quinta-feira, 4 de março de 2010

DEM E PT SE UNEM EM FAVOR DA DOAÇÃO OCULTA

Os dois partidos que polarizam a política brasileira, e deverão fazer o sucessor do presidente Lula, PT e PSDB, se uniram nos discursos para criticar a resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovada na segunda-feira (1º), que obriga os partidos a detalharem a origem e o destino das doações recebidas em ano eleitoral. O PTB também engrossou o coro contra a medida que impede as “doações ocultas”. "As doações feitas ao partido fortalecem a democracia. Vamos cumprir o que for estabelecido, mas é uma visão equivocada da Justiça Eleitoral”, afirmou Rodrigo Maia (RJ), presidente nacional do DEM. “A decisão do TSE não tem base constitucional, pois está previsto na lei que pode ter doação para partidos. Todos entendem que os mandatos são do partido, portanto as doações também deveriam ser”, defendeu o líder do governo na Câmara, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP). O petista acredita que o Congresso pode votar um projeto de lei para reverter a medida do tribunal. O pré-candidato a Presidência da República pelo PSB, deputado Ciro Gomes (CE), e o deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) se posicionaram em favor da medida.

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