Outras fontes inesgotáveis de recursos mal empregados são a Funasa e o INSS. No caso da saúde, cerca de 20,4 milhões de reais serão cobrados pela CGU de prefeituras e governos estaduais que não prestaram contas do que fizeram com o dinheiro repassado.
A maior parte da cobrança será em cima do governo de Rondônia. A União quer de volta 8,3 milhões de reais por um repasse de recursos feito pela Funasa em 1999. Outras trinta prefeituras também são citadas em relatório da CGU pelos mesmos problemas (sete do Piauí; seis da Paraíba; cinco de Pernambuco; quatro de Minas Gerais; duas do Ceará e Maranhão; e uma da Bahia, Tocantins, Rio Grande do Sul e Roraima).
No caso do INSS, a CGU detectou prejuízos de mais de dezoito milhões de reais causados por servidores públicos em doze agências espalhadas pelo país. A maioria ligadas a fraudes de funcionários na concessão de benefícios previdenciários.
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