O lançamento do plano de internet rápida do governo produziu entre as empresas privadas de telefonia uma unidade instantânea.
Oi, Telefônica, Embratel, GVT, Vivo, TIM, Claro e CTBC cogitam recorrer à Justiça para barrar a entrada da estatal Telebras no negócio.
Deve-se a informação à repórter Elvira Lobato. Ela conta, na Folha, que executivos das empresas agem em conjunto.
Enquanto o governo anunciava a banda larga e a reativação da Telebras, a turma das teles esboçava a reação numa teleconferência.
Antes de bater às portas do judiciário, decidiram encomendar pareceres a advogados ilustres sobre a legalidade da entrada da Telebras no negócio.
Alegam que a lei que criou a estatal não a autorizou a operar como prestadora de serviço, só como holding.
Mais: ao atribuir à Telebras o papel de prestadora de serviço, o governo estaria rompendo compromissos assumidos em 1998, quando da privatização das teles.
Banda larga boa e barata não há. Mas encrenca, como se vê não vai faltar.
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