
O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, principal liderança do PMDB na Bahia e maior patrocinador da candidatura à reeleição do prefeito João Henrique, vive certamente o melhor momento da sua carreira política. Franco, às vezes polêmico, Geddel não é de ficar em cima do muro. Dividido entre as atividades de ministro, onde administra uma das obras mais polêmicas do governo do presidente Lula, que é a transposição das águas do Rio São Francisco, ele ainda encontra tempo para cumprir uma agenda cheia de compromissos políticos na Bahia. Antes de se dirigir para a sede da Codevasf, de onde o telefone já lhe chamava, ele concedeu esta entrevista ao repórter Evandro Matos para a Tribuna da Bahia, na sua residência, em Ondina.
Geddel falou da campanha em Salvador, do ministério, da sua relação com o presidente Lula e com o governador Wagner, do ex-senador Antônio Carlos Magalhães e voltou a se queixar do PT por ter proposto, através do hoje prefeiturável Walter Pinheiro, o processo de repactuação na administração municipal, o que valeram aos petistas mais duas secretarias. A repactuação assegurava o apoio do PT ao projeto de reeleição do prefeito João Henrique. No entanto, seis meses antes da eleição o PT abandonou o governo e seguiu um caminho contrário ao estabelecido com o PMDB.
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