo Maluf venha a ser julgado pelo TSE por ser ficha-suja. O TRE/SP proibiu seu registro de candidatura há duas semanas, mas ele recorreu ao próprio tribunal. Entrou com embargos de declaração – recurso usado para questionar pontos supostamente obscuros de uma decisão judicial, na tentativa de revertê-la.
Foi o mesmo que a defesa de Joaquim Roriz fez. Ele foi enquadrado na nova lei pelo TRE de Brasília em 4 de agosto, entrou com embargos, rejeitados uma semana depois. Foi para o TSE, que impediu seu registro de candidato a governador semana passada. Roriz levará seu caso ao Supremo.
Não se sabe quando os embargos de Maluf, candidato mais uma vez à Câmara dos Deputados, será julgado pelo TRE paulista. Quem dirá pelo TSE. Muito menos pelo STF.
Foi o mesmo que a defesa de Joaquim Roriz fez. Ele foi enquadrado na nova lei pelo TRE de Brasília em 4 de agosto, entrou com embargos, rejeitados uma semana depois. Foi para o TSE, que impediu seu registro de candidato a governador semana passada. Roriz levará seu caso ao Supremo.
Não se sabe quando os embargos de Maluf, candidato mais uma vez à Câmara dos Deputados, será julgado pelo TRE paulista. Quem dirá pelo TSE. Muito menos pelo STF.
A queda de um mensalão?
Deve ir a julgamento nesta quinta-feira um pedido feito por acusados de participarem da realização de empréstimos irregulares no esquema do mensalão do PT para não serem julgados pelo Supremo. Alegam que apenas José Genoino deve responder perante o STF por ser o único detentor de foro privilegiado – é deputado federal.
Em outubro passado, Joaquim Barbosa negou-lhes pedido para desmembrar o processo, argumentando que a medida poderia trazer “dificuldades” para a exata compreensão dos fatos, especialmente no caso de José Genoino, ex-presidente do partido. Eles recorreram ao plenário. Estão entre os réus do caso Delúbio Soares, Marcos Valério e diretores do BMG.
Em outubro passado, Joaquim Barbosa negou-lhes pedido para desmembrar o processo, argumentando que a medida poderia trazer “dificuldades” para a exata compreensão dos fatos, especialmente no caso de José Genoino, ex-presidente do partido. Eles recorreram ao plenário. Estão entre os réus do caso Delúbio Soares, Marcos Valério e diretores do BMG.
A queda de um mensalão?
Deve ir a julgamento nesta quinta-feira um pedido feito por acusados de participarem da realização de empréstimos irregulares no esquema do mensalão do PT para não serem julgados pelo Supremo. Alegam que apenas José Genoino deve responder perante o STF por ser o único detentor de foro privilegiado – é deputado federal.
Em outubro passado, Joaquim Barbosa negou-lhes pedido para desmembrar o processo, argumentando que a medida poderia trazer “dificuldades” para a exata compreensão dos fatos, especialmente no caso de José Genoino, ex-presidente do partido. Eles recorreram ao plenário. Estão entre os réus do caso Delúbio Soares, Marcos Valério e diretores do BMG.
Em outubro passado, Joaquim Barbosa negou-lhes pedido para desmembrar o processo, argumentando que a medida poderia trazer “dificuldades” para a exata compreensão dos fatos, especialmente no caso de José Genoino, ex-presidente do partido. Eles recorreram ao plenário. Estão entre os réus do caso Delúbio Soares, Marcos Valério e diretores do BMG.
QUÉRCIA DESISTE DE CANDIDATURA POR CÂNCER
Orestes Quércia (PMDB), 72 anos, comunicará nesta segunda-feira (6) a retirada da candidatura ao Senado por São Paulo para se tratar do retorno de um câncer na próstata, o qual sofreu anos atrás. Na mesma oportunidade, o ex-governador anunciará o apoio ao companheiro de chapa Aloysio Nunes Ferreira (PSDB). Com 26% no Datafolha, o peemedebista está tecnicamente empatado com Netinho de Paula (PCdoB), que tem 28%, no segundo lugar, atrás de Marta Suplicy (PT, 33%). Aloysio aparece em quinto, com 12%. Quércia deu entrada no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, no último dia 31 de agosto, para uma bateria de exames e foi diagnosticado com um tumor na próstata na sexta-feira passada.
POPULI: DILMA 53%, SERRA 24%
No quinto dia das medições do tracking Vox Populi para a eleição presidencial, a petista Dilma Rousseff obteve 53% e o tucano José Serra 24% das intenções de voto. A candidata do PT permaneceu com o mesmo índice em relação ao dia anterior. Seu oponente, José Serra, também teve o mesmo índice da última sondagem, quando apareceu com 24%. As mudanças ocorreram dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2,2 pontos percentuais. A candidata Marina Silva (PV), terceira colocada, apresentou novamente 8% das intenções de voto. Brancos e nulos são 4%, indecisos somam 10%, mesmo índice do levantamento do dia anterior, e os outros candidatos têm 1%. A pesquisa, publicada diariamente, ouve novos 500 eleitores a cada dia. A amostra é totalmente renovada a cada quatro dias, quando são totalizados 2 mil entrevistados. Na pesquisa espontânea, quando o nome do candidato não é apresentado ao entrevistado, Dilma ocilou positivamente um ponto e tem 43%, Serra permaneceu com 19% e Marina Silva 6%.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
O PV pós-primeiro turno
Rumores sobre o que o PV fará em um hipotético segundo turno entre Dilma Rousseff e José Serra irritam a cúpula do partido. De fato, ainda não se admite a derrota em reuniões diante de Marina Silva e o assunto não foi discutido mesmo até agora.
Mas quem entende de PV aponta as tendências caso a disputa não acabe em 3 de outubro. Alfredo Sirkis, José Luiz Penna e Fernando Gabeira defenderiam a aliança com o PSDB e Zequinha Sarney iria de Dilma. Há ainda um grupo que buscaria a neutralidade.
E Marina Silva? Esta, realmente, ainda é uma incógnita
Mas quem entende de PV aponta as tendências caso a disputa não acabe em 3 de outubro. Alfredo Sirkis, José Luiz Penna e Fernando Gabeira defenderiam a aliança com o PSDB e Zequinha Sarney iria de Dilma. Há ainda um grupo que buscaria a neutralidade.
E Marina Silva? Esta, realmente, ainda é uma incógnita
No rastro de um ficha-suja nômade
Em breve o TSE julgará um caso raro de candidato a deputado federal nômade e ficha-suja. Trata-se de José Tatico. Conhecido dono de uma rede de supermercados nos arredores de Brasília, Tatico já se elegeu deputado por Brasília (em 2003) e atualmente por Goiás. Mas quer um novo mandato por Minas Gerais.
O problema é que Tatico deixou um rastro de corrupção junto aos goianos que pode afetar sua candidatura em solo mineiro. Em 2008, ele teve o mandato cassado pelo TRE/GO por caixa dois, mas se mantém no cargo, desde então, por força de uma liminar do TSE.
Nesta eleição, o TRE de Minas já vetou, a pedido do Ministério Público, a candidatura dele. Tático recorreu, mas deve perder novamente no TSE.
O problema é que Tatico deixou um rastro de corrupção junto aos goianos que pode afetar sua candidatura em solo mineiro. Em 2008, ele teve o mandato cassado pelo TRE/GO por caixa dois, mas se mantém no cargo, desde então, por força de uma liminar do TSE.
Nesta eleição, o TRE de Minas já vetou, a pedido do Ministério Público, a candidatura dele. Tático recorreu, mas deve perder novamente no TSE.
AÉCIO NÃO QUER TRAVAR DUELO COM LULA
O ex-governador de Minas Aécio Neves (PSDB), que disputa o Senado, negou a possibilidade de travar um duelo de popularidade com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na busca de votos para seus candidatos. O tucano tenta fazer seu sucessor, Antonio Anastasia (PSDB), enquanto o petista apoia seu ex-ministro Hélio Costa (PMDB). Aécio chamou de "patética" a declaração do vice de Costa, Patrus Ananias (PT), que na terça-feira defendeu uma "boa disputa" para saber "quem tem liderança maior e mais vigorosa", se Aécio ou Lula. "Talvez o desespero ou o temor pelas últimas pesquisas eleitorais leve uma liderança a querer transformar a eleição em Minas Gerais em um concurso de popularidade", disse o ex-governador.
SERRA VAI AO TSE CONTRA DILMA POR QUEBRA DE SIGILO
Serra alega envolvimento de campanha Dilma em quebra de sigilo
Sob a justificativa de que campanha de Dilma Rousseff (PT) pode estar por trás da quebra de sigilo fiscal de cinco pessoas ligadas ao presidenciável José Serra, entre elas da filha dele, Verônica Serra, a coligação "O Brasil Pode Mais" entrou como ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com a acusação de uso da máquina pública e abuso de poder político. A coligação pede investigação e punição dos culpados com base na lei complementar 64 de 1990, que trata dos casos de inelegibilidade. Desta forma, se as acusações forem confirmadas pela Justiça Eleitoral, Dilma poderia perder o registro de candidatura e - caso seja eleita - ter o mandato de presidente cassado. Na representação foram anexadas reportagens que revelaram a existência de um grupo de inteligência montado pela campanha de Dilma para fabricar dossiês contra adversários políticos. A coligação acusa ainda o secretário e o corregedor da Receita de não darem transparência necessária às investigações sobre a quebra de sigilo dos tucanos
Sob a justificativa de que campanha de Dilma Rousseff (PT) pode estar por trás da quebra de sigilo fiscal de cinco pessoas ligadas ao presidenciável José Serra, entre elas da filha dele, Verônica Serra, a coligação "O Brasil Pode Mais" entrou como ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com a acusação de uso da máquina pública e abuso de poder político. A coligação pede investigação e punição dos culpados com base na lei complementar 64 de 1990, que trata dos casos de inelegibilidade. Desta forma, se as acusações forem confirmadas pela Justiça Eleitoral, Dilma poderia perder o registro de candidatura e - caso seja eleita - ter o mandato de presidente cassado. Na representação foram anexadas reportagens que revelaram a existência de um grupo de inteligência montado pela campanha de Dilma para fabricar dossiês contra adversários políticos. A coligação acusa ainda o secretário e o corregedor da Receita de não darem transparência necessária às investigações sobre a quebra de sigilo dos tucanos
MENSALÃO: ADVOGADO DE VALÉRIO É 1º CONDENADO
Após 5 anos da onda de denúncias do esquema do mensalão do PT, a Justiça condenou a primeira pessoa envolvida no esquema. Trata-se do advogado e sócio do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, Rogério Lanza Tolentino, considerado culpado pela Justiça Federal de Minas. A ação penal é um desdobramento do processo principal, que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF). Pelo crime de lavagem de dinheiro, Tolentino foi condenado a sete anos e quatro meses de prisão e ao pagamento de 3.780 salários mínimos. Seus bens estão sequestrados desde 2008. Ele poderá recorrer em liberdade. Ele segue réu com mais 38 pessoas na ação do STF. É denunciado por lavagem de dinheiro e corrupção ativa. No processo de Minas, Tolentino foi apontado como braço direito de Valério, principal operador do mensalão. Informações da Folha.
TSE MANTÉM REGISTRO DE ROSEANA SARNEY
O ministro Hamilton Carvalhido, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), manteve nesta quarta-feira (1º) a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) que permitiu a candidatura de Roseana Sarney (PMDB-MA). Ela concorre ao cargo de governadora e está entre os primeiros colocados nas pesquisas de intenção de voto. A contestação contra a liberação do registro foi feita pelo candidato a deputado estadual Aderson Lago Filho (PSDB-MA), parente de um dos adversários de Roseana, o candidato Jackson Lago. Ele também teve seu registro contestado no TSE. Aderson alegava que a candidatura de Roseana deveria ser barrada pelo fato de ela ter levado uma multa de R$ 5 mil no ano passado pela prática de propaganda antecipada.
SUPREMO JULGA PEDIDO PARA LIBERAR PIADAS
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) julgarão nesta quinta-feira (2) o mérito da proibição para que programas de humor façam piadas com os candidatos nas eleições. Na semana passada, o ministro Carlos Ayres Britto suspendeu a resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o tema. Ele afirmou que o impedimento fere o princípio constitucional da liberdade de expressão e cria impedimentos "a priori" aos programas, algo que já foi debatido e vetado pelo próprio tribunal. A pedido da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Asbert), o ministro suspendeu parte do artigo 45 da Lei das Eleições (9.504 de 1997) que veda, a partir de 1º de julho de ano eleitoral, "trucagem, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido ou coligação". Informações da Folha
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
TSE julga “invasão” do governo Lula em propaganda
Os advogados da coligação de José Serra aguardam com ansiedade a sessão desta noite do TSE. Nela, está na pauta um processo movido por eles que questionam a “invasão” do horário eleitoral de ações do governo Lula nas inserções reservadas a Ideli Salvatti, candidata ao governo de Santa Catarina.
A defesa de Serra pede o desconto do tempo de TV de Dilma Rousseff, tida como a principal beneficiária da peça eleitoral veiculada no dia 23 de agosto em que se fez uma comparação dos governos FHC e Lula.
A decisão do TSE deve servir de parâmetro para o resultado das outras cerca de 50 ações movidas pela defesa de Serra. Eles consideram essas inserções uma terceirização da campanha nacional nos estados.
A defesa de Serra pede o desconto do tempo de TV de Dilma Rousseff, tida como a principal beneficiária da peça eleitoral veiculada no dia 23 de agosto em que se fez uma comparação dos governos FHC e Lula.
A decisão do TSE deve servir de parâmetro para o resultado das outras cerca de 50 ações movidas pela defesa de Serra. Eles consideram essas inserções uma terceirização da campanha nacional nos estados.
TSE barra candidatura de Roriz
O TSE acaba de barrar a candidatura de Joaquim Roriz ao governo do DF. Por seis votos a um, os ministros consideraram Roriz ficha-suja por ter renunciado em 2007 ao mandato de senador para não ser cassado. Ele era suspeito de ter desviado recursos do BRB, o banco estatal de Brasília.
Antes mesmo do julgamento, a defesa do candidato avisava que, se perdesse no TSE, recorreria ao Supremo.
Antes mesmo do julgamento, a defesa do candidato avisava que, se perdesse no TSE, recorreria ao Supremo.
Tocantins sob suspeita
A senadora e líder ruralista Kátia Abreu (DEM) tenta hoje levar à vice-procuradora-geral Eleitoral, Sandra Cureau, a denúncia que apresentou ontem aos escritórios da Polícia Federal e do Ministério Público Eleitoral no Tocantins. Ela acusa aliados do candidato à reeleição Carlos Gaguim (PMDB) de compra de apoio político de prefeitos e líderes locais.
Kátia Abreu diz não possuir provas concretas contra os adversários, argumenta que sua função é apontar potenciais irregularidades. Cita como exemplo o fato de apenas 35 dos 139 prefeitos do estado integrarem a coalizão da oposição.
Kátia Abreu diz não possuir provas concretas contra os adversários, argumenta que sua função é apontar potenciais irregularidades. Cita como exemplo o fato de apenas 35 dos 139 prefeitos do estado integrarem a coalizão da oposição.
Silêncio no twitter de Dilma
Alguém anda se esquecendo de postar notas no twitter de Dilma Rousseff. Ela está em plena campanha, mas seu microblog não é atualizado desde a manhã de segunda feira. Como não é Dilma quem atualiza, embora se queira fazer parecer que é, é bom o responsável acordar e começar a trabalhar
A propósito, o twitter de Dilma está prestes a bater a marca dos 200 000 seguidores (está com 198 439). O de José Serra está com quase 400 000 seguidores (397 555).
A propósito, o twitter de Dilma está prestes a bater a marca dos 200 000 seguidores (está com 198 439). O de José Serra está com quase 400 000 seguidores (397 555).
CAMPANHA DE SERRA JÁ ARRECADOU R$ 29 MILHÕES
A campanha do candidato a presidência, José Serra (PSDB), arrecadou até a última segunda-feira R$29 milhões, oito vezes mais do que o declarado na primeira prestação oficial do partido, R$3,6 milhões. Porém, a coleta ainda é menor do que o esperado. Faltando pouco para o primeiro turno das eleições, apenas um sexto dos R$ 180 milhões estimados chegou aos cofres do PSDB. Esse valor pode resultar no desânimo de doadores com os recentes dados das pesquisas de intenção de voto.
Dados deFILHA DE SERRA FORAM VIOLADOS
A filha do candidato à Presidência pelo PSDB, José Serra, a empresária Verônica, teve seus dados fiscais violados na Receita da região do ABC paulista, onde outras quatro pessoas ligadas ao tucano também tiveram seus dados consultados. A informação foi confirmada pela própria servidora que realizou o acesso, a analista tributária Lúcia de Fátima Milan. Lúcia disse que acessou a declaração de renda a pedido da própria Verônica e que registrou a solicitação em cartório. Procurada, Verônica disse que não vai se manifestar. A assessoria do PSDB informou, porém, que não houve autorização para o acesso. Lúcia foi incluída na segunda-feira como a mais nova investigada pela corregedoria do fisco por supostamente participar de um esquema ilegal de quebra de dados fiscais na agência do órgão em Mauá (SP). Informações da Folha.
Assinar:
Postagens (Atom)
