Reportage informa que a Iesa Óleo e Gás mantém um contrato milionário com a Petrobras. A empresa é acusada de integrar um suposto esquema de fraudes em licitações da Petrobras desarticulado pela Operação Águas Profundas, da Polícia Federal.
O contrato, de R$ 190 milhões, foi assinado depois do surgimento de denúncias. Dois diretores da empresa respondem a processo criminal em conexão com a operação da PF.
O consórcio Quip S/A, do qual a Iesa faz parte, ganhou em dezembro passado a concorrência para a construção da plataforma petrolífera P-63, com a proposta de US$ 1,65 bilhão.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
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