Os contratos não poderão ser renovados além dos dois anos previstos (730 dias), porém, poderão ser prorrogados, como foram os das agências Duda Propaganda, F/Nazca S&S e Quê Propaganda, as quais atenderão a estatal até o dia 30 de novembro deste ano, quando a Petrobras deverá ficar sem agências até que se configure os resultados para esta nova licitação, previstos para o começo do ano que vem.
Os contratos não poderão ser renovados além dos dois anos previstos (730 dias), porém, poderão ser prorrogados, como foram os das agências Duda Propaganda, F/Nazca S&S e Quê Propaganda, as quais atenderão a estatal até o dia 30 de novembro deste ano, quando a Petrobras deverá ficar sem agências até que se configure os resultados para esta nova licitação, previstos para o começo do ano que vem.
Imbróglio do TCU
O Tribunal de Contas da União (TCU) interrompeu várias vezes a licitação, que teve início em janeiro deste ano com 20 agências licitantes. Na fase técnica, o TCU obstruiu totalmente a continuação da licitação, em abril, alegando que a B.V (bonificação de volume) dada às agências pelos veículos conforme a compra de mídia de seus clientes atendidos deveria ser repassada aos anunciantes governamentais.
O recomeço da licitação se dá ao fato do TCU ter autorizado em 5 de setembro, “excepcionalmente”, a continuidade do processo da Petrobras. Augusto Nardes, ministro do TCU, não obrigou a Petrobras a refazer seu edital, mas exigiu que fosse dado um novo prazo para a entrega das campanhas propostas pelas agências.
A comissão da licitação também não altera, tendo como coordenador o gerente de publicidade e promoções da Petrobras Luiz Antônio Carvalho Vargas e mais quatro membros do corpo gerencial da área de comunicação institucional da estatal
O Tribunal de Contas da União (TCU) interrompeu várias vezes a licitação, que teve início em janeiro deste ano com 20 agências licitantes. Na fase técnica, o TCU obstruiu totalmente a continuação da licitação, em abril, alegando que a B.V (bonificação de volume) dada às agências pelos veículos conforme a compra de mídia de seus clientes atendidos deveria ser repassada aos anunciantes governamentais.
O recomeço da licitação se dá ao fato do TCU ter autorizado em 5 de setembro, “excepcionalmente”, a continuidade do processo da Petrobras. Augusto Nardes, ministro do TCU, não obrigou a Petrobras a refazer seu edital, mas exigiu que fosse dado um novo prazo para a entrega das campanhas propostas pelas agências.
A comissão da licitação também não altera, tendo como coordenador o gerente de publicidade e promoções da Petrobras Luiz Antônio Carvalho Vargas e mais quatro membros do corpo gerencial da área de comunicação institucional da estatal
quinta-feira, 21 de maio de 2009
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