Num instante em que PMDB e PT ainda negociam palanques estaduais, Geddel Vieira Lima disse ao blog:
“A aliança nacional está fechada, consolidada. Não há hipótese de reversão. Dilma Rousseff será a nossa candidata à Presidência...”
“...Michel Temer é o nosso candidato a vice-presidente. Eventuais pendências estaduais serão resolvidas por compromisso político”.
Integrante da cúpula do PMDB e candidato do partido ao governo da Bahia, Geddel diz que “não há a mais remota possibilidade de adiamento da convenção”.
Refere-se à convenção de 12 de junho, na qual o PMDB pretende formalizar a aliança com o PT federal e o apoio a Dilma.
“A data da convenção foi aprovada pela Executiva. A indicação do Temer também. Não há mais o que discutir”.
A voz de Geddel soa num instante em que o petismo de Minas Gerais ainda resiste a apoiar a candidatura do pemedebê Hélio Costa.
Um acerto que fora apresentado como condicionante ao acordo nacional. Para Geddel, vai prevalecer o bom senso.
“Nosso candidato em Minas é o Hélio Costa. Ele reúne mais condições de vencer. Portanto, é de interesse mútuo que o estresse seja eliminado”.
As direções nacionais das duas legendas haviam fixado o próximo domingo, dia 6 de junho, como data limite para o fechamento do acordo mineiro.
A negociação prossegue. Mas Geddel insiste: a realização da convenção não está condicionada ao acerto.
“É preciso parar com essa história de esticar a corda. É pressão indevida, não é bom, não é bonito. Não tem adiamento nenhum. A convenção será no dia 12. Ponto”.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
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