terça-feira, 16 de março de 2010

“não”.

Michel Temer depôs no processo do mensalão como testemunha de defesa de José Borba, o ex-líder do PMDB na Câmara réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Por ordem do ministro Joaquim Barbosa, uma juíza de primeiro grau enviou quatro perguntas a Temer, que as respondeu por escrito, suscintamente, no final de novembro.

Ele negou conhecer Marcos Valério, apontado como o principal operador do mensalão do PT. Limitou-se a dizer que é presidente do PMDB desde 2001 – atualmente está licenciado por estar presidindo a Câmara.

Nos dois questionamentos mais sensíveis, livrou a barra de Borba. Disse, de maneira protocolar, que o ex-deputado, atual prefeito de Jandaia do Sul, no interior paranaense, exerceu o mandato na Câmara durante o ano de 2003 e que, entre janeiro de 2004 e agosto de 2005, foi líder do partido. Perguntado se houve repasses de recursos do PT para o PMDB durante o período que esteve à frente do partido, respondeu: “não”.

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