
O presidente regional do PMDB na Bahia, Lúcio Vieira Lima, afirmou ao BJá que está havendo muita especulação acerca da candidatura do ministro Geddel Vieira Lima, seu irmão, ao governo da Bahia, e que para tudo na vida tem uma hora adequada, um momento.
“Agora, estamos cumprindo a primeira etapa do nosso projeto, com os Encontros Regionais do PMDB e uma análise das possibilidades reais da candidatura”, frisa Lúcio situando que esta etapa vai muito bem obrigado, “com uma aceitação enorme do nome de Geddel para governador”.
A segunda etapa do processo se dará somente em 2010 quando o PMDB vai organizar a aliança com outros partidos. “Veja que nessa primeira etapa, diz Lúcio, o prefeito João Henrique já não coloca mais sua candidatura a governador e é o maior defensor da candidatura Geddel”.
Portanto, seria, assim, mais uma aresta dessa etapa equacionada. A outra é que o PMDB não vai procurar os representantes de partidos, quaisquer que sejam, para tratar de alianças agora, em 2009. É um assunto, segundo Lúcio, a ser resolvido em 2010.
Ainda segundo Lúcio, no final dos Encontros Regionais, com data ainda não definida, mas, em 2009, o PMDB fará o anúncio oficial da candidatura de Geddel.
ALIANÇAS
O presidente do PMDB comenta que, por óbvio e inerente ao processo político, o partido está acompanhando o desenrolar dos acontecimentos nos outros partidos, embora, não queira “meter nossa colher em assuntos que não nos dizem respeito”.
Lúcio lembra as posições dos nomes postos no cenário até agora, Paulo Souto (DEM), Lídice da Mata (PSB) ao Senado e as lembranças ao nome de Otto Alencar, também ao Senado, como naturais.
Para Lúcio, nenhum desses nome, em 2010, podem ser descartados de alianças com o PMDB.

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