terça-feira, 3 de agosto de 2010
AEROPORTOS E ESTRADAS ESTRANGULAM O BRASIL
A falta de gestão, por incompetência federal ou por desvio de prioridades, em logística, ou seja, na mobilidade de passageiros e cargas por estradas e aeroportos, está a criar um nó que, mais cedo do que se possa imaginar dará um nó no desenvolvimento do Brasil. Os aeroportos já não suportam o tráfego aéreo intenso, que tende a piorar rapidamente, como é exemplo o que ora se observa (novamente) nos aeroportos brasileiros, com a GOL, enquanto rodovias esburacadas cortam um país continental. Melhor, são deficientes e estão muito aquém do necessário. Os aeroportos brasileiros necessitam ser ampliados, assim como a rede rodoviária, mas os dois setores constituem manjares para as empreiteiras, que devorarem recursos públicos superfaturando as obras. O País, mesmo assim, se arvora a organizar uma Copa do Mundo e jogos olímpicos. Viajar por via aérea no Brasil é uma tormenta. Tenta-se corrigir o descalabro com juizados, que passaram a acumular, em poucos dias de instalados, processos de passageiros inconformados com o cancelamento de vôos. O Brasil está, assim, fadado a não levantar vôo. Nem ter uma logística rodoviária que permita o escoamento das suas riquezas.
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