a manifestação convocada pela União dos Municípios da Bahia (UPB) é um movimento de cobrança e, graças à situação política sui generis baiana, transformou-se num ato de oposição ao governo. Listado como uma das presenças, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), negou ao colunista de A TARDE, Levi Vasconcelos, que vá comparecer ao evento.
Realmente, não caberia a participação de um ministro num ato de cobrança ao governo ao qual pertence. E, embora ele revele sua posição favorável às reivindicações - e quem não é a favor de medidas que ajudem os municípios, a base do País? - o fato de não comparecer desarma um pouco (eu disse um pouco), o discurso antipeemedebista de alguns segmentos do PT.
De qualquer forma, a presença maciça de prefeitos do PMDB, inclusive do prefeito de Salvador, João Henrique, numa manifestação que terá a participação de estrelas da oposição baiana, como o ex-governador Paulo Souto DEM) e o senador César Borges (PR), mostra que a aliança que elegeu o governador Jaques Wagner em 2006 continua instável e de futuro incerto
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