Foi com uma pontinha de satisfação que o Grêmio recebeu a notícia de que a FIFA está preocupada com a capacidade de financiamento da reforma do Beira-Rio para a Copa de 2014. Os dirigentes do clube não querem fazer nenhum lobby público (até para não colocar mais fogo na histórica rivalidade com o Internacional) mas, no fundo, ainda sonham com a possibilidade de receber jogos do mundial na sua nova arena que começa a ser construída em julho.
Dos 450 milhões de reais previstos para a obra, já está definido que 45% virá de empréstimos e 55% de capital próprio da OAS, construtora que ficará responsável pela gestão do estádio a partir de 2012.
Dentro do BNDES já começou um silencioso Gre-Nal. A OAS pleiteia junto ao banco condições de empréstimos semelhantes aos que serão dados para os estádios da Copa. Hoje, por exemplo, a Arena do Grêmio teria prazo de apenas dez anos para pagar os financiamentos do BNDES. Já o Internacional tem direito a quinze anos.
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