Acusação é de que um servidor do parlamentar estudou 13 meses na Espanha com salários pagos pelo senado.
O Conselho de Ética do Senado recebeu representação do PMDB contra o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM). Assinada pela presidente em exercício do partido, deputada Íris de Araújo (GO), a pedido da cúpula da legenda no Senado, a representação acusa o tucano de quebra do decoro parlamentar. A representação não foi surpresa para Virgílio, que tinha sido avisado pelo líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), de que seu partido não perdoaria o fato de o PSDB ter levado o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ao Conselho de Ética.
De acordo com a acusação, um servidor do gabinete de Virgílio ficou 13 meses estudando na Espanha com os salários pagos pelo Senado. Em consequência da denúncia, o líder do PSDB está devolvendo ao Senado, parceladamente, um total de R$ 210 mil.
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