O líder do PMDB na Assembleia Legislativa, Leur Lomanto Jr., declarou que não fará qualquer orientação à bancada sobre a posição que o partido deve assumir agora. Ele mantém o discurso moderado e recomenda apenas que os seus comandados votem em favor dos projetos que sejam de interesse da sociedade baiana. Conforme o parlamentar, a decisão final sobre o rompimento ou permanência no governo será tomada em uma reunião com os integrantes da sigla, que deverá acontecer nesta sexta (7) ou na próxima segunda (10). Mesmo se o entendimento for pela separação, ele rechaça a possibilidade de a bancada migrar para a ala da minoria, como sugerido pela correligionária Maria Luiza. “Todos apoiarão a candidatura do ministro Geddel. Isso é fato. Mas se houver rompimento, vou defender a manutenção da postura de independência. Sou contra a ida para o bloco de oposição. Essa questão de posição de cadeira é um besteirol. Eu mesmo sento de lado em um dia, sento no outro depois. É uma bobagem isso”, retrucou.
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deputada estadual Maria Luiza Carneiro (PMDB) voltou a defender nesta terça-feira (4) o rompimento imediato do partido com o governo da Bahia. A parlamentar considera a candidatura do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, irreversível e sentencia que o caminho da legenda na Assembleia Legislativa é a oposição. “Não existem cadeiras em três filas. Ou se está em um lado ou se está no outro. Quem não está no governo está do outro lado”, declarou. A peemedebista afirmou, entretanto, que o processo de separação deve ser tranquilo e que ela não fará oposição sistemática. “Continuarei a votar nos projetos de interesse dos baianos”, disse. A deputada não acredita ainda que a postura inviabilize o segundo o palanque estadual da possível indicação do PT para a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, concorrer à presidência da Republica. Conforme ela, a sigla ainda não agendou a reunião de bancada que deverá por fim à agonizante aliança PT-PMDB na Bahia.
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