quarta-feira, 10 de junho de 2009

"Não tem santo não.

"Não tem santo não. Quando somos oposição, somos doidos para incentivar uma invasão. Quando viramos situação, ficamos doidos para resolver um problema e achar quem é o culpado pela invasão. Todo mundo aqui sabe o que estou falando", afirmou ele para uma plateia de prefeitos e governadores no Palácio do Buriti, sede do governo do Distrito Federal.
Lula disse ainda que seu governo tem rompido um "ciclo de desmando" e está consertando o "prejuízo causado por outras gerações de governantes".
"A quantidade de córrego ocupado por barraco. Se os governantes da época tivessem o mínimo de responsabilidade, quando tivesse o primeiro barraco, arrumasse o local. Mas quando tem mil, já virou problema social e não se mexe mais, principalmente se as pessoas tiverem título de eleitor. A nossa geração tem tentado consertar isso", afirmou.
Para o presidente, as futuras gerações de governantes precisam conter o crescimento desordenado dos municípios para que a população tenha condições adequadas de moradia.
O programa de drenagem anunciado ontem prevê investimento de R$ 4,7 bilhões em 109 cidades, de 18 Estados, atingidas por inundações frequentemente.

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