segunda-feira, 4 de maio de 2009

pmdb de lucio


Assim, o palanque de Serra na Bahia já começará a campanha com o DEM, o PSDB, o PR (meio dividido ainda) e o PPS (também dividido). Podem ainda subir as escadas o PDT (insatisfeito com a proposta feita pelo governo estadual para sua adesão, a legenda aproxima-se do PMDB e da oposição) e, a grande incógnita do processo, o PMDB.

Considerado elemento decisivo no processo eleitoral de 2010, o PMDB está valorizando ao máximo o seu passe no nível nacional. Na Bahia, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, também estica o seu prazo de definição, à espera do clareamento da situação nacional e do avanço do quadro baiano.

Os pemedebistas permanecem na base aliada do governo Wagner, mas conversam, e muito, com DEM e PSDB. Como sabem da força que a legenda possui, por sua capilaridade (maior número de prefeitos e vereadores) e pelo poderio político (bancadas importantes na Assembléia Legislativa e na Câmara Federal, além do prestígio do próprio Geddel), não estão com pressa para se decidir.

E podem pular para o palanque de Serra ou permanecer onde se encontram, oficialmente: aliançados com o PT e no apoio ao candidato de Lula. O PMDB fará o seu tempo, mesmo que isto desespere PT e PSDB, os maiores interessados

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